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Advogado com atuação exclusiva na área de direito médico e da saúde. Especialista em Responsabilidade Civil na Área da Saúde pela FGV-SP. Pós-graduado em Direito Médico e da Saúde. Coordenador do curso de Pós-graduação em Direito Médico da Escola Paulista de Direito (EPD). Presidente da Comissão de Direito Odontológico e da Saúde da OAB-Santana/SP. Docente convidado dos cursos de Especialização em Odontologia Legal da FORP-USP (Ribeirão Preto/SP), da ABO-GO (Goiânia), da ABO-RS (Porto Alegre) e da FO-USP (São Paulo/SP). Docente convidado da FUNDECTO no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia. Docente convidado do curso de Bioética e Biodireito do HCor. Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde (Einstein, Inspirar e UNISA). Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Médico, Cirurgião-dentista, Hospital e Laboratório. Autor da obra: "COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Resolução CFM nº 1.931/2009". Mestrando em Odontologia Legal e Deontologia pela UNICAMP (FOP).

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Hospital que reaproveitava seringas tem maternidade fechada no RJ

Funcionários dizem que crise causou fechamento.
Parte da UTI neonatal estava desativada e também foi totalmente fechada.


O Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, teve toda a maternidade e UTI neonatal fechadas, como mostrou o Bom Dia Rio. Na última quinta-feira (27), funcionários da unidade denunciaram a falta de insumos básicos e disseram que até seringas estavam sendo reaproveitadas. Parte da UTI neonatal já estava desativada.

Os funcionários alegam que a maternidade e a UTI neonatal foram fechados por conta da crise, já que faltavam materiais básicos. A Secretaria Estadual de Saúde apresenta outra versão e afirma que o fechamento acontece por conta da abertura de 47 novos leitos no Hospital da Mãe, em Mesquita, também na Baixada Fluminense, e por isso a necessidade de concentrar o atendimento lá. Desta maneira, o Melchiades Calazans trataria somente da marcação de cirurgias e do tratamento de queimados.

Funcionários e pacientes afirmam que foram pegos de surpresa e estão sendo transferidos, aos poucos, para o Hospital da Mãe. Todos destacam que a situação na unidade de saúde é crítica e estariam faltando insumos básicos para o atendimento.

A Secretaria Estadual de Saúde não respondeu sobre a falta de material de trabalho para os profissionais de saúde e sobre o atraso no pagamento dos funcionários.

Fonte: Globo.com