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Advogado. Especialista em Direito Médico e Odontológico. Especialista em Direito da Medicina (Coimbra). Mestre em Odontologia Legal. Coordenador da Pós-graduação em Direito Médico e Hospitalar - Escola Paulista de Direito (EPD). Coordenador ajunto do Mestrado em Direito Médico e Odontológico da São Leopoldo Mandic. Preceptor nos programas de Residência Jurídica em Direito Médico e Odontológico (Responsabilidade civil, Processo ético médico/odontológico e Perícia Cível) - ABRADIMED (Academia Brasileira de Direito Médico). Membro do Comitê de Bioética do HCor. Docente convidado da Especialização em Direito da Medicina do Centro de Direito Biomédico - Universidade de Coimbra. Ex-Presidente das Comissões de Direito Médico e de Direito Odontológico da OAB-Santana/SP. Docente convidado em cursos de Especialização em Odontologia Legal. Docente convidado no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia (FUNDECTO). Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde. Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Diretor da ABRADIMED. Autor da obra: COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA.

terça-feira, 9 de julho de 2013

`Importação` opõe governo e entidades médicas

A ``importação`` de médicos é comum em vários países, como Inglaterra, Alemanha e EUA

A proposta de trazer médicos estrangeiros para o Brasil ainda está sendo fechada, mas já colocou em lados opostos o governo e entidades médicas.

O Ministério da Saúde diz que o objetivo é preencher vagas nos rincões do país, onde os profissionais brasileiros não querem trabalhar.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) é contra a medida. Diz que, se houver condições de trabalho, brasileiros preencherão as vagas.

A ``importação`` de médicos é comum em vários países, como Inglaterra, Alemanha e EUA--em que 25% são estrangeiros.

Hoje, para que um médico formado no exterior atue no Brasil, ele precisa ser aprovado no Revalida, considerado dificílimo pelos candidatos. O governo diz que o exame pode ser alterado. Entidades médicas defendem sua aplicação e apontam possível queda na qualidade dos profissionais sem ele.

Fonte: Folha de S.Paulo