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Advogado. Especialista em Direito Médico e Odontológico. Especialista em Direito da Medicina (Coimbra). Mestre em Odontologia Legal. Coordenador da Pós-graduação em Direito Médico e Hospitalar - Escola Paulista de Direito (EPD). Coordenador ajunto do Mestrado em Direito Médico e Odontológico da São Leopoldo Mandic. Preceptor nos programas de Residência Jurídica em Direito Médico e Odontológico (Responsabilidade civil, Processo ético médico/odontológico e Perícia Cível) - ABRADIMED (Academia Brasileira de Direito Médico). Membro do Comitê de Bioética do HCor. Docente convidado da Especialização em Direito da Medicina do Centro de Direito Biomédico - Universidade de Coimbra. Ex-Presidente das Comissões de Direito Médico e de Direito Odontológico da OAB-Santana/SP. Docente convidado em cursos de Especialização em Odontologia Legal. Docente convidado no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia (FUNDECTO). Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde. Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Diretor da ABRADIMED. Autor da obra: COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

EUA fecham 1.600 páginas web que vendiam medicamentos falsos

Foi a maior apreensão de domínios da Internet em apenas uma operação

As autoridades americanas fecharam mais de 1.600 páginas web que vendiam medicamentos falsos ou sem etiqueta, incluindo o célebre Viagra, para disfunção erétil, informou nesta quinta-feira (27) a promotoria do Colorado, encarregada do caso.

``Acredito que foi a maior apreensão de domínios da Internet em apenas uma operação`` realizada nos Estados Unidos, disse à AFP Jeffrey Dorschner, porta-voz da promotoria.

Os 1.677 sites fechados afirmavam falsamente estar hospedados no Canadá e alguns informavam pertencer a conhecidas redes de farmácias dos Estados Unidos, usando, inclusive, seus nomes nos endereços web.

Os remédios vendidos eram falsos ou não tinham marca, e procediam de Índia ou Cingapura, segundo a promotoria.

Entre os remédios oferecidos livremente nos sites estavam Avandaryl (diabetes), Celebrex (anti-inflamatório), Clozapine (esquizofrenia) e os populares Levitra e Viagra (disfunção erétil).

``É perigoso encomendar um medicamento restrito em um site que não exige receita médica``, destacou o promotor John Walsh, um dos membros da operação ``Pangea VI``.

Fonte: UOL / AFP