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Advogado com atuação exclusiva na área de direito médico e da saúde. Especialista em Responsabilidade Civil na Área da Saúde pela FGV-SP. Pós-graduado em Direito Médico e da Saúde. Coordenador do curso de Pós-graduação em Direito Médico da Escola Paulista de Direito (EPD). Presidente da Comissão de Direito Odontológico e da Saúde da OAB-Santana/SP. Docente convidado dos cursos de Especialização em Odontologia Legal da FORP-USP (Ribeirão Preto/SP), da ABO-GO (Goiânia), da ABO-RS (Porto Alegre) e da FO-USP (São Paulo/SP). Docente convidado da FUNDECTO no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia. Docente convidado do curso de Bioética e Biodireito do HCor. Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde (Einstein, Inspirar e UNISA). Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Médico, Cirurgião-dentista, Hospital e Laboratório. Autor da obra: "COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Resolução CFM nº 1.931/2009". Mestrando em Odontologia Legal e Deontologia pela UNICAMP (FOP).

sábado, 12 de novembro de 2016

Violência nas escolas médicas

Câmara Técnica Interdisciplinar sobre Violência nas Escolas Médicas divulga recomendações para alunos e universidades

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), preocupado com o acolhimento dos alunos ingressantes nos cursos de Medicina e com a eventual ocorrência de trotes, assédio moral e sexual, e outras formas de violência, editou, por meio de sua Câmara Temática Interdisciplinar sobre Violência nas Escolas Médicas (Cam­tivem) as recomendações abaixo, dirigidas aos alunos e às instituições. Criada em outubro de 2015, a CT visa estudar as questões relacionadas à violência recorrente nas escolas médicas.

Recomendações para a boa prática de recepção aos primeiranistas de Medicina:

1. Conscientizar a instituição de ensino de que ela é a responsável pelo acolhimento dos estudantes e de seus pais no momento da recepção;
2. Distribuir o Código de Ética do Estudante de Medicina na semana de recepção aos ingressantes (acessível no site do Cremesp);
3. Estimular o apadrinhamento dos ingressantes pelos estudantes de segundo ano;
4. Ter um documento com assinatura dos estudantes responsáveis pela festa de recepção, entregue à direção da escola;
5. Providenciar uma lista de estudantes que se disponham a ser “Carona Solidária” e que essa lista seja encaminhada aos pais e à direção da escola;
6. Disseminar que o sucesso das festas de confraternização é incompatível com a prática conhecida como “open bar”;
7. Disponibilizar serviço de ouvidoria, autônomo e independente, preservando o anonimato e privacidade do reclamante;
8. Promover a realização de palestras sobre saúde mental do estudante de Medicina, levando informações aos alunos e seus pais.

Fonte: CREMESP