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Advogado com atuação exclusiva na área de direito médico e da saúde. Especialista em Responsabilidade Civil na Área da Saúde pela FGV-SP. Pós-graduado em Direito Médico e da Saúde. Coordenador do curso de Pós-graduação em Direito Médico da Escola Paulista de Direito (EPD). Presidente da Comissão de Direito Odontológico e da Saúde da OAB-Santana/SP. Docente convidado dos cursos de Especialização em Odontologia Legal da FORP-USP (Ribeirão Preto/SP), da ABO-GO (Goiânia), da ABO-RS (Porto Alegre) e da FO-USP (São Paulo/SP). Docente convidado da FUNDECTO no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia. Docente convidado do curso de Bioética e Biodireito do HCor. Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde (Einstein, Inspirar e UNISA). Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Médico, Cirurgião-dentista, Hospital e Laboratório. Autor da obra: "COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Resolução CFM nº 1.931/2009". Mestrando em Odontologia Legal e Deontologia pela UNICAMP (FOP).

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Proposta que facilita doação de órgãos no país será analisado pelo Senado

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) analisa uma proposta que tem como objetivo facilitar a doação e aumentar o número de transplantes de órgãos no país. O PLS 21/2014, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), determina que os planos de saúde autorizem os exames para comprovação de morte cerebral em no máximo três horas. A rápida comprovação da morte encefálica é importante para que a remoção dos órgãos seja feita em menor prazo possível.

Segundo o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), que é médico, a demora das operadoras em liberar a realização dos exames tem inviabilizado a captação dos órgãos. Ele propôs uma audiência pública para debater o assunto, como informa a repórter Iara Farias Borges, da Rádio Senado. Nesta terça-feira (27), celebra-se o Dia Nacional da Doação de Órgãos.

Fonte: SaúdeJur