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Advogado com atuação exclusiva na área de direito médico e da saúde. Especialista em Responsabilidade Civil na Área da Saúde pela FGV-SP. Pós-graduado em Direito Médico e da Saúde. Coordenador do curso de Pós-graduação em Direito Médico da Escola Paulista de Direito (EPD). Presidente da Comissão de Direito Odontológico e da Saúde da OAB-Santana/SP. Docente convidado dos cursos de Especialização em Odontologia Legal da FORP-USP (Ribeirão Preto/SP), da ABO-GO (Goiânia), da ABO-RS (Porto Alegre) e da FO-USP (São Paulo/SP). Docente convidado da FUNDECTO no curso de Perícias e Assessorias Técnicas em Odontologia. Docente convidado do curso de Bioética e Biodireito do HCor. Docente convidado de cursos de Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde (Einstein, Inspirar e UNISA). Especialista em Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Médico, Cirurgião-dentista, Hospital e Laboratório. Autor da obra: "COMENTÁRIOS AO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Resolução CFM nº 1.931/2009". Mestrando em Odontologia Legal e Deontologia pela UNICAMP (FOP).

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Quadrilha é presa por injetar metacril ilegalmente em clínica clandestina no Rio

Grupo cobrava R$ 4 mil para aplicar o produto. Conselho Regional de Medicina afirmou que aplicações chegavam a ser 160 vezes maiores do que o permitido.

Três mulheres foram presas por aplicar metacril em uma clínica clandestina no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Segundo a Polícia Civil, Irys Cabral Pierrout anunciava o suposto tratamento estético na internet. Além dela, também foram presas em flagrante Renata Pena e Ana Paula Pequeno, que faziam a aplicação. Como informou o RJTV, as três vão responder por dois crimes.

Segundo o Conselho Regional de Medicina a utilização do produto é exclusiva para médicos e dentro do limite de cinco mililitros, mas as mulheres atendidas na casa recebiam oitocentos mililitros da substância, 160 vezes mais, e cobravam até R$ 4 mil para aplicar o produto.

Nesta quinta-feira (11), a Polícia Civil foi na casa onde a clínica funcionava na e encontrou o produto que era injetado nas clientes armazenado em potes sem higiene e sem informações sobre a procedência. Os agentes apreenderam um vasto material, inclusive vidros de um anestésico que só pode ser vendido com receita médica.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, a intervenção policial evitou uma tragédia. “Algo muito grave poderia ter ocorrido ali, graças à intervenção policial não ocorreu, mas nós temos relato de pessoas que vieram a óbito após esse tipo de atividade ilegal, irregular, realizada por pessoas que não têm o menor comprometimento com a vida humana”, afirmou.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/quadrilha-e-presa-por-injetar-metacril-ilegalmente-em-clinica-clandestina-no-rio.ghtml