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Advogado. Especialista em Direito Médico e Odontológico. Especialista em Direito da Medicina (Coimbra). Mestre em Odontologia Legal. Coordenador da Pós-graduação em Direito Médico e Hospitalar - Escola Paulista de Direito (EPD). Coordenador ajunto do Mestrado em Direito Médico e Odontológico da São Leopoldo Mandic. Preceptor nos programas de Residência Jurídica em Direito Médico e Odontológico (Responsabilidade civil, Processo ético médico/odontológico e Perícia Cível) - ABRADIMED (Academia Brasileira de Direito Médico). Membro do Comitê de Bioética do HCor. Docente convidado da Especialização em Direito da Medicina do Centro de Direito Biomédico - Universidade de Coimbra. Ex-Presidente das Comissões de Direito Médico e de Direito Odontológico da OAB-Santana/SP. Docente convidado em cursos de Especialização em Odontologia Legal. Docente convidado no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia (FUNDECTO). Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde. Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Diretor da ABRADIMED. Autor da obra: COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Prefeitura do Rio demite médico que faltou a plantão na véspera de Natal

Seis meses após faltar a plantão e deixar uma menina baleada sem atendimento, o neurocirurgião Adão Orlando Crespo Gonçalves foi demitido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em ato assinado pelo prefeito Eduardo Paes e publicado do "Diário Oficial" do Município desta terça-feira.

O médico foi indiciado sob suspeita de omissão de socorro, falsidade ideológica e estelionato. Os supostos crimes foram motivados porque Gonçalves faltou ao plantão da neurocirurgia do Hospital Salgado Filho (Méier, zona norte do Rio) na madrugada do dia 25 de dezembro do ano passado.

Naquele dia de Natal, a menina Adrielly dos Santos Vieira, 10, foi atingida por uma bala perdida e teve de aguardar oito horas para ser operada, mas acabou morrendo alguns dias após a cirurgia. O neurocirurgião faltou ao plantão e é suspeito de fraudar escala, que indicava sua presença no hospital.

Além da demissão do médico, o prefeito também determinou a suspensão de outros quatro médicos do Hospital Salgado Filho. Entre eles, estão o neurocirurgião que substituía Gonçalves nos plantões, o chefe do plantão e o diretor do hospital.

A reportagem não conseguiu até agora contato com o médico ou o seu advogado.

Fonte: Folha Online