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Advogado. Especialista em Direito Médico e Odontológico. Especialista em Direito da Medicina (Coimbra). Mestre em Odontologia Legal. Coordenador da Pós-graduação em Direito Médico e Hospitalar - Escola Paulista de Direito (EPD). Coordenador ajunto do Mestrado em Direito Médico e Odontológico da São Leopoldo Mandic. Preceptor nos programas de Residência Jurídica em Direito Médico e Odontológico (Responsabilidade civil, Processo ético médico/odontológico e Perícia Cível) - ABRADIMED (Academia Brasileira de Direito Médico). Membro do Comitê de Bioética do HCor. Docente convidado da Especialização em Direito da Medicina do Centro de Direito Biomédico - Universidade de Coimbra. Ex-Presidente das Comissões de Direito Médico e de Direito Odontológico da OAB-Santana/SP. Docente convidado em cursos de Especialização em Odontologia Legal. Docente convidado no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia (FUNDECTO). Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde. Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Diretor da ABRADIMED. Autor da obra: COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Edital: Haddad quer cirurgia não emergencial na rede privada

A lista inclui todo tipo de cirurgia, desde reparadora até ginecológica, ocular e do aparelho digestório

A gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), publicou nesta quarta-feira (4) um edital para contratação de cirurgias não emergenciais na rede privada de saúde da capital paulista. A proposta, avaliada em R$ 12 milhões, visa credenciar hospitais particulares, geridos por convênios ou por organizações sociais (OSs) que tenham disponibilidade para atender à demanda reprimida no sistema municipal. Dados de dezembro mostram que há pelo menos 60 mil pacientes na fila de espera.

A lista inclui todo tipo de cirurgia, desde reparadora até ginecológica, ocular e do aparelho digestório. De acordo com estimativa da Secretaria Municipal da Saúde, a demora por um desses procedimentos passa de três anos, em média. Com o chamamento público, a meta da pasta é atender cerca de 40 mil pacientes no prazo de um ano - o dobro de 2012.

Hoje, apenas três hospitais estão credenciados para atender pacientes da rede pública: Santo Amaro, Bandeirantes e Monumento. A secretaria espera ampliar o número com a oferta de todos os procedimentos em espera e o pagamento de um adicional de 50% sobre a tabela praticada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com o extra, os candidatos ao convênio terão de aceitar receber cerca de 40% menos do valor pago pela mesma cirurgia na rede particular.

Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.