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Advogado. Especialista em Direito Médico e Odontológico. Especialista em Direito da Medicina (Coimbra). Mestre em Odontologia Legal. Coordenador da Pós-graduação em Direito Médico e Hospitalar - Escola Paulista de Direito (EPD). Coordenador ajunto do Mestrado em Direito Médico e Odontológico da São Leopoldo Mandic. Preceptor nos programas de Residência Jurídica em Direito Médico e Odontológico (Responsabilidade civil, Processo ético médico/odontológico e Perícia Cível) - ABRADIMED (Academia Brasileira de Direito Médico). Membro do Comitê de Bioética do HCor. Docente convidado da Especialização em Direito da Medicina do Centro de Direito Biomédico - Universidade de Coimbra. Ex-Presidente das Comissões de Direito Médico e de Direito Odontológico da OAB-Santana/SP. Docente convidado em cursos de Especialização em Odontologia Legal. Docente convidado no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia (FUNDECTO). Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde. Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Diretor da ABRADIMED. Autor da obra: COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vencedor de Nobel belga morre por eutanásia aos 95 anos

A Bélgica foi o segundo país do mundo, após a Holanda, a legalizar a eutanásia, em 2002

O cientista belga Christian de Duve, vencedor do Prêmio Nobel de Medicina, morreu no sábado, aos 95 anos, por meio da eutanásia, que é legal na Bélgica, informou sua família.

De Duve foi o segundo belga famoso a escolher ser submetido a este procedimento após a morte em 2008 do escritor Hugo Claus. A Bélgica foi o segundo país do mundo, após a Holanda, a legalizar a eutanásia, em 2002.

``Seria um exagero dizer que não tenho medo da morte, mas não tenho medo do que vem depois porque não sou um crente. Quando eu desaparecer eu vou desaparecer, não vai ter sobrado nada``, disse ao jornal belga Le Soir há um mês.

De Duve decidiu se submeter à eutanásia depois de sofrer uma queda em sua casa, mas estava aguardando a chegada de seu filho, que estava nos EUA, no início de maio, para que pudesse morrer rodeado pela família.

``Ele nos deixou de forma serena e se recusou a tomar qualquer remédio para ansiedade antes da injeção final. Ele nos deixou com um sorriso e um adeus``, afirmou sua filha Françoise ao Le Soir.

De Duve, que estudou medicina e química, recebeu o Nobel de 1974 ao lado de seus colegas Albert Claude, também belga, e George Palade, americano, por pesquisas sobre o câncer.

Fonte: AFP/UOL