<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538</id><updated>2012-01-28T11:06:10.374-02:00</updated><title type='text'>Direito Médico, Odontológico e da Saúde</title><subtitle type='html'>Espaço para informação e discussão sobre temas relacionados ao direito médico, odontológico e da saúde.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://direitomedico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1438</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2180556891781604285</id><published>2012-01-28T11:01:00.002-02:00</published><updated>2012-01-28T11:06:10.383-02:00</updated><title type='text'>Cirurgião plástico é condenado a pagar indenização</title><content type='html'>&lt;em&gt;  Paciente teve complicações graves após cirurgia no abdome; médico continua atuando    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O médico Joacir Rodrigues de Carvalho (CRM/MT-3494) foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso a pagar uma indenização de R$ 20 mil por lesões corporais, causados em uma paciente, após a realização de uma cirurgia plástica no abdome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vítima é a professora Irene Teixeira Machado Marinho, 55, que registrou queixa crime contra o médico no Cisc Verdão, em Cuiabá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento médico foi realizado no dia 12 de julho de 2006, no Hospital Santa Rosa, onde o médico tem um consultório e continua atendendo. Apesar de a sentença ter sido proferida, Carvalho não pagou a indenização, até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado da professora, Antônio João de Carvalho Júnior, disse ao MidiaNews que, logo após a cirurgia, sua cliente foi, várias vezes, ao consultório do médico, por sentir dores e ter sangramento, o que a deixou impossibilitada de trabalhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, segundo Carvalho Júnior, ela teve muitos gastos para curar os efeitos da cirurgia. Com base nisso, o juiz Mário Roberto Kono de Oliveira entendeu que ficou configurada a prática do delito de lesão corporal culposa, em sua decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em depoimento à Polícia, Irene Marinho disse que, quando o médico fazia os curativos, não usava luvas cirúrgicas e tinha o costume de fumar cigarros dentro do consultório. Além disso, por diversas vezes, ela reclamou de dores e muito desconforto no local da cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico teria informado que a cirurgia estava demorando para cicatrizar e que seria necessário aplicar uma anestesia local e voltar a suturar a abertura que se deu no local da cirurgia, e assim foi realizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após esse procedimento, a professora passou mal e deu entrada no pronto-atendimento do Hospital Santa Rosa, com sangramento e abertura dos pontos da segunda cirurgia, realizada no dia anterior. Ao procurar o médico para contar o ocorrido, Joacir Rodrigues disse que era ``normal`` e que aguardaria curar a infecção e só, então, iria costurar novamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo esse tempo, cerca de duas semanas, o local da cirurgia ficou aberto. Desesperada, a professora disse que procurou outro médico, que realizou o tratamento e conseguiu sanar o problema, somente com curativos e limpezas, sem necessidade de sutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infecção pós-cirurgia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico Rogério Coelho do Valle, que atendeu a professora, para sanar a infecção após a cirurgia realizada por Carvalho, disse, em depoimento, que tratou de Irene, que apresentava uma infecção decorrente de uma cirurgia abdominal, fazendo a lavagem da ferida, aplicando antibióticos, curativos. Esse tratamento durou cerca de um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valle disse ainda que quando a professora o procurou andava curvada devido à dor que sentira. Porém, o profissional alegou que não poderia afirmar se a infecção no ferimento se deu em decorrência de inércia ou imperícia médica, já que, segundo ele, infecção é um risco de toda cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico esclareceu que a ``decência de sutura`` pode ser ocasionada por alguns fatores como falha técnica, infecção, contaminação da cirurgia, hipoproteinemia, ou tensão da linha de sutura de pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aposentadoria por invalidez &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora sustentou que, em razão dos ferimentos após a cirurgia e do tratamento complicado, toma remédios até hoje, para controlar o abalo emocional. Além disso, ela teve que ser aposentada por invalidez, em razão da depressão decorrente da cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procedimento normal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu depoimento, o médico Joacir Rodrigues de Carvalho declarou que o tratamento de decência de sutura é convencional e pode ser feito, até mesmo, no consultório, desde que os materiais estejam esterilizados. Ele negou que tivesse fumado no consultório ou na sala de curativos e procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decisão judicial &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juíz Mário Kono decidiu que os documentos apresentados pelo médico em nada contribuíram para a defesa do acusado. ``Joacir Carvalho apresentou apenas um relatório de atendimento, que não diz nada quanto à conduta imperita do acusado``, afirmou o magistrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto destacado pelo juíz é relativo ao parecer do Conselho Regional de Medicina (CRM), que realizou uma sindicância em 2007 e afirmou que não foi constatado qualquer indício de erro médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Afinal, o parecer narra o fato e emite um parecer sem qualquer tipo de investigação ou coisa parecida, no que se refere ao local onde são realizados os procedimentos, se o médico, em questão tomou os cuidados e precauções devidas referentes a infecções e respeitou a saúde física e psíquica dos pacientes``, diz o magistrado, na decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recurso negado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico Carvalho recorreu da sentença em 2010 e teve seu pedido negado pela 1ª Turma Recursal do Juizado Especial Criminal Unificado da Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relatora, a juíza Ana Cristina da Silva Abdala, sustentou que ``é necessário que os profissionais da medicina, tendo como função a prestação do melhor de seus serviços em prol dos seus pacientes, assim como visando à salvaguarda de responsabilizações civis e criminais, busquem dedicar a cada paciente a atenção devida, utilizando-se de seus conhecimentos e habilidades no afã de dar solução``. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Ademais, o ato cirúrgico é fator de preocupação para o médico. Nele, a concentração, a capacitação, a integração entre a equipe, são fundamentais para o êxito do procedimento. Por mais simples que possa ser, contém riscos previsíveis, havendo, por conseguinte, obrigação de evitá-los. Não se exige, excetuadas hipóteses como a cirurgia plástica, em relação à qual a jurisprudência tem assim entendido, resultado certo, mas é obrigatória a utilização dos meios técnicos disponíveis, e dos cuidados fundamentais à manutenção da higidez do paciente... Portanto, nada há a modificar na douta decisão atacada, devendo ser mantida por seus próprios e jurídicos fundamentos``, completou a magistrada, que manteve a sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentença não cumprida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser réu primário e não havendo registros da prática de ilícito penal, o juízo entendeu que o delito não apresentou conseqüências mais graves porque a vítima procurou outro médico para resolver a infecção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o cirurgião plástico Joacir Carvalho foi condenado pelo crime de lesão corporal leve e condenado a pagar uma indenização de R$ 20 mil à vítima. Além disso, o cirurgião teve que arcar com todas as custas processuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença de condenação pecuniária está sendo executada pelo Juízo da 9ª Vara Cível de Cuiabá, e como, apesar de ter sido proferida pelo Juízo Criminal necessita ser executada no Juízo Cível, até o momento, não foi cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo o médico possuindo endereço fixo, atuando no mesmo consultório da época em que operou a paciente, segundo as informações, os oficiais de Justiça têm tido dificuldade em encontrar Joacir Rodrigues Carvalho e entregar a intimação judicial. Dessa forma, condenado e sentenciado desde 2010, o médico não foi punido efetivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defesa do CRM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurado pelo MidiaNews, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) informou, por meio de nota, que a equipe técnica do órgão considerou que não houve imperícia, imprudência ou negligência por parte do profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a íntegra da nota do CRM-MT:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) informa que no caso do médico Joacir Rodrigues Carvalho, acusado por erro médico em 2007, a equipe técnica que analisou o caso, entendeu que não houve imperícia, imprudência ou negligência por parte do profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRM analisa os fatores que influenciaram o mau resultado do procedimento médico, uma vez que complicações clínicas e cirúrgicas podem acontecer em qualquer ato médico e que são relatados na literatura médica. No caso julgado, o entendimento da equipe técnica foi de que o resultado drástico era passível para procedimentos daquela natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a decisão da Justiça em condenar o médico pelo fato, o CRM-MT informa que a decisão do juiz não tem inferência de análise técnica, pois a Justiça se pauta em visão própria, ou seja, julga pelos seus critérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MidiaNews tentou contato com o médico Joacir Carvalho, em sua clínica particular, na Capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo celular, sem esconder a irritação, ele disse que não iria comentar a decisão da Justiça e as declarações da sua ex-paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Midia News / KATIANA PEREIRA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2180556891781604285?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2180556891781604285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2180556891781604285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/cirurgiao-plastico-e-condenado-pagar.html' title='Cirurgião plástico é condenado a pagar indenização'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-190975251292244313</id><published>2012-01-27T00:40:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T00:41:29.535-02:00</updated><title type='text'>TJ suspende ação que denunciou fraude no Centro Hospitalar de Sorocaba</title><content type='html'>&lt;em&gt;  Esquema teria desviado R$ 20 milhões; 48 pessoas, entre médicos e empresários, são acusadas   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  SOROCABA - Uma liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu a ação penal contra 48 médicos, empresários e funcionários públicos da saúde, acusados de envolvimento num esquema milionário de fraudes no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi dada na noite de terça-feira, 24, pelo desembargador Miguel Marques e Silva, da 15ª Turma do TJ. Ele acatou o pedido de habeas corpus de um dos acusados, o empresário Edson Aleixo, que alegou constrangimento ilegal, pois a quebra dos sigilos telefônico, bancário e fiscal durante a investigação não teria sido fundamentada. O desembargador estendeu o benefício a todos os outros envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fraudes. O esquema de fraudes em plantões médicos e licitações no hospital mantido pelo governo do Estado foi apurado durante a Operação Hipócrates, do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil, que resultou, em junho de 2011, na prisão de 12 acusados, entre eles o então diretor e dois ex-diretores.&lt;br /&gt;De acordo com a denúncia, com a conivência da direção, os médicos não compareciam aos plantões, mas recebiam normalmente, prejudicando milhares de pacientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As licitações para obras e serviços seriam dirigidas para determinadas empresas. O esquema teria desviado pelo menos R$ 20 milhões de recursos públicos. As investigações resultaram num processo com 80 volumes de depoimentos, além de 110 volumes de provas - incluindo gravações autorizadas pela Justiça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Procuradoria Geral de Justiça do Estado, órgão máximo do Ministério Público Estadual, deve entrar com recurso na tentativa de cassar a liminar. De acordo com a promotora Maria Aparecida Castanho, do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o empresário que entrou com o pedido de habeas corpus é dono de uma empresa de próteses e, de acordo com a investigação, recebia por equipamentos de titânio e entregava próteses de aço inox, de qualidade e preço inferiores. Ele negou a prática do crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promotora explicou que, em razão da liminar, a ação judicial que tramita no Fórum Criminal de Sorocaba ficará suspensa até que a 15ª Turma, com seu conjunto de desembargadores, decida sobre o mérito do habeas corpus. “Como os réus estão soltos, esse pedido pode demorar até anos para ser julgado.” Investigações que ainda estão em curso também ficam paralisadas. O não seguimento da ação impede que os acusados sejam processados na esfera civil para devolver o suposto dinheiro desviado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operação teve início em 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Operação Hipócrates foi deflagrada em junho do ano passado e resultou na prisão de suspeitos de envolvimento em um esquema de fraude em plantões no Conjunto Hospitalar de Sorocaba. Hoje eles estão soltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos recebiam até R$ 600 por plantões não realizados. Alguns eram escalados para plantões em dois hospitais ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraudes teriam causado um rombo de mais de R$ 20 milhões. Também é investigado um esquema de fraudes em licitações para a compra de equipamentos e de materiais cirúrgicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S.Paulo / José Maria Tomazela&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-190975251292244313?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/190975251292244313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/190975251292244313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/tj-suspende-acao-que-denunciou-fraude.html' title='TJ suspende ação que denunciou fraude no Centro Hospitalar de Sorocaba'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-4446754892176987400</id><published>2012-01-27T00:39:00.002-02:00</published><updated>2012-01-27T00:40:28.685-02:00</updated><title type='text'>Plano que não trocar silicone será multado em R$ 80 mil</title><content type='html'>&lt;em&gt;Convênio deve pagar cirurgia de cliente com cobertura hospitalar    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  As operadoras de planos de saúde que descumprirem as diretrizes do governo para a troca de próteses de silicone das marcas PIP e Rofil serão multadas em R$ 80 mil por infração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A penalidade foi estipulada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em decisão publicada ontem no Diário Oficial da União. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o ministério estabeleceu que poderão realizar a troca gratuita dos implantes das marcas adulteradas as pacientes com histórico de câncer de mama ou que apresentarem ruptura da prótese. O procedimento pode ser feito pelo SUS ou, no caso de clientes de planos de saúde, na rede de atendimento credenciada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As normas preveem que as operadoras de planos terão de arcar com acompanhamento clínico, exames de imagem e cirurgia para a substituição da prótese das beneficiárias de planos com cobertura hospitalar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para clientes sem essa cobertura, porém, as operadoras cobrirão apenas os custos de consultas e exames, como ultrassonografia e ressonância magnética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, para realizar a operação, a mulher terá que procurar o SUS ou um médico particular. Se for para o SUS, terá que passar por nova avaliação antes da cirurgia. O médico poderá optar por fazer novos exames ou repetir algum já feito antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As normas são válidas para todos os planos posteriores à lei nº 9.656, de junho de 1998, e para os contratos antigos que não tiverem cláusula expressa de exclusão da cobertura de próteses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de descumprimento das regras, os clientes podem denunciar o caso à ANS pelo telefone 0800-7019656, pelo site www.ans.gov.br ou em um dos 12 escritórios da agência no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem não conseguiu contato com a FenaSaúde, que reúne operadoras de planos de saúde, para comentar o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de S.Paulo / DENISE MENCHEN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-4446754892176987400?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4446754892176987400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4446754892176987400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/plano-que-nao-trocar-silicone-sera.html' title='Plano que não trocar silicone será multado em R$ 80 mil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-594427498221173876</id><published>2012-01-27T00:39:00.001-02:00</published><updated>2012-01-27T00:39:47.927-02:00</updated><title type='text'>SP: médicos são investigados por morte de bebê</title><content type='html'>&lt;em&gt;O nome dos médicos está sendo mantido sob sigilo pela polícia e pelo hospital, que abriu um procedimento interno para investigar o caso   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Polícia Civil de Brotas, cidade localizada a 245 km de São Paulo, investiga se dois médicos tem responsabilidade na morte do recém nascido João Guilherme, ocorrida no final de novembro de 2011 no Hospital Santa Therezinha. A criança nasceu sem o ânus e a má formação não foi identificada imediatamente, o que teria ocasionado a morte. O caso só veio à tona esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taína Daneli Ghiro, 24 anos, mãe do bebê que nasceu prematuro 20 dias antes do previsto, acusa os médicos e a enfermeira que fez o parto de negligência. Ela conta que sentiu dores e foi levada ao hospital pelo marido José Amaro Teixeira Filho, 33 anos, e que não havia plantonista na unidade de saúde, por isso, o parto teve que ser realizado pela enfermeira. ``Só depois que o bebê já tinha nascido que o plantonista chegou. Ele nos examinou e liberou nossa ida para o quarto, mais tarde, o pediatra também fez exames, não percebeu nada e autorizou a amamentação``, conta a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taína explica que o bebê não conseguia ter sucção e foi recomendado que ele fosse alimentado por um tipo de leite em pó de quatro em quatro horas. ``Ele chorava muito, o pediatra foi chamado, mas não notou nada de errado, novamente, com meu filho``, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A má formação foi descoberta pelo pai da criança, que notou que ele não conseguia evacuar e, ao tirar a roupa do bebê, percebeu que o recém nascido tinha o ânus imperfurado, mas isso apenas três dias depois do nascimento. O bebê foi encaminhado para um hospital de Jaú, mas não resistiu e morreu horas depois. No atestado de óbito, consta a causa da morte uma infecção causada por bactéria, má formação e falta de circulação do sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O delegado de Brotas Douglas Brandão do Amaral, responsável pelo caso, segue ouvindo os envolvidos no caso. Nesta quarta-feira, uma enfermeira prestou depoimento. Os médicos envolvidos no caso, ainda não foram ouvidos pelo delegado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Polícia Civil os depoimentos das testemunhas e envolvidos além do laudo da morte do bebê será enviado para o Instituto Médico Legal (IML) para análise de uma junta médica que irá elaborar um parecer conclusivo informando se teve mesmo erro médico e de quem é a responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome dos médicos está sendo mantido sob sigilo pela polícia e pelo hospital, que abriu um procedimento interno para investigar o caso. De acordo com a direção do hospital, o casal não fez a denúncia formalmente na ouvidoria da unidade e que o prontuário do bebê solicitado foi entregue. Sobre o fato, a assessoria do hospital informou que irá aguardar a decisão da Justiça para se pronunciar sobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal registrou denúncia no Conselho Regional de Medicina (CRM) de Jaú contra os médicos que fizeram o atendimento. O órgão informou que a documentação foi encaminhada ao CRM estadual e a apuração segue sob sigilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal Terra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-594427498221173876?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/594427498221173876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/594427498221173876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/sp-medicos-sao-investigados-por-morte.html' title='SP: médicos são investigados por morte de bebê'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7584689999916868951</id><published>2012-01-24T20:02:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T20:02:50.811-02:00</updated><title type='text'>Hospitais devem ser indiciados por homicídio culposo</title><content type='html'>&lt;em&gt;Polícia Civil acredita que donos do Santa Lúcia e do Santa Luzia são os responsáveis pela negligência que levou homem à morte   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Polícia Civil do Distrito Federal acredita ter informações suficientes para indiciar, nos próximos dias, os donos dos hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia, por homicídio culposo (sem intenção de matar) no caso da morte de Duvanier Paiva. Na madrugada da última quinta-feira, o então secretário de Recursos Humanos do governo Dilma Rousseff recorreu às duas unidades de saúde, que lhe negaram atendimento porque ele não tinha uma folha de cheque para dar como caução. Duvanier, que estava acompanhado pela mulher, Cássia Gomes, foi obrigado a procurar um terceiro hospital, o Planalto, onde morreu na recepção ao sofrer um infarto agudo no miocárdio enquanto preenchia a ficha de internação. A pena para homicídio culposo pode chegar a quatro anos de prisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor-geral da Polícia Civil, Onofre Moraes, ao negarem o atendimento a uma pessoa em situação grave, como a de Duvanier, os hospitais infringiram a lei que garante assistência imediata por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o qual ressarcirá as despesas. Segundo ele, tornou-se rotina entre os hospitais fazerem de tudo para não dar atendimento aos cidadãos que não têm planos de saúde e aos que os convênios não são aceitos pelos estabelecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão é uma só: faturamento. Mesmo com a exigência do cheque-caução, não há garantia de recebimento das dívidas e, no caso do ressarcimento do SUS, o valor é considerado muito baixo. Dados da Secretaria de Saúde do DF mostram que um leito na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) privado custa, em média, R$ 3 mil por dia à rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Moraes, está tudo errado: primeiro, negar atendimento; segundo, recorrer à ilegalidade do cheque-caução. “E como a diferença entre a tabela de ressarcimento do SUS é três vezes menor do que os hospitais particulares cobram, ninguém quer prestar serviços ao sistema público”, afirmou. Diante desse quadro, ele não tem dúvidas de que só resta à Civil apurar todas as circunstâncias que levaram Duvanier à morte. “Vamos averiguar tudo sobre a possível negligência”, assegurou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira passada, a polícia ouviu uma funcionária do Hospital Santa Luzia. Ontem, estavam previstos os depoimentos de sete empregados do Hospital Planalto. Agora, serão intimados todos os plantonistas que estavam trabalhando na madrugada de quinta-feira no Santa Lúcia e familiares de Duvanier. A 1ª Delegacia de Polícia avaliará ainda os vídeos das câmeras de segurança dos hospitais envolvidos no caso Duvanier, principalmente para comprovar se houve crime de racismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os policiais acreditam que a exigência de cheque-caução em situações de emergência seja corriqueira no DF, apesar de ilegal. “Nos últimos dias, várias pessoas ligaram para a delegacia relatando práticas semelhantes em hospitais particulares”, revelou Johnson Kenedy, delegado-chefe adjunto da 1ª DP. “As ocorrências são frequentes”, completou o diretor-geral da Civil. Ele explicou que a investigação está dividida em dois inquéritos: um, liderado pela Delegacia do Consumidor, avaliará se houve crime ao se pedir cheque-caução; o segundo, chefiado pela 1ª DP, vai apurar as circunstâncias da morte de Duvanier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquéritos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moraes afirmou que só depois da conclusão dos inquéritos — que têm prazo de 30 dias —, será possível determinar os responsáveis pela negligência. Mas ressaltou que a tendência é de as responsabilidades recaírem cobre os donos dos hospitais. “Eu entendo que a responsabilidade é dos donos dos hospitais, porque são eles que dão as ordens ilegais”, declarou. No entender do diretor da Civil, os médicos não podem ser responsabilizados, porque sequer teriam tido acesso ao paciente. Já os atendentes estariam apenas cumprindo ordens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santa Lúcia e o Santa Luzia são também objeto de investigações do Ministério da Saúde — por determinação direta da presidente Dilma Rousseff — e do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF). O Santa Lúcia negou que tenha recusado o atendimento ou que tenha havido qualquer irregularidade. Já o Santa Luzia alegou que, após investigação interna, não encontrou qualquer registro da entrada de Duvanier na emergência, seja nos registros de vídeo, telefônicos ou relatos dos funcionários plantonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Correio Braziliense / GUSTAVO HENRIQUE BRAGA / GABRIEL CAPRIOLI&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7584689999916868951?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7584689999916868951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7584689999916868951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/hospitais-devem-ser-indiciados-por.html' title='Hospitais devem ser indiciados por homicídio culposo'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-35101426984440315</id><published>2012-01-24T20:01:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T20:02:04.094-02:00</updated><title type='text'>Dentista terá que indenizar paciente em R$ 25 mil por extração</title><content type='html'>&lt;em&gt;No procedimento, realizado para extração do dente siso do menor, constatou-se negligência   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Rio - Uma cirurgiã dentista foi condenada a indenizar em R$ 25. 389,36, por danos morais e materiais, a família de um menor. De acordo com o relato dos pais do menino, eles o levaram para fazer a cirurgia devido à recomendação médica. Ao tentarem contato com o profissional, indicado pela médica, souberam que ele estava de férias, mas havia deixado em seu lugar a ré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No procedimento, realizado para extração do dente siso do menor, constatou-se negligência, pois, juntamente com o siso, outro dente do paciente foi arrancado e posteriormente reimplantado, o que causou a perda de massa óssea e a dilaceração da gengiva, por excesso de pontos. Além disso, houve comprometimento das articulações dos joelhos e cotovelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua defesa, a dentista alegou que as complicações passadas pelo menino foram decorrentes do uso incorreto das medicações prescritas por ela, bem como a falta de cuidado. A decisão é do desembargador Plínio Pinto Coelho Filho, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que ficou convencido, em razão das provas periciais e testemunhais, que o trabalho feito pela cirurgiã dentista foi o causador do problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Restou comprovado, portanto, que os procedimentos adotados pela ré se afastaram da melhor prática odontológica e que os equívocos metodológicos constatados foram causa suficiente a impor ao demandante os sofrimentos que aduz. Assim, sabemos, que embora o médico e por extensão, os dentistas, não se comprometam a curar o paciente, devem empregar no tratamento as melhores técnicas disponíveis, agindo com o zelo e a dedicação que tão relevante mister exige”, citou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Dia online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-35101426984440315?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/35101426984440315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/35101426984440315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/dentista-tera-que-indenizar-paciente-em.html' title='Dentista terá que indenizar paciente em R$ 25 mil por extração'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2705177589231256196</id><published>2012-01-24T20:00:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T20:00:54.621-02:00</updated><title type='text'>Governo divulga hospitais do SUS para a troca de implantes</title><content type='html'>&lt;em&gt;As pacientes com ruptura comprovada da prótese e com antecedente de câncer de mama terão prioridade para retirada    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Brasília – O Ministério da Saúde divulgou a lista dos 371 hospitais públicos habilitados a fazer a retirada das próteses mamárias de silicone das marcas Poly Implant Prothese (PIP) e Rofil. Na semana passada, o ministério anunciou o passo a passo para o atendimento às mulheres com próteses das duas marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação é para a paciente procurar imediatamente o hospital público ou a clínica particular onde fez o implante para uma avaliação da condição da prótese. Caso esteja distante da unidade de saúde onde fez o implante, deve buscar atendimento em um um dos hospitais indicados na lista ou em qualquer centro de especializado do Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos devem usar ultrassom para confirmar se o silicone vazou ou não. O profissional pode solicitar também uma ressonância magnética. Todas as pacientes com próteses das marcas devem ser examinadas, mesmo aquelas sem sintomas de problemas nos implantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pacientes com ruptura comprovada da prótese e com antecedente de câncer de mama terão prioridade para retirada e troca do implante. Nos outros casos, a substituição será feita somente com indicação médica. Uma reavaliação deve ser feita a cada três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo determinou que a rede pública e os planos de saúde paguem pela retirada e troca das próteses, independentemente do motivo do implante, seja estético ou não. Calcula-se que 20 mil brasileiras tenham implantes da marca francesa PIP e da holandesa Rofil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2705177589231256196?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2705177589231256196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2705177589231256196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/governo-divulga-hospitais-do-sus-para.html' title='Governo divulga hospitais do SUS para a troca de implantes'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5288925218847439982</id><published>2012-01-24T19:58:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T19:59:58.284-02:00</updated><title type='text'>Diretrizes do Ministério da Saúde para acompanhamento e tratamento de pacientes portadores de implantes mamários da marca PIP e Rofil</title><content type='html'>AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR&lt;br /&gt;DIRETORIA COLEGIADA&lt;br /&gt;SÚMULA NORMATIVA N° 22, DE 23 DE JANEIRO DE 2012&lt;br /&gt;Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 24 jan. 2012. Seção 1, p. 28-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, em vista do que dispõem o art. 3º e os incisos II, XXIV e XXVIII do art. 4º, cumulados com o inciso II do art. 10, todos da Lei 9.961, de 28 de janeiro de 2000; em conformidade com o disposto no inciso III do art. 6º e no inciso III do art. 86, ambos da Resolução Normativa - RN n° 197, de 16 de julho de 2009;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que o art. 35-F da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, determina que a assistência prestada pelas operadoras de planos de assistência à saúde compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação, manutenção e reabilitação da saúde, observados os termos da referida Lei e do contrato firmado entre as partes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o disposto no Enunciado de Súmula da Diretoria Colegiada da ANS nº 10, de 30 de outubro de 2006, que dispõe sobre a cobertura de complicações relacionadas a procedimentos não cobertos, e na Resolução Normativa - RN nº 211, de 11 de janeiro de 2010, a qual atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que constitui a referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos privados de assistência à saúde;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a utilização de matéria-prima diversa daquela aprovada na ocasião do registro na ANVISA das próteses mamárias denominadas Poly Implant Prothese (PIP) e Rofil Medical Nederland B.V. (Rofil), de acordo com Nota Técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA e com o Alerta de Tecnovigilância nº 1.015, de 01 de abril de 2010;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o entendimento do Ministério da Saúde de que o procedimento cirúrgico de troca das próteses mencionadas é considerado reparador e não estético, uma vez que a rotura da prótese e extravasamento do silicone causam processo de inflamação local, com dor, inchaço e deformidade local; e&lt;br /&gt;Considerando o disposto na Nota Técnica nº 08/2012/GGRAS/DIPRO/ANS, de 17 de janeiro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolve adotar o seguinte entendimento vinculativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Em caráter excepcional e somente para os beneficiários dos planos regulamentados com cobertura hospitalar em que foram implantadas próteses das marcas PIP e Rofil e de acordo com as diretrizes divulgadas no sítio do Ministério da Saúde em 20 de janeiro de 2012 (em anexo) e firmadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com a Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Sociedade Brasileira de Mastologia, as operadoras de planos privados de assistência à saúde deverão arcar com o ônus do acompanhamento clínico, dos exames complementares e do procedimento médico de substituição, sendo obrigatória a cobertura da prótese substituta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- A obrigatoriedade de cobertura prevista neste Enunciado de Súmula será limitada à rede credenciada, cooperada ou referenciada, da operadora de planos privados de assistência à saúde e será garantida de acordo com a segmentação contratada pelo beneficiário; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Nos planos firmados anteriormente à edição da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998 e não adaptados, caso não haja cláusula expressa de exclusão da cobertura de próteses, a operadora de planos privados de assistência à saúde também deverá oferecer a cobertura do disposto neste Enunciado de Súmula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAURICIO CESCHIN&lt;br /&gt;Diretor-Presidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANEXO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MINISTÉRIO DA SAÚDE&lt;br /&gt;SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA&lt;br /&gt;COODENAÇÃO-GERAL DA MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE&lt;br /&gt;SAF Sul, lotes 5/6, Ed. Premium, Torre II, Sala 203 - CEP: 70.070-600 - Brasília/DF (61) 3315.6176 - altacomplexidade@saude.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto: Diretrizes do Ministério da Saúde para acompanhamento e tratamento de pacientes portadores de implantes mamários da marca PIP (Poly Implants Prothèse) e Rofil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo os da Saúde Suplementar, que possuírem implantes mamários (próteses) das marcas PIP ou ROFIL deverão ser acolhidos pela rede de assistência pública ou conveniada ao SUS, como também pelas operadoras de planos de saúde, para o diagnóstico da situação da (s) prótese (s) e das condições de saúde dos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se ruptura da prótese o rompimento da membrana que envolve o implante e o consequente extravasamento do seu conteúdo. Esta ruptura pode ser intracapsular, na qual o silicone fica contido pela cápsula fibrosa que envolve a prótese, ou extracapsular, onde o silicone extravasa para fora da cápsula fibrosa, segue em direção ao parênquima mamário, podendo migrar para a rede linfática.&lt;br /&gt;Os sinais e sintomas de uma ruptura de implante mamário podem ser inexistentes na maioria das vezes, caracterizando a ruptura silenciosa. Sinais inflamatórios locais, deformidades das mamas, presença de nódulos axilares e sintomas como desconforto e dor, são importantes para o diagnóstico e conduta a serem tomados em cada caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exames de imagem para verificação da integridade dos implantes mamários como a ultrassonografia e a ressonância magnética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As rupturas podem ser detectadas pela ultrassonografia das mamas. A ressonância nuclear magnética é outro método diagnóstico por imagem que deverá ser utilizado com critério (mediante escore anexo) nos casos onde houver necessidade de avaliação mais acurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Os pacientes portadores de implantes mamários cuja origem (fabricante) é por eles desconhecida ou que não possuírem mais o cartão que identifica a prótese utilizada deverão procurar o profissional que os operou para as devidas informações.&lt;br /&gt;Na impossibilidade de localização do médico que realizou a cirurgia, o paciente deverá dirigir-se ao estabelecimento público de saúde ou a rede de saúde suplementar onde o implante foi realizado e solicitar as informações que constam no prontuário médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Uma vez identificada a procedência da prótese, e se estas forem das marcas PIP ou ROFIL, até laudo conclusivo da ANVISA sobre os implantes, as seguintes diretrizes deverão ser adotadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - PACIENTES ASSINTOMÁTICOS E COM ALTERAÇÃO DE EXAME FÍSICO- Todos os usuários do SUS, incluindo os da saúde suplementar, portadores de próteses mamárias PIP ou ROFIL assintomáticos e com alterações no exame físico (sinal clínico) serão avaliados por exames de imagem, ultrassom ou ressonância nuclear magnética, conforme escore anexo. Caso o exame de imagem sugerir ruptura da prótese, será indicado procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes. Caso o exame de imagem não indicar ruptura da prótese, não será realizado procedimento cirúrgico ou troca das próteses neste momento e o paciente será acompanhado e reavaliado novamente após três (3) meses da avaliação inicial realizada. Pacientes com história prévia de câncer de mama deverão ser submetidos a procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes, independente do exame de imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B - PACIENTES ASSINTOMÁTICOS E SEM ALTERAÇÃO DE EXAME FÍSICO - Todos os usuários do SUS, incluindo os da saúde suplementar, portadores de próteses mamárias PIP ou ROFIL assintomáticos e sem alterações no exame físico (sinal clínico) serão avaliados por exames de imagem, ultrassom ou ressonância nuclear magnética, conforme escore anexo. Caso o exame de imagem indicar ruptura da prótese, será realizado procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes. Caso o exame de imagem não sugerir ruptura da prótese, não será realizado procedimento cirúrgico ou troca da prótese neste momento e o paciente será acompanhado e reavaliado após três (3) meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C - PACIENTES SINTOMÁTICOS E COM ALTERAÇÃO DE EXAME FÍSICO- Todos os usuários do SUS, incluindo os da saúde suplementar, portadores de próteses mamárias PIP ou ROFIL sintomáticos e com alterações no exame físico (sinal clínico) serão avaliados por exames de imagem, ultrassom ou ressonância nuclear magnética, conforme escore anexo. Caso o exame de imagem indicar ruptura da prótese, será indicado procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes. Caso o exame de imagem não sugerir ruptura da prótese e com diagnóstico diferencial estabelecido, não será realizado procedimento cirúrgico ou troca das próteses neste momento e o paciente será acompanhado e reavaliado após três (3) meses. Porém, se não houver diagnóstico diferencial descrito em prontuário, será indicado procedimento cirúrgico reparador. Pacientes com história prévia de câncer de mama não necessitarão de exame de imagem, sendo indicado o procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D - PACIENTES SINTOMÁTICOS E SEM ALTERAÇÃO DE EXAME FÍSICO - Todos os usuários do SUS, incluindo os da saúde suplementar, portadores de próteses mamárias PIP ou ROFIL sintomáticos e sem alterações no exame físico (sinal clínico) serão avaliados por exames de imagem, ultrassom ou ressonância nuclear magnética, conforme escore anexo. Caso o exame de imagem indicar ruptura da prótese, será indicado procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes. Caso o exame de imagem não sugerir ruptura da prótese, não será realizado procedimento cirúrgico ou troca da prótese neste momento e o paciente será acompanhado e reavaliado após três (3) meses. Pacientes com história prévia de câncer de mama deverão ser submetidos a procedimento cirúrgico reparador com troca dos implantes, independente do exame de imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E - O exame de imagem será realizado, preferencialmente, por ultrassonografia. A ressonância nuclear magnética será indicada nos casos em que o escore (anexo) for igual ou superior a três (3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F - Na rede pública, para fins de diagnóstico de ruptura dos implantes mamários por ultrassonografia e ressonância magnética, serão utilizados códigos da Tabela de Procedimentos do SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G - Se confirmado o diagnóstico de ruptura, o paciente deverá ser submetido à cirurgia de troca dos implantes mamários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H - O procedimento de troca dos implantes mamários na rede pública deverá ser realizado, em princípio, pelo serviço de referência onde foi realizado o procedimento inicial. Em caráter excepcional, os pacientes que estiverem distantes do médico ou do serviço de saúde que realizou o procedimento podem procurar um serviço de saúde ou um Centro de Especialidades mais próximo para avaliação e o devido encaminhamento à unidade que realizou o procedimento cirúrgico inicial. Na saúde suplementar, as operadoras indicarão os serviços da rede credenciada, cooperada ou referenciada, de acordo com critérios próprios de acesso à sua rede assistencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Na rede pública, para a realização da troca do (s) implante (s) mamário (s), serão utilizados os códigos de procedimento da Tabela de Procedimentos do SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J - Após o ato cirúrgico, o paciente deverá ser acompanhado pelo médico assistente ou serviço referenciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;K - Após a alta hospitalar, os pacientes deverão continuar o acompanhamento e o respectivo tratamento, se for o caso. A recomendação é que o acompanhamento seja feito pelo hospital onde foi realizada a troca do (s) implante (s).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L - Nos procedimentos de retirada das próteses devem ser observadas as determinações da ANVISA quanto a notificações e disposição das próteses explantadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M - As diretrizes supracitadas estarão sujeitas a alterações de acordo com nota técnica da ANVISA ou novas evidências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N - Quando indicado pela diretriz supracitada a troca de prótese mamária em pacientes com duas próteses, será realizada a troca bilateral, independente do número de próteses que estiverem rompidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CREMESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5288925218847439982?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5288925218847439982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5288925218847439982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/diretrizes-do-ministerio-da-saude-para.html' title='Diretrizes do Ministério da Saúde para acompanhamento e tratamento de pacientes portadores de implantes mamários da marca PIP e Rofil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1380522836959228732</id><published>2012-01-24T00:09:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T00:10:15.582-02:00</updated><title type='text'>Compra Coletiva: Sites não podem oferecer serviço odontológico</title><content type='html'>Os sites de compras coletivas Clickon, Groupon e Cuppon não podem veicular anúncios de tratamentos odontológicos ou publicidade de odontologia, com informações de preço, formas de pagamento ou serviço gratuito. A determinação é do juiz Hildo Nicolau Peron, da 2ª Vara da Justiça Federal de Florianópolis, e confirma o mérito da liminar concedida em março de 2011 ao Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina (CRO-SC). Para o juiz, os anúncios contrariam a lei que regulamenta o exercício da Odontologia e o Código de Ética da profissão. A sentença, proferida no dia 5 de janeiro, também obriga as empresas a divulgarem a síntese da decisão em seus sites e em edição dominical de jornal impresso. Cabe recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina alegou, em juízo, que recebeu várias denúncias de irregularidades praticadas por sites de compra coletiva, tanto por parte de odontólogos associados como da população em geral. Disse que cirurgiões-dentistas têm utilizado os sites de compras coletivas para veicular publicidade de procedimentos odontológicos, em desacordo com a Lei 5.081/66, o Código de Ética profissional e o Código de Defesa do Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a inicial, os descontos anunciados chegavam a 90%, o que seria irreal, pois ‘‘ou significa que não será feito um tratamento adequado a uma situação bucal específica, por meio de procedimento padrão, com custo padrão e resultados aleatórios; ou significa que o preço anunciado não pode ser cumprido toda vez que a variedade humana se mostrar presente’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Conselho, a oferta destes serviços, feita de forma descontrolada e sem nenhum tipo de indicação, pode ocasionar sérios riscos à saúde, visto que o tratamento odontológico não é um produto/serviço padronizado. Afinal, cada tratamento possui indicações e limitações clínicas para determinado paciente, não podendo ser vendido ou adquirido de forma conjunta e aleatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cuppon informou ao juiz o cumprimento da decisão liminar. Já o Clube Urbano de Serviços Digitais (Groupon) e a Valônia Serviços de Intermediação e Participações S/A (Clickon) requereram a improcedência da ação. O Groupon ainda suscitou ilegitimidade passiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao examinar a questão formal da ilegitimidade, o juiz federal Hildo Nicolau Peron disse que o Groupon é o fornecedor intermediário entre o consumidor (paciente) e o fornecedor final (clínica odontológica). Por isso, se submete aos ditames do CDC, por integrar a relação de consumo, conforme previsto no artigo 3º do Código: ‘‘Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgador também citou parecer do Ministério Público Federal. ‘‘Os sites de compras coletivas colimam circular bens e serviços ofertados pelos fornecedores primários, e mesmo não adquirindo os produtos e serviços, como comumente fazem os comerciantes, intermedeiam as vendas com participação indireta nos lucros percebidos pelos fornecedores primários, cobrando comissão. Assim sendo, a relação entre o site e o consumidor será sempre de consumo, sendo aquele um comerciante para fins de aplicação do CDC.’’ Com isso, o argumento de ilegitimidade passiva da empresa foi afastado pelo juiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na análise de mérito, o juiz da 2ª Vara da Justiça Federal de Florianópolis confirmou os termos da liminar concedida, utilizando seus fundamentos como razões de decidir. Em síntese, o juiz considerou ilegais os anúncios feitos por profissionais e empresas de serviços odontológicos nos sites de compra coletiva. ‘"Por esta razão, justifica-se compelir que esses espaços não sejam utilizados para o desenvolvimento dessas ilicitudes, sem prejuízo dos competentes processos administrativos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Conjur&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1380522836959228732?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1380522836959228732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1380522836959228732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/compra-coletiva-sites-nao-podem.html' title='Compra Coletiva: Sites não podem oferecer serviço odontológico'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7160374284153979742</id><published>2012-01-24T00:08:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T00:08:31.382-02:00</updated><title type='text'>Bebê tem perna amputada em suposto erro médico</title><content type='html'>&lt;em&gt;Recém-nascido foi internado com febre e diarreia em hospital de Paranaguá e voltou para casa sem um dos pés   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Os gêmeos Marlon e Marcos, de seis meses de idade, nasceram praticamente idênticos, mas hoje carregam uma triste diferença: Marlon teve a perna direita am­­putada um mês e meio após dar entrada no Hospital Regional de Paranaguá com sintomas comuns em crianças: febre e diarreia. A família suspeita de erro médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dona de casa Solange Gal­­dino Cordeiro, de 28 anos, mãe dos gêmeos, conta que se arrependeu amargamente por ter feito o correto, ter levado o filho ao hospital. “Ele entrou no hospital com diarreia e saiu sem uma parte do corpo. Não sei como vou explicar isso para ele no futuro”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de passar pelo posto de saúde do bairro Baduca e ser encaminhada ao hospital no dia 11 de setembro, a mãe voltou para casa com a informação de que a febre poderia ter sido causada por uma virose e que logo o filho ficaria bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem melhora aparente do bebê, a mãe voltou ao hospital na tarde do dia seguinte. “Levei em outro médico plantonista e ele percebeu que o Marlon não estava nada bem”, relata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), o paciente deu entrada no hospital com quadro de desidratação grave, com risco de morte. A criança precisava receber medicação, mas como os enfermeiros não conseguiram encontrar um acesso venoso, foi realizada pulsão intraóssea na perna direita da criança. Esse procedimento consiste na aplicação de medicação diretamente no osso do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica intensivista Maria Cristina da Silveira, do Hospital Pequeno Príncipe, explica que o acesso intraósseo não é rotineiro, mas é indicado em casos de urgência e emergência quando não se consegue localizar uma veia periférica no paciente, como na região dos braços ou das mãos, por exemplo. “Não é um acesso para longa duração. Geralmente é utilizado até se encontrar outros acessos venosos. Encontrados esses acessos o procedimento intraósseo deve ser retirado imediatamente”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prontuário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor técnico do Hospital Regional de Para­­naguá, André Luiz Balliana, quando o acesso venoso foi encontrado, o acesso intraósseo foi logo retirado. No entanto, essa informação difere da registrada no prontuário médico do hospital, que mostra que o acesso venoso foi encontrado na região da cabeça de Marlon às 18 horas do dia 12 de setembro, duas horas depois do procedimento intraósseo. De acordo com o documento, o acesso intraósseo foi retirado apenas no dia seguinte às 14h30, após a detecção de um edema e cianose (coloração azul arroxeada da pele) no pé direito, que começava a se estender para a perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos do hospital também afirmam que o acesso venoso realizado às 18 horas não teve sucesso, sendo retirado 15 minutos depois. Entretanto, no prontuário consta que no dia seguinte foi realizada uma flebotomia para se conseguir acesso venoso no braço esquerdo do bebê, para substituir o acesso da cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os médicos deixaram meu filho quase 24 horas com dois acessos, o na cabeça e o na perninha. Esqueceram de tirar o acesso intraósseo. Acredito que meu filho recebeu excesso de medicamento porque depois deste fato, o Marlon teve uma parada respiratória”, reclama a mãe. “Além da duplicidade de agulhas, após retirarem o acesso intraósseo da perna do meu filho, percebi que havia uma lesão no local”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal de Londrina/RPC- Paranaguá - Sandra Terena, correspondente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7160374284153979742?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7160374284153979742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7160374284153979742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/bebe-tem-perna-amputada-em-suposto-erro.html' title='Bebê tem perna amputada em suposto erro médico'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3521240286296466132</id><published>2012-01-24T00:07:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T00:07:57.502-02:00</updated><title type='text'>Unimed Maringá e Hospital vão pagar indenização de R$ 6 mil</title><content type='html'>&lt;em&gt;Unimed se negou a custear o segundo procedimento sob o argumento de que o plano não previa o custeio de procedimentos estéticos   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Unimed Maringá e o Hospital e Maternidade São Marcos foram condenados e devem ressarcir as despesas que uma usuário teve com a cirurgia do filho, menor de idade Além disso, a instituição e o plano de saúde ainda vão ter que pagar uma indenização, por dano moral, no valor de R$ 6.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a mãe da criança, seu filho fraturou o nariz na escola o que lhe causou desvio de septo. Para correção, ela relata que seria necessário intervenção cirúrgica composta por duas fases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a Unimed se negou a custear o segundo procedimento sob o argumento de que o plano não previa o custeio de procedimentos clínicos ou cirúrgicos de natureza estética. Mas, como a cirurgia tinha o objetivo de corrigir o desvio de septo, a mãe da criança alegou que a finalidade era funcional e não estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente realizou a primeira cirurgia coberta pelo plano e saúde, e a outra (rinoplastia) paga diretamente ao Hospital São Marcos, que recusou o encaminhamento da documentação à Unimed, na véspera da cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BondNews - Paraná&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3521240286296466132?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3521240286296466132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3521240286296466132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/unimed-maringa-e-hospital-vao-pagar.html' title='Unimed Maringá e Hospital vão pagar indenização de R$ 6 mil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3047445497134954048</id><published>2012-01-24T00:06:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T00:07:26.377-02:00</updated><title type='text'>Unimed Fortaleza é condenada a pagar mais de R$ 32 mil para paciente</title><content type='html'>&lt;em&gt;Segundo os autos (nº 439216-09.2010.8.06.0001/0), A.F.A.R. sofre de doença coronária crônica e diabetes   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O juiz José Barreto de Carvalho Filho, da 23ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, determinou que a Unimed Fortaleza pague R$ 22.218,00 para o engenheiro A.F.A.R.. O valor é referente a procedimento cirúrgico custeado pelo cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de saúde terá ainda que pagar indenização de R$ 10 mil a título de reparação moral. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa quarta-feira (18/01).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autos (nº 439216-09.2010.8.06.0001/0), A.F.A.R. sofre de doença coronária crônica e diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de realizar exames, foi informado de que precisava se internar, com urgência, em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para realizar cateterismo cardíaco e angioplastia com implantação de stent farmacológico de material importado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unimed disse que só assumiria os gastos se fosse implantado stent comum, de material nacional. Tendo em vista a urgência do caso, o engenheiro precisou arcar com a operação, que custou R$ 22.218,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo-se prejudicado, ingressou na Justiça requerendo indenização por danos morais e materiais. Em contestação, o plano de saúde afirmou que a cobertura de tratamentos é limitada pelo contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegou ainda que disponibiliza materiais e medicamentos brasileiros, não estando incluído o exigido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao julgar o processo, o juiz afirmou que a empresa, ao negar o procedimento, pôs em risco a vida do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado determinou o pagamento integral da cirurgia, no valor de R$ 22.218,00, além de indenização por danos morais de R$ 10 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TJ/Ceará&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3047445497134954048?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3047445497134954048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3047445497134954048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/unimed-fortaleza-e-condenada-pagar-mais.html' title='Unimed Fortaleza é condenada a pagar mais de R$ 32 mil para paciente'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1890537912607077526</id><published>2012-01-24T00:02:00.001-02:00</published><updated>2012-01-24T00:02:46.213-02:00</updated><title type='text'>Americana tem gêmeos gerados em dois úteros</title><content type='html'>A americana Andrea Barbosa teve filhos gêmeos, o menino Nathan e a menina Natalie, gerados um em cada útero, em Clearwater. Barbosa tem uma condição rara chamada útero didelfo, que é um útero separado em duas cavidades e que pode levar à infertilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso raro, que ocorre em um a cada 5 milhões, assustou a mãe ao ser descoberto na sétima semana de gestação. O médico explicou que para isto ocorrer a mulher tem que liberar dois óvulos ao mesmo tempo e eles serem fecundados e implantados com sucesso, cada um em um útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O útero esquerdo é muito menor do que o direito, por isso os médicos acreditavam ser difícil uma gestação dupla. Barbosa já é mãe de uma menina de 2 anos. Natalie nasceu com 2,55 kg e Nathan com 2,49 kg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O útero didelfo é uma má-formação que faz com que o útero se forme em duas cavidades e está associado a anomalias no rim. Barbosa tem apenas um rim, ao invés de dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1890537912607077526?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1890537912607077526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1890537912607077526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/americana-tem-gemeos-gerados-em-dois.html' title='Americana tem gêmeos gerados em dois úteros'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3062871812161924844</id><published>2012-01-22T11:44:00.000-02:00</published><updated>2012-01-22T11:45:40.850-02:00</updated><title type='text'>Novo remédio contra tipo grave de câncer de pele é aprovado no Brasil</title><content type='html'>&lt;em&gt;Vemurafenibe é indicado para os casos de melanoma avançado.&lt;br /&gt;Medicamento serve para cerca de 50% dos casos da doença.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo tratamento contra o melanoma avançado foi aprovado neste mês de janeiro e está disponível para os pacientes brasileiros. O remédio se apresenta como uma alternativa à quimioterapia e, nos testes, teve resultados até melhores do que o tradicional método de combate ao câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melanoma é um tipo de tumor que se forma na pele. Nos casos mais avançados, chega ao ponto da metástase, quando o câncer se espalha por outros órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medicamento que acaba de chegar se chama vemurafenibe, e seu nome comercial é Zelboraf. Antonio Buzaid, chefe-geral do Centro de Oncologia do Hospital São José, em São Paulo, explicou que o remédio faz parte da “família da terapia alvo”. “Ele ataca alvos específicos da célula cancerosa”, apontou o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alvo em questão é uma proteína ligada ao processo de disseminação do tumor no corpo. Em cerca de 50% dos casos de melanoma avançado, é uma mutação genética que causa a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vemurafenibe só funciona nesses casos, e existe um teste capaz de mostrar se cada paciente tem ou não a mutação, que deve ser feito antes do tratamento. O teste e o medicamento em si foram aprovados recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comparação com a quimioterapia, o remédio é mais eficiente. Os testes feitos até agora mostraram que 48,4% dos pacientes responderam ao tratamento com vemurafenibe, enquanto apenas 5,5% apresentam melhora com a quimioterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo médio de sobrevida sem nenhuma piora foi de 5,3 meses; na quimioterapia, esse tempo é de 1,6 mês. O risco de morte registrado no estudo foi 63% menor entre os pacientes tratados com o remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pode não curar, mas claramente beneficia pacientes com melanoma metastático”, disse Buzaid. Por enquanto, o tratamento só é aprovado para os casos mais avançados, e novos estudos mostrarão se ela pode ser usada também antes que o tumor se alastre. Segundo o médico, os tratamentos de câncer geralmente começam a ser testados nas fases mais agudas da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3062871812161924844?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3062871812161924844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3062871812161924844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/novo-remedio-contra-tipo-grave-de.html' title='Novo remédio contra tipo grave de câncer de pele é aprovado no Brasil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1933849897625254458</id><published>2012-01-21T09:38:00.001-02:00</published><updated>2012-01-21T09:38:58.517-02:00</updated><title type='text'>Caso de menina de 11 anos grávida emociona a Argentina</title><content type='html'>O caso de uma menina de 11 anos grávida, cuja mãe pediu à Justiça que fosse permitida a interrupção da gestação por se tratar de fruto de abusos sexuais, mas inesperadamente desistiu da ideia, reacendeu na Argentina a polêmica sobre a legalização do aborto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações sociais denunciaram nesta sexta-feira que a família da menina, grávida de três meses, pode ter sofrido pressão, já que sua mãe apresentou-se inesperadamente nos tribunais da província argentina de Entre Ríos para desistir do pedido de aborto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estela Díaz, representante da Campanha Nacional pelo Aborto Seguro e Gratuito, integrado por várias entidades, indicou à imprensa que "os advogados (das ONG) estão investigando o tema para tomar providências". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe da menina, que mudou de parecer depois de uma audiência com o juiz do caso, Raúl Tomaselli, "foi intimidada, pressionada e manipulada para que retirasse o pedido de interrupção da gravidez", indicou por sua vez um comunicado da Campanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada María Benítez, representante legal da família da menor e do hospital da cidade de San Salvador, apresentara no último dia 16 um pedido à Justiça de Entre Ríos para que a menina fosse submetida a um aborto ao argumentar que esta sofreu abuso sexual de um jovem de 17 anos e que existia risco para sua saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O adolescente, que está sendo investigado por abuso sexual, foi convocado a depor pelo juiz José Tournour, mas negou-se a dar declarações, disseram porta-vozes judiciais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aborto é proibido por lei na Argentina, salvo em casos de risco para a vida da mãe ou abuso de mulher incapacitada. Neste segundo caso, no entanto, a decisão costuma ser da Justiça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polêmica aumentou depois que um relatório do Hospital Masvernat, em Entre Ríos, concluiu que a menor se encontra "em perfeitas condições físicas de enfrentar a gravidez" e que "o feto também está em muito bom estado do ponto de vista clínico". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, solicitado pelo juiz Tomaselli, foi rejeitado por diversas organizações sociais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentes projetos para descriminalizar o aborto começaram a ser analisados no Parlamento argentino em 2011, mas as discussões ficaram travadas por falta de apoio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1933849897625254458?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1933849897625254458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1933849897625254458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/caso-de-menina-de-11-anos-gravida.html' title='Caso de menina de 11 anos grávida emociona a Argentina'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8093301337986460086</id><published>2012-01-21T09:30:00.003-02:00</published><updated>2012-01-21T09:34:54.188-02:00</updated><title type='text'>Portaria MS/GM nº 68/12 - Dispõe sobre benefício financeiro para deslocamento de gestantes para consultas de pré-natal e parto</title><content type='html'>MINISTÉRIO DA SAÚDE&lt;br /&gt;GABINETE DO MINISTRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTARIA MS/GM Nº 68, DE 11 DE JANEIRO DE 2012&lt;br /&gt;Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 12 jan. 2012. Seção 1, p.49-50&lt;br /&gt;Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 jan. 2012. Seção 1, p-45 - RETIFICAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Institui benefício financeiro para apoio às gestantes nos deslocamentos para as consultas de pré-natal e para o local em que será realizado o parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Medida Provisória nº 557, de 26 de dezembro de 2011, especialmente os artigos 10, 11 e 12, que autorizam e estabelecem requisitos mínimos para a concessão, pela União, de benefício financeiro de até R$ 50,00 (cinquenta reais) para gestantes cadastradas no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 1.459/GM/MS, de 24 de junho de 2011, que institui a Rede Cegonha no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente na alínea i do inciso I do art. 7º;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o inciso X do art. 5º da Constituição Federal, que assegura, como garantia fundamental, a inviolabilidade à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, especialmente o § 1º do art. 23, que considera originariamente sigilosos os documentos quando necessário ao resguardo da inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal, cujo art. 31 prevê que o tratamento das informações pessoais deve ser feito de forma transparente e com respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o Decreto nº 4.553, de 27 de dezembro de 2002, que dispõe sobre a proteção de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado, considerando sigilosos dados ou informações cujo conhecimento irrestrito ou divulgação possa acarretar qualquer risco à inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 1.820/GM/MS, de 13 de agosto de 2009, que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde, cujo art. 4º, parágrafo único, III, e, resguarda a confidencialidade de toda e qualquer informação pessoal, resolve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Fica instituído benefício financeiro de até R$ 50,00 (cinquenta reais) no âmbito da Rede Cegonha, instituída pela Portaria nº 1.459/GM/MS, de 24 de junho de 2011, para apoio às gestantes nos deslocamentos para as consultas de pré-natal e para o local em que será realizado o parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Farão jus ao benefício as gestantes cadastradas no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para prevenção da Mortalidade Materna, nos termos desta Portaria e da regulamentação aplicável ao referido sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º A concessão do benefício de que trata esta Portaria dependerá de requerimento da gestante, mediante o preenchimento de formulário-padrão a ser instituído pelo Ministério da Saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O formulário-padrão estará disponível para a gestante em qualquer unidade de saúde capacitada ao atendimento de gestantes para pré-natal nos Municípios que fazem parte da Rede Cegonha, instituída pela Portaria nº 1.459/GM/MS, de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º O benefício de que trata esta Portaria será pago em até 2 (duas) parcelas, da seguinte forma: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - a gestante que requerer o benefício e iniciar o pré-natal até a 16ª semana de gestação, com a realização de pelo menos uma consulta, receberá o incentivo da seguinte forma:&lt;br /&gt;a) R$ 25,00 (vinte e cinco reais) no mês seguinte à formulação do requerimento, para apoio no deslocamento para realização do pré-natal;&lt;br /&gt;b) R$ 25,00 (vinte e cinco reais) na 30ª semana de gestação, para apoio no deslocamento para a realização do parto; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - a gestante que iniciar o pré-natal após a 16ª semana de gestação, com a realização de pelo menos uma consulta, receberá apenas uma parcela de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) no mês subsequente ao da formulação do requerimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O benefício de que trata esta Portaria será pago uma única vez em cada gestação, conforme requisitos estabelecidos no caput.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º Os requerimentos formulados pelas gestantes serão consolidados mensalmente pelos Municípios e repassados ao Ministério da Saúde até o 5º dia útil do mês seguinte, por intermédio da transferência de informações pelo sistema informatizado de cadastramento e acompanhamento das gestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º Os Municípios interessados na instituição do benefício de que trata esta Portaria deverão aderir ao programa Rede Cegonha, instituído pela Portaria nº 1.459/GM/MS, de 2011, e implantar o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna em todas as unidades de saúde que realizam pré-natal, observado o regulamento do Ministério da Saúde sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º O Ministério da Saúde divulgará em seu sítio eletrônico, www.saude.gov.br, as orientações necessárias para a transferência de informações prevista no caput.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º O benefício de que trata esta Portaria será pago diretamente às beneficiárias ou a seus responsáveis legais pela Caixa Econômica Federal, por meio de cartão magnético, crédito em conta bancária ou qualquer outro meio que venha a ser disponibilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º O Ministério da Saúde encaminhará a relação das gestantes beneficiadas à Caixa Econômica Federal até o 10º dia útil de cada mês, com todos os dados necessários à efetivação do pagamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Recebida a relação prevista no § 1º, a Caixa Econômica Federal efetuará o pagamento às beneficiárias no prazo estabelecido no instrumento firmado com o Ministério da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 3º No caso de beneficiárias que também estejam integradas ao Bolsa Família, o pagamento do benefício de que trata esta Portaria ocorrerá de forma integrada àquele programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 4º O benefício de que trata esta Portaria poderá ser pago após o período de gestação em situações excepcionais decorrentes de problemas nos sistemas de informação ou de problemas relativos ao endereço das beneficiárias, desde que tenham sido regularmente observados os artigos 2º e 3º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º O Ministério da Saúde publicará relação anual contendo os benefícios concedidos naquele período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º A relação de que trata o caput será discriminada por Município, com informação do número de cada benefício pago e da respectiva ordem de pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Não serão divulgados dados pessoais das gestantes beneficiadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 3º O benefício concedido somente será incluído na listagem de que trata o caput após o desfecho da gravidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º Os recursos financeiros para o pagamento do benefício de que trata esta Portaria são oriundos do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.302.2015.8585 - Atenção à Saúde da População para Procedimentos de Média e Alta Complexidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º Esta Portaria entra em vigor após 60 (sessenta) dias da data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CREMESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8093301337986460086?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8093301337986460086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8093301337986460086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/portaria-msgm-n-6812-dispoe-sobre.html' title='Portaria MS/GM nº 68/12 - Dispõe sobre benefício financeiro para deslocamento de gestantes para consultas de pré-natal e parto'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5377443413180369637</id><published>2012-01-21T09:27:00.002-02:00</published><updated>2012-01-21T09:30:39.908-02:00</updated><title type='text'>POrtaria MS/GM nº 77/12 - Dispõe sobre teste de HIV e sífilis em gestantes</title><content type='html'>MINISTÉRIO DA SAÚDE&lt;br /&gt;GABINETE DO MINISTRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTARIA MS/GM Nº 77, DE 12 DE JANEIRO DE 2012&lt;br /&gt;Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 jan. 2012. Seção 1, p.43-44&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a realização de testes rápidos, na atenção básica, para a detecção de HIV e sífilis, assim como testes rápidos para outros agravos, no âmbito da atenção pré-natal para gestantes e suas parcerias sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 399/GM/MS, de 22 de fevereiro de 2006, que aprova as Diretrizes Operacionais do Pacto pela Saúde;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 699/GM/MS, de 30 de março de 2006, que regulamenta as Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida e de Gestão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o Plano Operacional para redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis no Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 648/GM/MS, de 28 de março de 2006, que estabelece a Política Nacional de Atenção Básica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 1654/GM/MS, de 19 de junho de 2011, que estabelece o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica -PMAQ-AB;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 151 SVS/MS, de 14 de outubro de 2009, que determina o fluxograma mínimo para definição do diagnóstico laboratorial da infecção pelo HIV e o uso de testes rápidos em situações especiais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria nº 3.242/GM/MS, 30 de dezembro de 2011 que determina o fluxo laboratorial da sífilis e utilização de testes rápidos em situações especiais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a meta de eliminação da sífilis congênita (&lt;0,5/1000 nascidos vivos) e a meta de eliminação da transmissão vertical do HIV (taxa &lt; 1%) até 2015 de acordo com os objetivos do milênio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Portaria 1.459/GM/MS, de 24 de junho de 2011 que institui no âmbito do SUS a Rede Cegonha; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a sífilis uma patologia milenar que apresenta métodos de diagnósticos simples e tratamento eficaz; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que o diagnóstico oportuno da infecção pelo HIV e detecção de sífilis durante a gestação é fundamental para a redução da transmissão vertical;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando as situações especiais que justificam a utilização de testes rápidos para sífilis e HIV; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a Nota Técnica com os profissionais respaldados para execução do TR;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a necessidade de se criar alternativas para melhorar a qualidade e ampliar o acesso ao diagnóstico de HIV e detecção da sífilis, em atendimento aos princípios da equidade e da integralidade da assistência, bem como da universalidade de acesso aos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde - SUS, resolve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Compete às equipes de Atenção Básica realizar testes rápidos para o diagnóstico de HIV e detecção da sífilis, assim como testes rápidos para outros agravos, no âmbito da atenção ao pré-natal para as gestantes e suas parcerias sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Os testes rápidos para HIV e sífilis deverão ser realizados por profissionais da saúde de nível superior, devidamente capacitados para realização da metodologia, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais/SVS/MS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º A realização de testes rápidos para HIV e/ou sífilis deverá ser oferecido para as parcerias sexuais das gestantes com resultado reagente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º O manejo da Sífilis e do HIV deverão seguir as recomendações do "Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis", do Ministério da Saúde e "Recomendações para Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Antirretroviral em Gestantes", do Ministério da Saúde ou outros documentos que venham substituí-los;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CREMESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5377443413180369637?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5377443413180369637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5377443413180369637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/ministerio-da-saude-gabinete-do.html' title='POrtaria MS/GM nº 77/12 - Dispõe sobre teste de HIV e sífilis em gestantes'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3886246317335447286</id><published>2012-01-20T17:06:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T17:07:20.279-02:00</updated><title type='text'>Dilma pede apuração sobre suposta negligência de hospitais a secretário</title><content type='html'>&lt;em&gt;Dois hospitais no DF teriam negado atendimento a Duvanier Paiva Ferreira.&lt;br /&gt;Instituições de saúde disseram que não negaram atendimento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da República, Dilma Rousseff, solicitou nesta sexta-feira (20) ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que apure suposta negligência de hospitais particulares do Distrito Federal no atendimento ao secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira. Ele morreu na madrugada desta quinta-feira (19) devido a um infarto no miocárdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite desta quinta-feira, a presidente soube que houve possível falta de socorro imediato a Duvanier, que procurou três hospitais particulares de Brasília até conseguir ser atendido. Um dos hospitais disse não ter negado atendimento. Outro, que não tem registro de solicitação de atendimento para Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma teria ligado para o ministro Padilha e pedido que “providências exemplares” sejam tomadas em relação ao caso. A informação é da assessoria de comunicação do Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde afirma que a Agência Nacional de Saúde (ANS) vai apurar se, de fato, houve recusa por parte dos hospitais em prestar socorro a Ferreira por não aceitarem seu plano de saúde. O ministro Alexandre Padilha, segundo a assessoria do ministério, entrou nesta sexta em contato com o órgão, que vai apurar se houve alguma falha entre o plano de saúde e os hospitais envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família de Duvanier Ferreira teria procurado os hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o superintendente jurídico do Hospital Santa Lúcia, Gustavo Marinho, não foi negado atendimento a Ferreira. "Uma acompanhante do paciente perguntou se o hospital atendia pela Geap (plano de seguridade social que atende a órgãos do governo federal). A funcionária disse que não, mas que poderia atendê-lo como paciente particular. A acompanhante disse então que preferia buscar outro hospital. Em nenhum momento houve solicitação de atendimento", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção do Santa Luzia informou que não encontrou informações sobre pedido de atendimento para Ferreira. De acordo com a direção, os funcionários do plantão foram procurados e relataram que não houve nenhuma negativa de atendimento na noite de quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3886246317335447286?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3886246317335447286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3886246317335447286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/dilma-pede-apuracao-sobre-suposta.html' title='Dilma pede apuração sobre suposta negligência de hospitais a secretário'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-6880038445096773085</id><published>2012-01-20T10:57:00.001-02:00</published><updated>2012-01-20T10:57:52.365-02:00</updated><title type='text'>Hospital Monte Klinikum é condenado a pagar indenização de R$ 6 mil</title><content type='html'>&lt;em&gt;Na decisão, o magistrado considerou que o direito do casal foi desrespeitado, pois não receberam informações compreensíveis e adequadas   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O juiz Raimundo Nonato Silva Santos, titular da 26ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, determinou que Hospital Monte Klinikum pague R$ 6 mil por negligência em atendimento médico-hospitalar para a grávida A.B.C.P.. A sentença foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa segunda-feira (16/01).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consta no processo que, por volta das 3h do dia 5 de novembro de 2003, A.B.C.P. foi à unidade de saúde porque apresentava sangramento vaginal. Na recepção, foi informada de que não poderia ser atendida, pois não havia obstetra no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após muita insistência, a gestante conseguiu ser examinada pelo clínico geral plantonista, que solicitou ultrassonografia. O exame, porém, só poderia ser realizado pelo médico do plantão seguinte, que iniciaria às 7h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciente desistiu de esperar pelo atendimento no Monte Klinikum e seguiu para uma clínica, onde foi constatado que ela havia sofrido aborto. Alegando que a omissão do hospital impossibilitou o diagnóstico rápido e contribuiu para o agravamento da situação, a vítima e o esposo recorreram à Justiça para obter reparação pelos danos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Monte Klinikum apresentou contestação, alegando que a paciente foi informada de que só tinha atendimento de emergência para clínica geral e cardiologia, não dispondo da especialidade de ginecologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na decisão, o magistrado considerou que o direito do casal foi desrespeitado, pois não receberam informações compreensíveis e adequadas. “O hospital, embora tenha informado do não atendimento de emergência de obstetrícia e pediatria, admitiu a paciente para a realização do exame de ultrassonografia, devendo portanto, prestá-lo de forma adequada e com a urgência que o caso exigia, e informando a gestante dos riscos que a demora do exame poderia causar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Direitoce&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-6880038445096773085?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6880038445096773085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6880038445096773085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/hospital-monte-klinikum-e-condenado.html' title='Hospital Monte Klinikum é condenado a pagar indenização de R$ 6 mil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8278344530321201097</id><published>2012-01-20T08:37:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T08:38:14.836-02:00</updated><title type='text'>Calmantes lideram venda de remédios controlados</title><content type='html'>Um boletim técnico elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quantificou pela primeira vez em detalhes o consumo de drogas vendidas com receita controlada que podem causar dependência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ansiolíticos dominam a lista, que inclui todos os remédios de venda controlada, como emagrecedores, antidepressivos e anabolizantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os princípios ativos mais consumidos no país entre 2007 e 2010 foram clonazepam, bromazepan e alprazolam -cujas marcas de referência são, respectivamente, Rivotril, Lexotan e Frontal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, o uso de ansiolíticos e antidepressivos tem sido observado em níveis agudos e, talvez, inadequados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8278344530321201097?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8278344530321201097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8278344530321201097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/calmantes-lideram-venda-de-remedios.html' title='Calmantes lideram venda de remédios controlados'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-4616185233478775041</id><published>2012-01-20T08:35:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T08:36:32.389-02:00</updated><title type='text'>Vítimas de infarto podem fazer sexo sem medo, afirmam cardiologistas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Sociedade de cardiologia dos EUA publicou nota com recomendações.&lt;br /&gt;Exercícios intensos podem ser perigosos para alguns pacientes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Americana do Coração, sociedade que reúne os cardiologistas dos EUA, divulgou nesta quinta-feira (19) uma nota científica afirmando que pessoas com doenças cardiovasculares como o infarto e o derrame podem ter relações sexuais normalmente, sem colocar a vida em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, um estudo afirmou que o sexo, como qualquer atividade física intensa, aumenta o risco de infarto e morte súbita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto publicado agora pela “Circulation”, revista da associação, destaca que o sexo é importante para combater a ansiedade e a depressão, e que a duração de uma relação é, em geral, curta demais para provocar infartos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo recomenda que cada paciente que recebe o diagnóstico de uma doença cardiovascular consulte seu médico antes de retomar as atividades sexuais. Nos casos de doenças cardíacas mais graves, quando os sintomas se manifestam mesmo em repouso, os especialistas dizem que é preciso estabilizar a doença antes de voltar a fazer sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor forma de retomar a vida sexual normal com saúde é, segundo os médicos, tratar a doença cardíaca e praticar atividades físicas regularmente. Se o paciente apresentar disfunção sexual, deve ficar atento para a possibilidade de ela seja causada por algum problema cardiovascular, ansiedade ou depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nenhuma hipótese a medicação deve ser interrompida por receio de que os remédios afetem o desempenho sexual. No caso de homens com a doença estabilizada, remédios que estimulam a ereção podem ser utilizados, exceto nos casos em que o paciente tome algum medicamento à base de nitratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as mulheres, é preciso considerar os riscos de cada método anticoncepcional antes de adotá-lo. Também é preciso consultar o médico para saber se é seguro engravidar. Após a menopausa, a reposição hormonal do estrogênio pode ser feita sem problemas por meio de adesivos ou do anel vaginal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-4616185233478775041?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4616185233478775041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4616185233478775041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/vitimas-de-infarto-podem-fazer-sexo-sem.html' title='Vítimas de infarto podem fazer sexo sem medo, afirmam cardiologistas'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-850808359190300940</id><published>2012-01-20T08:32:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T08:33:14.832-02:00</updated><title type='text'>Ginecologista é condenado por abuso sexual em Taubaté, SP</title><content type='html'>&lt;em&gt;Médico foi condenado pelo abuso de cinco pacientes a 9 anos de prisão.&lt;br /&gt;Ele vai permanecer em liberdade enquanto recurso é julgado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico ginecologista Hélcio Andrade, de Taubaté, no interior de São Paulo, foi condenado a nove anos de prisão por violação sexual. Em 2010, 24 pacientes denunciaram o médico por abuso sexual. Nove denúncias foram levadas à Justiça, e ele foi condenado pelo abuso sexual de cinco pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As denúncias contra o médico começaram em março de 2010. Na época, 24 mulheres foram à delegacia reclamar que teriam sofrido abusos durante consultas feitas na Casa da Mãe Taubateana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, a delegada responsável pelo caso pediu a prisão do médico, que ficou detido por nove dias. Assim que deixou a cadeia, ele negou todas as acusações. "Eu sempre fui íntegro. E eu digo que eu sou inocente, e minha vida prova isso, e se Deus quiser vamos provar isso também".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove das acusações foram parar na Justiça. Em cinco delas, o médico foi considerado culpado. A defesa de Hélcio Andrade entrou com um recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo. Enquanto aguarda uma nova decisão, o médico condenado continua em liberdade. Ele não pode trabalhar, mas só deve ser preso se perder também o processo em segunda instância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente espera a absolvição do doutor Hélcio e, caso não ocorra a absolvição, a gente espera a nulidade do processo”, afirma o advogado do médico, Leonardo Máximo. As acusações contra Hélcio Andrade também estão sendo investigadas pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), que ainda não chegou a uma decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-850808359190300940?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/850808359190300940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/850808359190300940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/ginecologista-e-condenado-por-abuso.html' title='Ginecologista é condenado por abuso sexual em Taubaté, SP'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-855706070622153628</id><published>2012-01-19T20:43:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T20:44:25.704-02:00</updated><title type='text'>Sites que oferecem descontos em consultas médicas são denunciados</title><content type='html'>SÃO PAULO - Empresas que estão oferecendo descontos em consultas médicas e, em alguns casos, até exames por meio da internet foram denunciadas pelo Simesp (Sindicato do Médicos de São Paulo), juntamente com o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) e a APM (Associação Paulista de Medicina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As denúncias foram feitas após as entidades identificarem um grande números de sites que oferecem descontos em consultas e alguns exames laboratoriais, mediante guias, cartão de descontos, cartões pré-pagos, entre outras vantagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as entidades, o Código de Ética Médica proíbe o médico de estabelecer vinculo com empresas que anunciam ou comercializam os chamados “cartões de desconto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, os médicos não devem se associar à prática, já que será considerada infração ético-profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garantias&lt;br /&gt;As entidades denunciaram as empresas por não apresentarem garantias assistenciais mínimas nos serviços ofertados para a população, além de não se responsabilizarem pela integridade da saúde do paciente, que ficará vulnerável diante de situações que exigem outros encaminhamentos médicos, exames e procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-855706070622153628?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/855706070622153628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/855706070622153628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/sites-que-oferecem-descontos-em.html' title='Sites que oferecem descontos em consultas médicas são denunciados'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3186200660689988629</id><published>2012-01-12T14:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T14:31:34.943-02:00</updated><title type='text'>Médico troca rim por fígado em cirurgia e idosa morre</title><content type='html'>Uma mulher de 77 anos morreu em mesa de cirurgia após o médico que a operava se confundir e tentar remover o fígado em vez de um rim da paciente em Newport (País de Gales). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amy Francis, que tinha um tumor maligno no rim direito, sofreu forte hemorragia e acabou tendo o coração comprometido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O erro foi cometido pelo urologista Adam Carter, segundo o "Mirror". Ele declarou ter pedido, durante a cirurgia, que o órgão fosse removido por uma médica residente, pois, segundo Adam, tratava-se da parte mais fácil da operação. Mas a residente não se sentiu segura e o próprio Adam resolver retirar o órgão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O fígado ficou mais acessível do que realmente é", explicou o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Francis, filho da vítima, mostrou-se resignado com a "fatalidade": &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Agradecemos a honestidade do médico e desejamos sorte a ele e que ele continue realizando operações".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Globo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3186200660689988629?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3186200660689988629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3186200660689988629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/medico-troca-rim-por-figado-em-cirurgia.html' title='Médico troca rim por fígado em cirurgia e idosa morre'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2905586712141311476</id><published>2012-01-12T13:40:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T13:41:58.255-02:00</updated><title type='text'>Site que vende consulta com desconto é irregular</title><content type='html'>&lt;em&gt;Serviço lançado há três meses cobra R$ 54 por consultas de R$ 300; para Conselho de Medicina, prática é antiética    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Um site chamado DirectSaúde, lançado há três meses, oferece um serviço que parece tentador: consultas em todas as regiões do país por R$ 54. No atendimento particular com os mesmos médicos, o atendimento poderia chegar a R$ 300. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente se cadastra de graça e não paga mensalidades. Quando quiser marcar uma consulta, escolhe um dos médicos cadastrados, agenda o atendimento e compra o cupom, que deve ser apresentado no consultório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo Renato Azevedo, presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), os médicos cadastrados no site cometem uma infração ética. ``Vender um cupom de consulta com desconto é praticar a medicina como comércio. Está explícito no código de ética que o médico não pode participar desse tipo de coisa``, afirma Azevedo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz que o serviço infringe o artigo 72 do Código de Ética do CFM (Conselho Federal de Medicina), que proíbe o médico de estabelecer vínculo com empresas que anunciam ou comercializam cartões de desconto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site, afirma Azevedo, também viola uma resolução (nº 1.649/2002) do CFM que considera antiética a participação de médicos em empresas que façam publicidade de descontos sobre honorários. &lt;br /&gt;Ele pondera que os médicos não são proibidos de dar descontos aos seus pacientes. ``Essa é uma prática milenar e faz parte da relação médico-paciente``, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas dos cartões de desconto são a falta de regulamentação do serviço oferecido e a limitação da assistência prestada. ``Se os planos de saúde, que são fiscalizados, já têm problemas, imagine um serviço sem vigilância alguma? Estão vendendo uma enganação. As pessoas adquirem um produto como se substituísse um plano de saúde, mas elas não vão ter assistência integral``, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Azevedo, o Cremesp vai acionar a Agência Nacional de Saúde Suplementar, e os médicos cadastrados receberão um comunicado do conselho para se desligarem do serviço. O DirectSaúde, que diz ser o primeiro portal de serviços de saúde do país sem mensalidades ou carências, tem cerca de 500 médicos cadastrados e já recebeu 50 mil acessos, segundo Edson Ramuth, diretor-geral do serviço. Mil consultas já foram realizadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site fica com 10% do valor e repassa ao médico R$ 48,60 por consulta. Em média, os médicos recebem dos planos de saúde R$ 27 pelo atendimento. Segundo o site, o valor de R$ 54 está de acordo com a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, do CFM, da Associação Médica Brasileira e da Federação Nacional dos Médicos, que lista os valores de procedimentos médicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A administradora Daniella Inose, 29, diz que ficou sabendo do DirectSaúde por meio de um panfleto que recebeu na rua. ``Vi que meu médico estava credenciado e marquei uma consulta. Ia pagar R$ 150 e economizei esse dinheiro.`` Ela afirma que já agendou consulta com outro médico. ``Estou sem convênio. Para mim, foi uma boa opção.`` &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço beneficia a população, afirma diretor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edson Ramuth, diretor-geral do DirectSaúde e médico (ele não exerce a profissão há dez anos), diz que o site não apresenta nenhuma irregularidade. Segundo ele, os valores são éticos porque seguem a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos. ``A gente está beneficiando a população, que vai pagar um valor menor que o do convênio, e os médicos, que vão receber mais do que o valor dos convênios.`` &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser questionado sobre a posição do Cremesp, que considera o site irregular, Ramuth afirmou: ``O mundo evoluiu e o Cresmesp tem que evoluir também. Nosso sistema parece mas não é cupom de desconto. Provavelmente vamos ter que responder no conselho, explicar como funciona, mas acho que beneficia a todos.`` &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ginecologista Ermínio Moura, cadastrado no serviço, também não vê problemas. ``É como uma consulta particular. O médico e o paciente ficam mais à vontade, já que é uma relação direta, sem as querelas dos convênios``. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: MARIANA VERSOLATO e THIAGO FERNANDES - Folha de S.Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2905586712141311476?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2905586712141311476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2905586712141311476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/site-que-vende-consulta-com-desconto-e.html' title='Site que vende consulta com desconto é irregular'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2886574686896800273</id><published>2012-01-12T09:31:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T09:31:50.715-02:00</updated><title type='text'>Assegurado à consumidora uso do plano de saúde sem aumento por mudança de idade</title><content type='html'>O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler, concedeu liminar que garante a uma segurada da U. Campo Grande o uso do plano de saúde sem o reajuste de 99,24% na mensalidade, justificado pela mudança de faixa etária, até julgamento da medida cautelar no STJ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segurada levou a juízo medida cautelar pedindo aplicação de efeito suspensivo a recurso especial interposto contra acórdão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), que entendeu ser legal o reajuste das mensalidades em razão da mudança de faixa etária. No caso, a consumidora completou 50 anos. No recurso especial, ela alega que é abusiva a cláusula que prevê um aumento de 99,24% no valor do plano de saúde nesses casos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segurada demonstrou, com laudos médicos, ter problemas de saúde e necessitar de acompanhamento médico, mas a U. tem se negado a pagar as despesas. Sem conseguir efetuar o pagamento das parcelas reajustadas, a segurada recebeu ameaças de cancelamento do plano de saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o presidente do STJ, a atribuição do efeito suspensivo ao recurso especial é evidenciada pela relevância do direito invocado e o perigo da demora. Para ele, a decisão do TJMS pode ter sido omissa, pois avaliou apenas a possibilidade do aumento da mensalidade por mudança de faixa etária, sem se manifestar sobre o abusivo índice de reajuste para quem completa 50 anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa razão, o ministro Ari Pargendler deferiu medida cautelar para atribuir efeito suspensivo ao recurso especial. O mérito da medida cautelar será julgado pela Terceira Turma do STJ, com relatoria do ministro Sidnei Beneti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: MC 18815&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Superior Tribunal de Justiça&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2886574686896800273?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2886574686896800273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2886574686896800273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/assegurado-consumidora-uso-do-plano-de.html' title='Assegurado à consumidora uso do plano de saúde sem aumento por mudança de idade'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8223637086429302905</id><published>2012-01-11T16:29:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T16:30:08.325-02:00</updated><title type='text'>Defensora pública morre após cirurgia de lipoaspiração em RR</title><content type='html'>&lt;em&gt;A Polícia Civil abriu inquérito e disse que aguarda resultado da perícia para apurar se a morte foi provocada por erro médico   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A defensora pública Maria Luiza Coelho, 48, morreu na tarde de sábado (7) após passar por uma cirurgia de lipoaspiração e sustentação dos seios no Hospital Unimed, em Boa Vista (RR). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia Civil abriu inquérito e disse que aguarda resultado da perícia para apurar se a morte foi provocada por erro médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo atestado de óbito divulgado pela Defensoria Pública de Roraima, a morte foi decorrência de septicemia (infecção generalizada), lesões viscerais e cirurgia na região torácica e abdominal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público, que acompanha o caso, disse que o cirurgião Henrique Schiaveto foi responsável pela morte de outra paciente há dois meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coelho passou por cirurgia na quinta-feira (5). De acordo com depoimento de uma colega dela à polícia, a defensora recebeu alta dois dias depois, mas se queixava de dores e de dificuldade para respirar. Para entrar em casa, precisou ser carregada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após contato com o médico, ela chegou a ser internada novamente no mesmo dia, mas teve falência múltipla de órgãos e parada cardiorrespiratória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo da defensora foi levado na tarde de hoje a Belém (PA), onde seria velado e enterrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRO LADO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assessoria de imprensa da Unimed disse que não se manifestaria sobre a morte porque o médico não integra o quadro clínico do hospital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem tentou entrar em contato com Schiaveto durante toda a tarde de hoje por meio de sua secretária, mas ela disse que não havia conseguido falar com ele nem poderia passar seu celular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal Floripa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8223637086429302905?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8223637086429302905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8223637086429302905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/defensora-publica-morre-apos-cirurgia.html' title='Defensora pública morre após cirurgia de lipoaspiração em RR'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8890993888781306679</id><published>2012-01-11T10:17:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T10:18:36.218-02:00</updated><title type='text'>Cirurgiões plásticos querem reavaliação das próteses mamárias de silicone usadas no país</title><content type='html'>A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica vai propor à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a reavaliação das próteses mamárias de silicone usadas no país. Técnicos da agência reguladora,  representantes dos cirurgiões plásticos e da Sociedade Brasileira de Mastologia reúnem-se hoje (11) para discutir como será feito o atendimento a mulheres que usam implantes mamários da marca francesa Poly Implant Prothese (PIP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a reavaliação, os médicos querem evitar que casos como os da PIP, e agora da marca holandesa Rofil, se repitam. Para os profissionais, a Anvisa precisa adotar regras mais rígidas para a autorização de implantes mamários. Atualmente, existem 14 marcas importadas e duas nacionais no mercado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Precisamos ter uma reavaliação [das próteses]. Houve uma falha no critério de avaliação. O cirurgião plástico foi tão surpreendido quanto a paciente [sobre as denúncias contra a PIP]”, disse o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica,  Luciano Chaves, que participará da reunião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chaves acredita que a Anvisa também “foi enganada” pela empresa PIP, que vendia seus produtos na França e em outros países europeus, como no Reino Unido. Ele lembra, porém, que a empresa francesa não conseguiu autorização para vender nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chaves não explicou como deve ser feita a nova certificação das próteses, o que, segundo ele, deve ser definido na reunião desta quarta-feira. “Queremos ouvir o que a Anvisa vai falar também”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade vai criar ainda um cadastro para rastrear todas as brasileiras com implantes de silicone nos seios. Os médicos vão registrar a data da cirurgia, o local e os dados da prótese usada, como tipo, marca e formato. Com o cadastro, será possível identificar com mais facilidade problemas nos implantes. A iniciativa foi elaborada, segundo Chaves, durante mais de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de cancelar o registro das próteses da PIP, a Anvisa decidiu ontem (10) banir do mercado os implantes da empresa holandesa Rofil. A agência constatou que a Rofil comprou implantes fabricados pela PIP, que usava silicone industrial, não indicado para próteses mamárias. O silicone industrial tem mais chance de romper ou vazar que o gel de uso médico. Em caso de ruptura, pode provocar inflamações na mama e outros problemas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa confirmou ter recebido reclamações de usuárias contra o produto da Rofil, sem informar a quantidade e os motivos. A ouvidoria do órgão registrou, pelo menos, 12 queixas de pacientes contra a PIP, de 2010 a dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a empresa Pharmedic Pharmaceutical é a única com autorização, até 2014, para importar e vender próteses da Rofil. Em nota, a empresa informou ter vendido 193 unidades, importadas em 2009. Depois daquele ano, não foram feitas novas importações, pois a empresa desistiu de vender o implante holandês por ter ficado caro, segundo o gerente comercial da importadora, Adriano de Paiva. A empresa, segundo ele, não recebeu reclamações até o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, os implantes da  Rofil foram comercializados pela Pró Life Importação, que obteve o registro em 2001 e pediu o cancelamento em 2006, e a Andema, em que os dois registros expiraram em setembro de 2009 e não foram renovados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado divulgado na semana passada, a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética recomendou a retirada preventiva dos implantes da Rofil e da PIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade brasileira de cirurgiões plásticos descarta uma remoção por precaução. A orientação, como é também a da Anvisa, é que as pacientes com implantes das duas marcas procurem seus médicos para uma avaliação clínica. Para os cirurgiões, a retirada do implante deve ser feita somente em casos confirmados de ruptura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres podem saber se usam um implante da PIP ou da Rofil por meio da nota fiscal do produto, do cartão fornecido pelo hospital ou pelo prontuário médico, que fica no hospital ou clínica onde fez a cirurgia, explica a Anvisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil importou mais de 34 mil unidades da PIP, das quais 24,5 mil foram vendidas. Estima-se que 12 mil mulheres usem os implantes. O restante, equivalente a 10.680 unidades, foi apreendido pela Vigilância Sanitária do Paraná na sede da empresa EMI, única importadora e distribuidora da marca no Brasil, e será descartado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde abril de 2010, estava suspensa a venda dos produtos da PIP no país. No último dia 30 de dezembro, a Anvisa cancelou o registro depois de as autoridades sanitárias da França declararem que as próteses da marca têm silicone não autorizado e taxa anormal de ruptura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL (Agência Brasil - Carolina Pimentel)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8890993888781306679?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8890993888781306679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8890993888781306679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/cirurgioes-plasticos-querem-reavaliacao.html' title='Cirurgiões plásticos querem reavaliação das próteses mamárias de silicone usadas no país'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-446904196538690856</id><published>2012-01-11T10:08:00.001-02:00</published><updated>2012-01-11T10:08:37.709-02:00</updated><title type='text'>SP: Família acusa hospital de Bauru de negligência</title><content type='html'>&lt;em&gt;Mulher de 20 anos, no sétimo mês de gestação, perdeu filhas gêmeas após ficar quatro dias internada na Maternidade   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A auxiliar de serviços gerais Cláudia Carolina Picoloto, 20 anos, já estava com o enxoval pronto para receber as filhas gêmeas, após sete meses de gestação. Na última quinta-feira, antes do esperado, ela começou a sentir fortes contrações e foi internada na Maternidade Santa Isabel, em Bauru. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quatro dias de espera, na manhã de ontem veio a triste notícia: os bebês estavam mortos. A família de Cláudia, que teria pedido para que o parto fosse feito dias antes por cesariana, acusa o hospital de negligência. Até o fechamento desta edição, a unidade ainda não havia se manifestado sobre a denúncia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um boletim de ocorrência foi registrado e a polícia está investigando o caso. Segundo a prima de Cláudia, Raimi Luzia dos Santos Lemes, 34 anos, assim que a gestante deu entrada na maternidade, os médicos ministraram medicamentos para reduzir as contrações, com o objetivo de fazer com que a gravidez não fosse interrompida antes do tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com medo de que a estratégia tivesse sido adotada tarde demais, os familiares relatam que tentaram convencer a equipe a realizar o parto por meio de cesariana. “A Cláudia não parava de sentir dor. Os médicos falaram que a cesariana só seria feita em último caso, mas um dos bebês já estava encaixado para nascer. Eles deram um analgésico fraco, que não fazia quase efeito. Estávamos com medo de a mãe e as gêmeas morrerem”, relata Raimi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da insistência dos parentes, o mesmo procedimento foi mantido na sexta-feira e no final de semana. No domingo à noite, segundo a prima de gestante, uma médica teria tentado proceder à ausculta cardíaca dos bebês, mas apenas um dos corações pôde ser ouvido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela disse que estava difícil ouvir o outro. Pedimos novamente o parto cesáreo, e eles, mais uma vez, se negaram a fazer”, reforça. Na manhã de ontem, uma ultrassonografia constatou o que a família mais temia: as crianças no ventre de Cláudia estavam mortas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indignado, o pai dos bebês, Luciano de Lima, 23 anos, registrou boletim de ocorrência no 3º Distrito Policial (DP) de Bauru. Ele acusa a maternidade de negligência médica. “A gestação foi tranquila desde o início até agora. Um dia antes de minha mulher ser internada, fomos a médico em Pirajuí e ele disse que as crianças estavam grandes e em ótimo estado de saúde. Não há nada que explique o que aconteceu, além deste atendimento lamentável da maternidade”, frisa ele, que vive com a esposa na cidade de Avaí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Luciano, a dor da família é ainda maior porque esta é a segunda vez que Cláudia tem uma gestação interrompida. Há cerca de três anos, ela também perdeu um filho nos primeiros meses de gravidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ventre, sem vida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, depois de constatado o óbito das gêmeas, um médico deu à gestante medicamento abortivo para que elas fossem expelidas sem a necessidade de cirurgia. Até a noite de ontem, passadas mais de 12 horas, os bebês sem vida ainda continuavam dentro da barriga da mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela está desesperada e continua sentindo dores. É um descaso completo. Acredito que os bebês estariam vivos se a cesariana tivesse sido feita antes. Tenho casos na família de crianças que nasceram com sete meses e, hoje, são completamente saudáveis”, aponta a prima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o delegado titular do 3º DP, Milton Bassoto Júnior, foi requisitado exame necroscópico para os fetos e de corpo de delito para Cláudia. “Somente os laudos e a análise do prontuário médico da paciente poderão apontar se houve negligência ou não”, adianta. A partir de hoje, o caso passa a ser investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultada pelo JC sobre o atendimento prestado à gestante, a coordenadoria de ginecologia e obstetrícia da maternidade pediu para que a diretoria técnica fosse contatada. Esta, por sua vez, solicitou para que a reportagem requisitasse informações à gerência de enfermagem, que pediu para que a assessoria de comunicação da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) fosse acionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conselho de intervenção também afirmou que não poderia se manifestar. A assessoria de imprensa disse que aguardava um comunicado oficial que seria enviado pela médica que atendeu Cláudia, o que não ocorreu até as 23h de ontem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Tisa Moraes - Jornal da Cidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-446904196538690856?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/446904196538690856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/446904196538690856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/sp-familia-acusa-hospital-de-bauru-de.html' title='SP: Família acusa hospital de Bauru de negligência'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8540931743498412238</id><published>2012-01-11T10:06:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T10:07:21.187-02:00</updated><title type='text'>Questão Ética: Empresa dos EUA anuncia mapeamento do DNA por US$ 1 mil</title><content type='html'>&lt;em&gt;Máquina do tamanho de impressora comum sequencia genoma em um dia; avanço levanta questões éticas   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Uma empresa americana anunciou que pode fazer o sequenciamento completo do DNA, ou genoma, por apenas US$ 1 mil (pouco mais de R$ 1,8 mil), uma redução considerável no preço. Atualmente, o custo do mapeamento dos genes varia entre US$ 5 mil e US$ 10 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a americana Ion Torrent, parte da Life Technologies Corp, com sede em Connecticut, anunciou nesta terça-feira que começou a aceitar encomendas para seu sequenciador Ion Protonâ„¢.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do tamanho reduzido, o aparelho ocupa espaço similar ao de uma impressora comum e o mapeamento do genoma pode ser feito em apenas um dia. Atualmente, o processo costuma levar semanas ou meses para ser concluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do avanço com o novo sequenciador, muitos críticos já levantam questões éticas relacionadas ao sequenciamento do DNA em larga escala, como a possibilidade de as informações serem obtidas com facilidade por seguradoras ou por empregadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A máquina da Ion Torrent deve ser comercializada por cerca de US$ 150 mil. O Ion Protonâ„¢ é o sucessor do Ion Personal Genome Machineâ„¢, um dos sequenciadores mais vendidos no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração anterior de sequenciadores custava entre US$ 500 mil e US$ 750 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que os laboratórios devem ser os principais clientes da empresa em um futuro próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BBC Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8540931743498412238?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8540931743498412238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8540931743498412238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/questao-etica-empresa-dos-eua-anuncia.html' title='Questão Ética: Empresa dos EUA anuncia mapeamento do DNA por US$ 1 mil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-6512629077007214764</id><published>2012-01-11T09:44:00.001-02:00</published><updated>2012-01-11T09:44:47.899-02:00</updated><title type='text'>Provador de cigarros receberá indenização da Souza Cruz</title><content type='html'>A Souza Cruz S/A foi condenada a pagar indenização por danos moral e material ao provador de cigarros que desenvolveu a doença pneumotórax. A decisão é da 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador disse que a doença foi ocasionada pela participação de uma atividade interna chamada de "painel de fumo", em que consumia uma média de 200 cigarros por dia durante quatro vezes na semana, por aproximadamente 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz substituto Antonio Carlos Amigo da Cunha, da 45ª Vara do Trabalho do Rio, entendeu que restou provado que a doença desenvolvida pelo empregado foi decorrente do hábito de tabagismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa interpôs recurso ordinário sustentando que não há prova nos autos de que a doença adquirida pelo trabalhador tenha tido qualquer relação com a atividade desenvolvida no trabalho. Também afirmou que o valor de indenização por dano moral, fixado na sentença em 288 vezes a última remuneração, foi excessivo, ultrapassando atualmente R$ 2 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o relator do acórdão, o juiz convocado Leonardo Dias Borges, a documentação juntada ao processo, relativa aos procedimentos e tratamentos médicos, revelaram que a exposição a tal condição de trabalho gerou a doença denominada pneumotórax. "Diante do conhecimento e da consciência dos malefícios causados pelo cigarro à saúde, não há dúvida de que a reclamada criou, conscientemente, o risco do resultado, assumindo a obrigação de ressarcir."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entendimento do magistrado, a fixação do valor da indenização por danos morais foi considerada compatível com a extensão do dano e a capacidade econômica do ofensor, bem como forma de repressão em relação ao causador do dano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas decisões proferidas pela Justiça do Trabalho são admissíveis os recursos enumerados no artigo 893 da CLT. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-6512629077007214764?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6512629077007214764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6512629077007214764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/provador-de-cigarros-recebera.html' title='Provador de cigarros receberá indenização da Souza Cruz'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1621071911065345995</id><published>2012-01-11T09:31:00.001-02:00</published><updated>2012-01-11T09:31:40.394-02:00</updated><title type='text'>Cooperativa deve arcar com custos de cirurgia por método menos invasivo</title><content type='html'>A 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da Comarca de Piracicaba para reconhecer a obrigatoriedade da empresa U. em arcar com as despesas de cirurgia para redução de estômago pelo método da videolaparoscopia em favor de um paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da ação, diagnosticado com obesidade mórbida, teria feito diversas tentativas de tratamento clínico e medicamentos para emagrecer, todos sem sucesso. Laudo médico recomendava cirurgia pelo método da videolaparoscopia, um procedimento menos invasivo, que não fora autorizado pela U.. Um dos argumentos seria de que a realização de procedimentos com profissionais estranhos ao quadro de credenciados da empresa não estariam cobertos pelo contrato do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator do recurso, desembargador Mendes Pereira, destacou em seu voto que, conforme já mencionado na decisão de primeira instância, o fato de o relatório médico ter sido apresentado por médico não credenciado não retira o direito do paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi unânime e também contou com a participação dos desembargadores Luiz Antonio Costa e Pedro Baccarat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Tribunal de Justiça de São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1621071911065345995?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1621071911065345995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1621071911065345995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/cooperativa-deve-arcar-com-custos-de.html' title='Cooperativa deve arcar com custos de cirurgia por método menos invasivo'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5855053770630618125</id><published>2012-01-10T23:18:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T23:19:30.335-02:00</updated><title type='text'>Ser atendido imediatamente é um direito</title><content type='html'>O cliente de convênio médico que não for internado por falta de leitos tem o direito de receber o atendimento, mesmo que seja num hospital que não seja coberto pelo plano de saúde. “Ao recorrer à Justiça, o consumidor, nesse caso, pode conseguir uma liminar e é internado na hora, antes mesmo de o juiz analisar o caso”, explica a advogada especializada em direito do consumidor Rosana Chiavassa. O cidadão pode conseguir isso junto ao Juizado Especial Cível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O mais importante, no entanto, é como ele vai provar que não tinha vaga”, ressalta Rosana. A advogada aconselha que o consumidor tenha uma testemunha que não seja da família, de preferência. “Para a Justiça, o depoimento familiar tem um comprometimento de interesse”, conta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Instituto Brasileiro do Direito de Saúde Suplementar (IBDSS) e advogado José Luiz Toro da Silva acrescenta que o hospital que negar a internação por falta de leito comete o crime de omissão de socorro. “Nesse caso, a operadora tem de arrumar um outro hospital para internar o paciente e é obrigada a arcar com o custo”, aponta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rede pública o dever é o mesmo. “É uma obrigação do Estado garantir a saúde para o cidadão”, afirma Toro. Contra a administração pública, o cidadão que se sentir lesado deve procurar o Ministério Público da sua localidade e apresentar a sua reclamação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Clipping AASP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5855053770630618125?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5855053770630618125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5855053770630618125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/ser-atendido-imediatamente-e-um-direito.html' title='Ser atendido imediatamente é um direito'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3636874867724853818</id><published>2012-01-10T11:33:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T11:34:06.637-02:00</updated><title type='text'>Paciente pede para que estado custeie sua cirurgia</title><content type='html'>A defesa de um agricultor paraibano entrou com Ação Cautelar  no Supremo Tribunal Federal com pedido para que o estado da Paraíba pague os custos da cirurgia neurológica que pode salvar sua vida. Embora tenha concedido antecipação de tutela ao agricultor determinado que seja feita a operação, o juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa (PB) negou o pedido de sequestro de verba pública necessária ao pagamento da operação em hospital da rede privada da capital, no valor de R$ 60 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o juiz de primeiro grau quanto a desembargadora do Tribunal de Justiça da Paraíba , responsável pela análise do Agravo de Instrumento, negaram o pedido de emissão da ordem de sequestro por entender que o Estado não descumpriu a decisão judicial; foi o paciente quem rejeitou a oferta de tratamento, ja agendado, em hospital de Recife, que possui convênio com o Conselho Nacional de Regulação de Alta Complexidade (CNRAC), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na AC ao Supremo, a defesa sustenta que o CNRAC trabalha exclusivamente com eletividade e não atende urgências como é o caso do agricultor. “Veja, eminente ministro, que tanto o juízo quanto a desembargadora não atentaram para o fato de o estado da Paraíba estar mentindo de forma vergonhosa na tentativa de se desvencilhar de sua obrigação de fornecer o tratamento cirúrgico pleiteado, posto que o suposto tratamento ‘agendado’ pelo réu se daria no vizinho estado de Pernambuco, por meio de convênio pelo CNRAC, que não atende urgência e trabalha em caráter eletivo, submetendo o paciente a uma lista de espera nacional para a realização da cirurgia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com laudo médico anexado aos autos da AC ajuizada no STF, o procedimento cirúrgico destina-se a tratar uma “fistula carótido-cavernosa traumática direta, secundária a traumatismo cranioencefálico”. Na ação, é dito que o agricultor já perdeu a visão. “Está totalmente cego em decorrência da demora no atendimento de um direito previsto constitucionalmente e está na iminência de perder a própria vida”. A defesa pede que o STF determine o bloqueio de verba pública estadual para realizar a cirurgia na rede privada, visto que relatório médico constante dos autos aponta que o Estado da Paraíba não possui hospitais com estrutura para realizá-la. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AC 3.077&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3636874867724853818?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3636874867724853818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3636874867724853818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/paciente-pede-para-que-estado-custeie.html' title='Paciente pede para que estado custeie sua cirurgia'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3601158946207420614</id><published>2012-01-10T11:19:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T11:20:34.844-02:00</updated><title type='text'>Anvisa recebe reclamações sobre próteses de silicone holandesas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Assim como francesa PIP, fabricante Rofil também utilizava gel industrial.&lt;br /&gt;Agência brasileira pesquisa unidades foram importadas e usadas no país.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na segunda-feira reclamações sobre uma segunda marca de próteses de silicone para implantes nos seios: a holandesa Rofil. As queixas partiram de usuárias brasileiras. O órgão procura agora descobrir quantas unidades foram importadas e usadas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No país, as próteses são comercializadas pela empresa são conhecidas como "M-Implants" e são comercializadas no Brasil pela Pharmedic Pharmaceuticals Importação. A Anvisa recomenda que mulheres com implantes de silicone de marcas sob suspeita como a Rofil ou a francesa PIP procurem seus médicos para orientação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), ambas as marcas utilizaram silicone industrial na fabricação dos implantes, o que aumenta em até cinco vezes as chances de ruptura do material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritações cutâneas, reações inflamatórias e até problemas como a mastite podem surgir com o rompimento das próteses, mas a ligação do material com a incidência de câncer não ficou provada, segundo a Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Produtos de Saúde (AFSSAPS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunião&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira (11), a Anvisa deverá se reunir com as sociedades brasileiras de Mastologia e de Cirurgia Plástica, além de membros do Ministério da Saúde. Um dos objetivos é determinar procedimentos a serem adotados com pacientes que utilizam a prótese mamária da PIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3601158946207420614?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3601158946207420614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3601158946207420614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/anvisa-recebe-reclamacoes-sobre.html' title='Anvisa recebe reclamações sobre próteses de silicone holandesas'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5307497065653000594</id><published>2012-01-09T18:33:00.001-02:00</published><updated>2012-01-09T18:35:14.567-02:00</updated><title type='text'>Portugal: Parlamento discute barrigas de aluguer quinta-feira</title><content type='html'>&lt;em&gt;BE e PS apresentaram projetos de lei para alterar a procriação medicamente assistida. Em discussão está a maternidade de substituição. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações à lei da procriação medicamente assistida vão ser discutidas na Assembleia da República a 12 de janeiro, esta quinta-feira, estando marcado um debate quinzenal com o Governo para dia 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão das propostas do BE e do PS sobre a PMA - os outros partidos ainda podem apresentar projetos seus - estava inicialmente agendada para dia 5, mas foram adiadas hoje em conferência de líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de lei do BE contempla três propostas: eliminar da legislação a condição de casado ou união de facto para aceder aos tratamentos, a possibilidade de pessoas sem problemas de infertilidade poderem recorrer às técnicas de PMA e o reconhecimento das barrigas de aluguer como um método legal para mulheres que estejam impossibilitadas de engravidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate dia 20 com o Governo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando em novembro o Bloco apresentou o seu projeto de lei, o PS, através do deputado António Serrano, admitiu que a iniciativa legislativa que viesse a apresentar contemplasse a "maternidade de substituição" a "título excecional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos em condições de apresentar uma proposta que vai muito ao encontro daquilo que é proposto pelo conselho da Procriação Medicamente Assistida e que revê alguma matéria em torno da maternidade de substituição. Não vamos tão longe quanto o Bloco de Esquerda, mas estamos disponíveis para trabalhar esse ponto", afirmou António Serrano, há algumas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para dia 20 de janeiro foi agendado um debate quinzenal com o Governo, cabendo desta vez a abertura ao primeiro-ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Expresso (Portugal)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5307497065653000594?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5307497065653000594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5307497065653000594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/portugal-parlamento-discute-barrigas-de.html' title='Portugal: Parlamento discute barrigas de aluguer quinta-feira'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5523639406262586374</id><published>2012-01-09T18:07:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T18:08:06.518-02:00</updated><title type='text'>Plano de Saúde: TST garante benefício durante aviso prévio</title><content type='html'>A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho garantiu a uma empregada do Banco Bradesco S. A. o direito de utilizar o plano de saúde oferecido pela empresa mesmo depois da demissão. Os ministros concluíram que a concessão de auxílio-doença pela Previdência Social ainda no período do aviso-prévio indenizado configura suspensão do contrato de trabalho, o que significa que os efeitos da dispensa só se concretizam depois de terminado o benefício previdenciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença de origem havia considerado nula a dispensa e tinha determinado a reintegração da empregada aos quadros do Bradesco. Quando o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) analisou o recurso da empresa, entendeu válida a demissão, mas com efeitos somente a partir do fim do benefício previdenciário. O TRT ressaltou que a empregada não necessitaria prestar serviços nesse período, nem o empregador pagar salários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recurso de revista encaminhado ao TST, a trabalhadora insistiu na tese de que a concessão do benefício previdenciário no curso do aviso-prévio indenizado suspende o contrato de trabalho e, portanto, impossibilita a dispensa. Requereu a reintegração ao emprego, a utilização do plano médico e a estabilidade provisória de 60 dias a partir do fim do auxílio-doença, prevista em lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator e presidente da Turma, ministro Horácio Senna Pires, destacou que o aviso-prévio indenizado teve início no dia 10/8/2005, e o auxílio-doença foi concedido em 26/8/2005, sem notícia até o momento do fim do benefício. Logo, não havia dúvida da incidência, na hipótese, da Súmula 371 do TST, segundo a qual, no caso de concessão de auxílio-doença no período do aviso-prévio, os efeitos da dispensa ficam adiados para depois de expirado o benefício previdenciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, na opinião do relator, o contrato de trabalho está suspenso, e a contagem do prazo do aviso recomeçará após cessar o benefício concedido pela Previdência Social, ou seja, quando os efeitos da despedida se concretizam. Portanto, não se trata de caso de reintegração. O relator restabeleceu a sentença que deferira a manutenção do plano de saúde durante o período de afastamento, com a garantia provisória no emprego de 60 dias após a alta médica. A decisão foi unânime. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5523639406262586374?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5523639406262586374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5523639406262586374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/plano-de-saude-tst-garante-beneficio.html' title='Plano de Saúde: TST garante benefício durante aviso prévio'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7938437856117429265</id><published>2012-01-09T09:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T09:05:03.151-02:00</updated><title type='text'>Troca de silicone com problema pode ser feita no SUS</title><content type='html'>&lt;em&gt;Próteses que causem qualquer tipo de dano ou aumentem os riscos à saúde poderão ser trocadas sem custo; rede não cobre motivo estético   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Mulheres que usam próteses de silicone que causem qualquer tipo de dano ou aumentem os riscos à saúde podem procurar assistência médica no SUS, que fará a troca sem custo, desde que não seja por motivo estético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministério da Saúde, esse tipo de procedimento já é feito para qualquer marca de prótese - e não será feito exclusivamente para as pacientes que usam o silicone da empresa PIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ocorre porque o SUS é um sistema de saúde universal. Porém, a mulher que buscar atendimento na rede pública terá de passar por todas as consultas e exames no SUS e só fará a cirurgia reparadora ou reconstrutiva da mama para trocar o silicone caso o médico entenda que há um risco comprovado à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a primeira orientação do ministério continua sendo que a mulher com as próteses PIP procure o médico e o serviço de saúde responsáveis pela primeira cirurgia para análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o mastologista José Luiz Pedrini, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, as mulheres levam até dois anos para colocar a prótese após uma cirurgia de retirada das mamas, embora a lei determine que isso seja feito imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MS diz que não recebeu demandas para substituição de próteses PIP porque o sistema é descentralizado e a responsabilidade é dos hospitais. / F.B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S.Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7938437856117429265?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7938437856117429265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7938437856117429265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/troca-de-silicone-com-problema-pode-ser.html' title='Troca de silicone com problema pode ser feita no SUS'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-402023640017836199</id><published>2012-01-06T07:59:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T08:00:35.456-02:00</updated><title type='text'>Anvisa rastreou municípios onde foram feitas cirurgias com próteses da marca francesa PIP no país</title><content type='html'>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já rastreou todos os municípios brasileiros onde foram feitas cirurgias plásticas com próteses mamárias da marca francesa PIP (Poly Implants Protheses). De acordo com o diretor adjunto da Anvisa, Luiz Roberto Klassmann, as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais serão acionadas para localizar os centros de saúde que fazem esse tipo de procedimento, na tentativa de buscar as pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro, o governo francês recomendou a retirada dos implantes por apresentarem maior risco de romper ou vazar. Na última terça-feira (2), foi publicado no Diário Oficial da União o cancelamento do registro das próteses mamárias PIP no Brasil. A Anvisa continua recomendando às mulheres com próteses mamárias a procurarem o serviço médico onde foi feita a cirurgia para uma avaliação da situação do implante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após participar hoje (5) de audioconferência com representantes da Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Produtos de Saúde (AFSSAPS), Klassmann garantiu que não há novidades em relação às investigações por parte das autoridades da França. Ele acredita, entretanto, que a vigilância sanitária francesa deva divulgar uma nota com maiores esclarecimentos ainda hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã (6) pela manhã, a diretoria da Anvisa reúne-se com a empresa EMI, importadora das próteses PIP no Brasil, para discutir o descarte dos implantes que estão no país, mas que não foram utilizados. Segundo Klassmann, será aberto inquérito sanitário, uma vez que a responsabilidade pela circulação de produtos de saúde no país é do detentor do registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor destacou que a empresa tinha registro para importar apenas próteses mamárias destinadas à reconstituição do seio feminino (para mulheres que fizeram mastectomia) ou para fins estéticos (aumento das mamas). Hoje, notícias que saíram na França davam conta que a PIP também fazia próteses para aplicação nos glúteos, testículos e peito para homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa já colheu também amostras para análise laboratorial das próteses em questão. Três laboratórios foram selecionados, mas os nomes não foram divulgados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De abril de 2010 até ontem (4), a Anvisa contabilizou 94 registros sobre próteses mamárias, via ouvidoria e via sistema de notificação. Klassmann ressaltou que os casos de ruptura relatados não chegam a dez e ainda precisam ser investigados. O último registro foi feito no dia 25 de dezembro do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima quarta-feira (11), representantes da Anvisa e do Ministério da Saúde reúnem-se com integrantes da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica na tentativa de aprovar um protocolo de atendimento para brasileiras que utilizam a prótese mamária PIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-402023640017836199?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/402023640017836199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/402023640017836199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/anvisa-rastreou-municipios-onde-foram.html' title='Anvisa rastreou municípios onde foram feitas cirurgias com próteses da marca francesa PIP no país'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5872854886141900122</id><published>2012-01-05T09:14:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T09:15:25.187-02:00</updated><title type='text'>Médico confirma que dormia durante plantão em hospital, diz delegado</title><content type='html'>&lt;em&gt; Plantonista e bombeiro prestaram depoimento na tarde de terça-feira (3). Caso aconteceu na madrugada de domingo, em Aparecida de Goiânia   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O médico suspeito de se recusar a atender um paciente no Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa) confirmou à polícia que dormia em horário de plantão, na madrugada de domingo (1º). Segundo o delegado Divino Batista dos Santos, responsável pelo caso, ele também admitiu não ter saído do alojamento para ver o homem ferido em acidente. O profissional de saúde e o sargento do Corpo de Bombeiros que registrou a ocorrência contra ele prestaram depoimento no 3º Distrito Policial da Cidade, na tarde de terça-feira (3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início da polêmica, o clínico geral justifica não ter atendido o paciente pois o caso exigiria a avaliação de um ortopedista ou cirurgião. Mas, de acordo com o delegado, o plantonista acrescentou em depoimento não ter gostado da forma abrupta como o bombeiro o acordou e que deixou de examinar o acidentado porque o socorrista estava muito nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Se ele tivesse pelo menos olhado a vítima, não teria cometido crime de omissão de socorro. Mas como ele nem saiu do alojamento, até o momento não conseguiu provar inocência``, disse Divino Batista. Mas o médico só deve ser indiciado após o depoimento das testemunhas. A polícia pretende ouvir, ainda nesta semana, o paciente e as enfermeiras do hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ameaça&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em depoimento, o sargento negou estar alterado na madrugada do incidente e disse ter sofrido ameaça, quando retornou ao hospital acompanhado da Polícia Militar. O médico teria dito que o bombeiro se arrependeria no dia seguinte. Os PMs acompanharam o suspeito de omissão de socorro até o 4º Distrito Policial, onde registraram um boletim de ocorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente em questão é um motociclista atingido por um carro na Avenida Triângulo, no Jardim Cristalino, em Aparecida de Goiânia. Ao receber socorro dos bombeiros, o homem estava consciente e com ferimentos pelo corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor técnico do Huapa, Marco Aurélio Pereira, explicou que ele estaria com lesões pequenas nas mãos e é comum encaminhar este tipo de caso às unidades básicas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Injustiça&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o advogado do médico, Vandoil Gomes Leonel Júnior disse, a acusação contra o cliente trata-se de uma injusta. Segundo ele, em entrevista à TV Anhanguera , havia uma recomendação da direção do Huapa aos bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para que não levassem casos de acidentes ao hospital, pois nenhum especialista estaria de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira (2), a Secretaria Estadual de Saúde reconheceu que o plantão não contava com cirurgião, nem ortopedista. A SES vai apurar por que a escala ficou em aberto, em um dos feriados com maior demanda no ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lei&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Omissão de socorro é crime previsto por lei. A pena varia de um a seis meses de detenção, mas pode ser convertida no pagamento de cesta básica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5872854886141900122?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5872854886141900122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5872854886141900122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/medico-confirma-que-dormia-durante.html' title='Médico confirma que dormia durante plantão em hospital, diz delegado'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-9073632400682559403</id><published>2012-01-05T09:13:00.001-02:00</published><updated>2012-01-05T09:13:56.811-02:00</updated><title type='text'>Médico de Michael Jackson terá de devolver registro profissional</title><content type='html'>&lt;em&gt;Conrad Murray foi condenado, em novembro, a quatro anos de prisão pela morte do cantor   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O médico de Michael Jackson, condenado por homicídio culposo (involuntário) na morte do cantor, em 2009, recebeu uma solicitação do Conselho Médico da Califórnia para devolver seu registro profissional, disse um representante do conselho na terça-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dr. Conrad Murray tem até o dia 29 de dezembro para entregar seu registro por causa de sua condenação pelo delito, disse Dan Wood, porta-voz da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico foi condenado em novembro pela morte de Jackson, em um caso que investigou o uso do potente anestésico propofol por parte de Murray para ajudar o cantor a dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoridades disseram que o propofol, em combinação com outros sedativos, fez com que Jackson, de 50 anos, parasse de respirar, falecendo em sua mansão de Los Angeles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murray, condenado a 4 anos de prisão, permanece detido e tem até meados deste mês para entregar o documento, disse Wood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, o Conselho Médico da Califórnia revogará o registro profissional de Murray.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters / Estadão    (Reportagem de Alex Dobuzinskis)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-9073632400682559403?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/9073632400682559403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/9073632400682559403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/medico-de-michael-jackson-tera-de.html' title='Médico de Michael Jackson terá de devolver registro profissional'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3109858467994964797</id><published>2012-01-05T09:09:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T09:10:48.103-02:00</updated><title type='text'>Pele retirada em circuncisão salva visão de bebê que nasceu sem pálpebras em Israel</title><content type='html'>Um enxerto da pele do prepúcio no lugar das pálpebras, realizado no hospital Kaplan, próximo a Tel Aviv, em Israel, salvou a visão de um bebê que havia nascido com um grave defeito nos olhos e corria o risco de ficar cego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia foi do cirurgião Asher Milstein, especialista em ocuplástica, que decidiu realizar a operação exatamente oito dias após o nascimento do bebê, na data em que, segundo a tradição judaica, é feita a circuncisão em crianças do sexo masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o bebê, que havia nascido sem pálpebras, é de familia religiosa, era importante respeitar a tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à "BBC Brasil", Milstein explicou que a pele do prepúcio tem textura e espessura "idênticas" à pele das pálpebras e que ambas são as peles mais finas do corpo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A pele do prepúcio também é altamente adequada para esse tipo de operação, pois cresce de forma compatível ao crescimento do corpo", acrescentou o cirurgião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê, cujo nome não foi divulgado, nasceu no hospital Kaplan há cerca de 5 semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ideia inédita&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A ausência de pálpebras, considerada um defeito raro, faz com que seja impossível fechar os olhos, provocando o ressecamento da córnea, que por sua vez leva à cegueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milstein diz que, inicialmente, considerou a possibilidade de enxertar pele retirada da região que fica atrás das orelhas - técnica geralmente utilizada em casos semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o bebê também apresentou um problema na região do nariz e pode vir a necessitar daquela porção de pele e de cartilagem para uma cirurgia futura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o médico tomou a decisão inédita de utilizar a pele do prepúcio do próprio bebê, que seria retirada na circuncisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milstein disse que consultou a literatura médica e encontrou apenas um precedente de utilização da pele do prepúcio para uma operação na região dos olhos, que ocorreu no Egito, há vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito, que é um país muçulmano, a circuncisão também é praticada, mas, de acordo com a tradição islâmica, a intervenção pode ser feita até os 10 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da operação, os olhos do bebê israelense ficaram fechados por três semanas. Após a retirada dos curativos, a equipe médica constatou que o bebê enxerga normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico afirmou que o sucesso da operação demonstra que a pele do prepúcio pode ser utilizada amplamente na área da cirurgia plástica, "inclusive em casos de homens adultos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Milstein, a manutenção do prepúcio "não é necessária" e em casos de ferimento, essa pele pode ser utilizada para cobrir áreas danificadas no corpo do própro paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Devemos ter a mente aberta para ideias novas", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3109858467994964797?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3109858467994964797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3109858467994964797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/pele-retirada-em-circuncisao-salva.html' title='Pele retirada em circuncisão salva visão de bebê que nasceu sem pálpebras em Israel'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5781678702605342242</id><published>2012-01-05T09:01:00.003-02:00</published><updated>2012-01-05T09:04:19.209-02:00</updated><title type='text'>Lei Estadual (SP) nº 14.686/2011 - Obrigação de presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto</title><content type='html'>LEI ESTADUAL Nº 14.686, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011&lt;br /&gt;Diário Oficial do Estado; Poder Legislativo, São Paulo, SP, 30 dez. 2011, p.1&lt;br /&gt;(Projeto de lei nº 686/2008, da Deputada Célia Leão - PSDB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a obrigatoriedade da presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto em hospitais, clínicas e unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 1º - Torna obrigatória em hospitais, clínicas e outras unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS a presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto, assegurado o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do parto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 2º - O não cumprimento da obrigatoriedade instituída no “caput” do artigo anterior sujeitará os infratores às seguintes penalidades:&lt;br /&gt;I - advertência, na primeira ocorrência;&lt;br /&gt;II - se estabelecimento privado, multa de 100 UFESPs (cem Unidades Fiscais do Estado de São Paulo) na próxima, dobrada em cada outra reincidência, até o limite de 2.000 (duas mil) UFESPs;&lt;br /&gt;III - se órgão público, o afastamento do dirigente e aplicação das penalidades previstas na legislação.&lt;br /&gt;Parágrafo único - Competirá ao órgão gestor da saúde da localidade em que estiver situado o estabelecimento a aplicação das penalidades de que trata este artigo, conforme estabelecer a legislação própria, a qual disporá, ainda, sobre a aplicação dos recursos dela decorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 3º - Os serviços de saúde abrangidos pela obrigatoriedade desta lei deverão adotar, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da sua publicação, as providências necessárias ao seu cumprimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 4º - Os sindicatos, associações, órgãos de classe dos médicos ou entidades similares de serviços de saúde deverão ser comunicados, a partir da publicação da presente lei, para seu cumprimento e responsabilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 5º - O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias após sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 6º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palácio dos Bandeirantes, 29 de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GERALDO ALCKMIN&lt;br /&gt;Giovanni Guido Cerri&lt;br /&gt;Secretário da Saúde&lt;br /&gt;Sidney Estanislau Beraldo&lt;br /&gt;Secretário-Chefe da Casa Civil&lt;br /&gt;Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 29 de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CREMESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5781678702605342242?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5781678702605342242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5781678702605342242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/lei-estadual-sp-n-146862011-obrigacao.html' title='Lei Estadual (SP) nº 14.686/2011 - Obrigação de presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8359058824503024499</id><published>2012-01-04T10:51:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T10:52:08.716-02:00</updated><title type='text'>Gêmeos de mesmo lote de embriões nascem com 5 anos de diferença</title><content type='html'>&lt;em&gt;Casal britânico resolveu esperar até utilizar óvulo fecundado em 2005.&lt;br /&gt;A mais nova, Floren, nasceu em 16 de novembro de 2011.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os britânicos Simon e Jody Blake tiveram dois filhos gerados a partir de embriões criados ao mesmo tempo, mas que nasceram com cinco anos de diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família do casal vive na cidade de Cheltenham, na Inglaterra. A mãe, hoje com 38 anos, apresentava dificuldades para engravidar e começou tratamento contra infertilidade em 2005. Foi quando cinco embriões foram criados por fertilização in vitro em um centro de reprodução humana em Bristol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois desses embriões foram implantados no útero da mãe e um deles deu origem a Reuben, nascida em 9 de dezembro de 2006. Os três embriões restantes foram mantidos em congelamento até o casal decidir ter outra criança em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando o casal resolveu utilizar os embriões congelados para ter outro bebê. Apesar de dois deles terem sido perdidos durante o processo de descongelamento, o terceiro deu origem à menina Floren, que nasceu em 16 de novembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota veio ao mundo com quase 4 quilos e apenas duas semanas antes do material se tornar inválido para uso, segundo os médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ICSI&lt;br /&gt;A técnica utilizada é conhecida como ICSI e consiste na fecundação de um único óvulo retirado do corpo da mãe por apenas um espermatozoide fornecido pelo pai. O embrião resultante é colocado diretamente no útero e as chances de sucesso podem chegar até 60% em mulheres abaixo de 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de não colocar todos os cinco embriões no útero da mãe e guardar parte deles em congelamento foi a mais correta, segundo o médico Valentine Akande, diretor dos serviços de fertilidade do centro em Bristol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista explica que, no caso de Jody, cinco óvulos foram retirados da mãe em um único ciclo de tratamento e foram fecundados por cinco espermatozoides diferentes de Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o médico, o termo "gêmeos" pode ser usado para classificar a relação entre os dois irmãos, já que os embriões que os originaram foram concebidos ao mesmo tempo. "Mas não se trata de uma gravidez com gêmeos, pois isso significaria que eles tivessem crescido juntos na barriga da mãe", disse Akande à imprensa britânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8359058824503024499?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8359058824503024499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8359058824503024499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/gemeos-de-mesmo-lote-de-embrioes-nascem.html' title='Gêmeos de mesmo lote de embriões nascem com 5 anos de diferença'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5451263170866431559</id><published>2012-01-04T09:20:00.002-02:00</published><updated>2012-01-04T09:20:53.892-02:00</updated><title type='text'>Planos de saúde estão obrigados a oferecer mais de 60 novos procedimentos aos usuários</title><content type='html'>Entrou em vigor,  em 1º de janeiro de 2012,  a Resolução Normativa nº 262, que atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Publicado no Diário Oficial da União, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em agosto de 2011, o rol determina que operadoras de planos de saúde ofereçam mais de 60 novos procedimentos médicos aos usuários de planos contratados após janeiro de 1999 ou adaptados à legislação. Entre os itens incluídos estão 41 cirurgias por vídeo, como refluxo gastroesofágico  e cirurgia bariátrica.  Os usuários da saúde suplementar  também passam  ter acesso  a mais  13 tipos de novos exames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rol de Procedimentos é a listagem mínima de consultas, cirurgias e exames que um plano de saúde deve oferecer aos seus usuários.  A ANS também disponibilizou um buscador que permite ao usuário consultar as novas coberturas em seu site (www.ans.gov.br).  Após informar o tipo de cobertura do plano, o interessado pode consultar se o procedimento que deseja fazer integra o rol de cobertura. Para facilitar a pesquisa, o buscador inclui a correspondência com a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) e sinônimos de diversos procedimentos em linguagem leiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja lista de novos procedimentos: &lt;br /&gt;Bloqueio anestésico de plexos nervosos (lombossacro, braquial, cervical) para tratamento de dor;&lt;br /&gt;Angiotomografia coronariana (com diretriz de utilização);  &lt;br /&gt;Esofagorrafia torácica por videotoracoscopia; &lt;br /&gt;Reintervenção sobre a transição esôfago gástrica por videolaparoscopia;&lt;br /&gt;Tratamento cirúrgico do megaesofago por videolaparoscopia;&lt;br /&gt;Gastrectomia com ou sem vagotomia/ com ou sem linfadenectomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Vagotomia superseletiva ou vagotomia gástrica proximal por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Linfadenectomia pélvica laparoscópica;  &lt;br /&gt;Linfadenectomia retroperitoneal laparoscópica;  &lt;br /&gt;Marsupialização laparoscópica de linfocele; &lt;br /&gt;Cirurgia de abaixamento por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Colectomia com íleo-reto-anastomose por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Entero-anastomose por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Proctocolectomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Retossigmoidectomia abdominal por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Abscesso hepático - drenagem cirúrgica por videolaparoscopia;&lt;br /&gt;Colecistectomia com fístula biliodigestiva por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Colédoco ou hepático-jejunostomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Colédoco-duodenostomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Desconexão ázigos - portal com esplenectomia por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Enucleação de tumores pancreáticos por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Pseudocisto pâncreas - drenagem por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Esplenectomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Herniorrafia com ou sem ressecção intestinal por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Amputação abdômino-perineal do reto por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Colectomia com ou sem colostomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Colectomia com ileostomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Distorção de volvo por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Divertículo de meckel-exérese por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Enterectomia por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Esvaziamento pélvico por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Fixação do reto por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Proctocolectomia com reservatório ileal por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Cisto mesentérico - tratamento por videolaparoscopia;  &lt;br /&gt;Dosagem quantitativa de ácidos graxos de cadeia muito longa para o diagnóstico de erros inatos do metabolismo (EIM); &lt;br /&gt;Marcação pré-cirúrgica por estereotaxia, orientada por ressonância magnética; &lt;br /&gt;Coloboma - correção cirúrgica (com diretriz de utilização); &lt;br /&gt;Tratamento ocular quimioterápico com antiangiogênico (com diretriz de utilização);  &lt;br /&gt;Tomografia de coerência óptica (com diretriz de utilização);  &lt;br /&gt;Potencial evocado auditivo de estado estável - peaee (stead state); &lt;br /&gt;Imperfuração coanal - correção cirurgica intranasal por videoendoscopia;&lt;br /&gt;Adenoidectomia por videoendoscopia; &lt;br /&gt;Epistaxe - cauterização da artéria esfenopalatina com ou sem microscopia por videoendoscopia;  Avaliação endoscópica da deglutição (FEES);  &lt;br /&gt;Ácido metilmalônico, pesquisa e/ou dosagem;  &lt;br /&gt;Aminoácido no líquido cefaloraquidiano;  &lt;br /&gt;Proteína s livre, dosagem; &lt;br /&gt;Citomegalovírus após transplante de rim ou de medula óssea por reação de cadeia de polimerase (PCR) - pesquisa quantitativa; &lt;br /&gt;Vírus epstein barr após transplante de rim por reação de cadeia de polimerase (PCR) - pesquisa quantitativa;  &lt;br /&gt;Determinação dos volumes pulmonares por pletismografia ou por diluição de gases; &lt;br /&gt;Radioterapia conformada tridimensional - para sistema nervoso central (SNC) e mama;  &lt;br /&gt;Emasculação para tratamento oncológico ou fasceíte necrotizante; &lt;br /&gt;Prostatavesiculectomia radical laparoscópica; &lt;br /&gt;Reimplante ureterointestinal laparoscópico; &lt;br /&gt;Reimplante ureterovesical laparoscópico; &lt;br /&gt;Implante de anel intraestromal (com diretriz de utilização);&lt;br /&gt;Refluxo gastroesofágico - tratamento cirúrgico por videolaparoscopia; &lt;br /&gt;Terapia imunobiológica endovenosa para tratamento de artrite reumatóide, artrite psoriática, doença de crohn e espondilite anquilosante (com diretriz de utilização); &lt;br /&gt;Oxigenoterapia hiperbárica: adequação da diretriz de utilização (DUT) para inclusão da cobertura ao tratamento do pé diabético; &lt;br /&gt;Análise molecular de DNA: adequação da diretriz de utilização (DUT) para cobertura da análise dos genes EGFR, K-RAS e HER-2; &lt;br /&gt;Implante coclear: adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir o implante bilateral; &lt;br /&gt;Pet-scan oncológico:adequação da diretriz de utilização (DUT) para pacientes portadores de câncer colo-retal com metástase hepática potencialmente ressecável; &lt;br /&gt;Colocação de banda gástrica por videolaparoscopia: adequação da diretriz de utilização (DUT) para colocação de banda gástrica do tipo ajustável e por via laparoscópica; &lt;br /&gt;Gastroplastia (cirurgia bariátrica): adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir a colocação por videolaparoscopia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:Agência Nacional de Saúde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5451263170866431559?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5451263170866431559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5451263170866431559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/planos-de-saude-estao-obrigados.html' title='Planos de saúde estão obrigados a oferecer mais de 60 novos procedimentos aos usuários'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-826829804629682891</id><published>2012-01-04T09:18:00.001-02:00</published><updated>2012-01-04T09:18:45.487-02:00</updated><title type='text'>DOU: Anvisa cancela registro de próteses mamárias PIP</title><content type='html'>&lt;em&gt;A Anvisa também determinou o recolhimento das próteses que ainda estão sob a guarda do importador brasileiro   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Anvisa publicou, no Diário Oficial da União, desta segunda-feira (2/1), o cancelamento do registro das próteses mamárias PIP (Poly Implants Protheses). A decisão está baseada nos resultados de testes divulgados pela autoridade sanitária francesa, indicando a presença de um tipo de silicone diferente do que havia sido autorizado para produção das próteses. A Anvisa também determinou o recolhimento das próteses que ainda estão sob a guarda do importador brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, as próteses já estavam suspensas desde abril de 2010. Ao todo o país importou 34.631 unidades, das quais 24.534 foram comercializadas. As outras 10.097 próteses serão recolhidas para que seja dada uma destinação final ao produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa reforça a orientação às mulheres que colocaram próteses PIP para que procurem seus médicos e realizem a avaliação e o acompanhamento mais adequado ao perfil de cada usuária do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações do governo francês, os testes indicaram comprometimento da resistência das próteses e que o silicone utilizado para preenchimento, diferente daquele que havia sido autorizado para uso em saúde, pode provocar irritação num eventual vazamento. Os mesmos testes laboratoriais descartaram risco de toxidade e câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa também publicou dois alertas referentes ao produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Anvisa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-826829804629682891?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/826829804629682891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/826829804629682891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/dou-anvisa-cancela-registro-de-proteses.html' title='DOU: Anvisa cancela registro de próteses mamárias PIP'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-6845574873182822028</id><published>2012-01-04T09:16:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T09:17:20.461-02:00</updated><title type='text'>Município deve pagar próteses de R$ 200 mil a paciente</title><content type='html'>O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, não conheceu do pedido feito pelo município de Santo André (SP), para suspender liminar em Mandado de Segurança que determina o pagamento de próteses no valor de R$ 200 mil a um paciente com artrite reumatóide. Pargendler afirmou que cabe ao Supremo Tribunal Federal analisar pedido de Suspensão de Segurança que trate, ao mesmo tempo, de matéria constitucional e infraconstitucional, como ele identificou no pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa argumentação, Pargendler esclareceu que a competência da presidência para examinar pedidos de suspensão tem nexo de subordinação com a competência do próprio STJ. Isto é, o fundamento do pedido de suspensão deve envolver questão federal de natureza infraconstitucional. Na defesa do município, porém, o ministro identificou fundamento constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O embate jurídico teve início quando o morador de Santo André entrou com Mandado de Segurança para ter garantido o direito a tratamento de saúde. Ele apresentou relatórios médicos que orientavam para a imediata adoção dos tratamentos cirúrgico, farmacêutico e de internação domiciliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza de primeiro grau concedeu liminar para que, em dez dias, o município realizasse cirurgia para colocação de duas próteses e, no prazo de três dias a contar da apresentação de cada receita, fossem fornecidos os medicamentos prescritos. Determinou também a manutenção do programa de internação domiciliar. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 500.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município recorreu da decisão, primeiro ao Tribunal de Justiça de São Paulo e, posteriormente, ao STJ, alegando que a liminar traz risco de lesão à ordem, economia e saúde públicas. A defesa diz que o pagamento das próteses, que somariam R$ 200 mil, ultrapassa as possibilidades orçamentárias do município e que, caso cumpra a ordem judicial, terá de deixar de aplicar recursos em áreas fundamentais dos serviços de saúde pública destinados ao atendimento de milhares de pessoas. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspensão de Segurança 2.545&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-6845574873182822028?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6845574873182822028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6845574873182822028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/municipio-deve-pagar-proteses-de-r-200.html' title='Município deve pagar próteses de R$ 200 mil a paciente'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2219764670429807094</id><published>2012-01-04T09:15:00.001-02:00</published><updated>2012-01-04T09:16:13.659-02:00</updated><title type='text'>Defensoria atua para garantir energia em casa com homecare</title><content type='html'>A Defensoria Pública de Mato Grosso entrou ação para garantir que a energia elétrica em uma casa com homecare não seja cortada. O pedido é a favor de um homem que tem infra-estrutura hospitalar em casa para o sogro, portador de grave doença pulmonar. De acordo com a Defensoria, a empresa de energia cobrou um preço muito acima do habitual e o morador se recusou a pagar. Para garantir que a energia não seja cortada e o aparelho desligado antes de saber os motivos do aumento, o morador recorreu à Defensoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aparelho, que tem que permanecer o dia todo ligado, está instalado na residência há dois anos. O consumo de energia, com o equipamento de oxigenioterapia, era de no máximo 980 kWh por mês o que girava em torno de R$ 600 à R$ 700. Os problemas começaram quando o morador recebeu a fatura referente ao mês de outubro de 2011. O cliente foi surpreendido por uma conta que registrava o consumo de 2.127 kWh, com o valor de R$ 1.318.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não houve nada que justificasse a elevação abrupta do consumo, o cidadão recorreu à Justiça depois de infrutíferas tentativas de resolver a questão pela via administrativa. “A medida tomada é para obrigar a Reclamada a regularizar o valor de energia cobrado e a continuação da prestação do serviço, tendo em vista que o idoso corre risco de morte caso a energia venha a ser cortada”, afirma a defensora Pública Maria Luziane Ribeiro, que prestou atendimento durante o plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor estabelece, no parágrafo 10º, que é considerada como prática abusiva elevar sem justa causa os preços de produtos e serviços. Isso pode ser observado na atitude da prestadora, que aumentou ao dobro o valor da conta, mesmo o cliente afirmando que o consumo continua o mesmo. “Neste caso, a Cemat (concessionária de energia) atua em desacordo com os preceitos legislativos, ao exigir do cliente, valores que o mesmo não consumiu valores estes manifestamente abusivos, além de expor em risco a vida de uma pessoa que depende do fornecimento da energia para sua sobrevivência”, destacou a defensora. Com informações da Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública de Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2219764670429807094?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2219764670429807094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2219764670429807094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2012/01/defensoria-atua-para-garantir-energia.html' title='Defensoria atua para garantir energia em casa com homecare'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-6694985412219957956</id><published>2011-12-22T07:41:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T07:42:25.727-02:00</updated><title type='text'>Perda de material coletado em exame de biópsia não gera indenização</title><content type='html'>A 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça negou indenização a uma paciente que alega ter sofrido danos decorrentes de atendimentos médicos prestados pelo Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora alegou que em 1999 iniciou tratamento no hospital por causa de dores de cabeça. Após longo período sem obtenção de diagnóstico, submeteu-se a biópsia de meningite, procedimento que faz uma abertura na caixa craniana para coleta de material para análise. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao retornar ao hospital para tomar conhecimento dos resultados, foi informada da perda do material coletado de seu cérebro. Afirmou que não obteve diagnóstico e que em razão de remédios que teve de ingerir para conter as dores desenvolveu graves problemas gástricos. Por fim, pediu indenização por danos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza Kenichi Koyama, da 8ª Vara da Fazenda Pública julgou a ação improcedente ao entender que, apesar da conduta do hospital ser condenável, não teve influência direta nos resultados a ponto de representar dano ou risco à saúde da autora, uma vez que antes mesmo de ajuizar a ação, concluiu o tratamento na instituição e recebeu alta definitiva em julho de 2000. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insatisfeita, pediu a reforma da sentença alegando que a perda do material causou transtornos pessoais, que o local de retirada do material é de difícil localização e não poderá ser feito novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o relator do processo, desembargador Franco Cocuzza, o fato de não ocorrer a perda do material coletado não teria alterado os dissabores sofridos pela apelante, pois estes eram esperados e decorrentes do tratamento necessário ao seu caso e não por negligência do hospital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desembargadores Francisco Bianco e Nogueira Diefenthaler também participaram do julgamento e acompanharam o voto do relator, negando provimento ao recurso.&lt;br /&gt;Apelação nº 0020396-68.2002.8.26.0053&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunicação Social TJSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-6694985412219957956?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6694985412219957956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/6694985412219957956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/perda-de-material-coletado-em-exame-de.html' title='Perda de material coletado em exame de biópsia não gera indenização'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7061481909399254296</id><published>2011-12-21T07:36:00.000-02:00</published><updated>2011-12-21T07:37:35.281-02:00</updated><title type='text'>Risco de vida: TRF-4 libera remédio e tratamento para câncer de mama</title><content type='html'>A 3ª turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região assegurou tratamento e medicamento (Herceptin) a uma paciente com câncer de mama residente em Curitiba. Com a decisão, tomada no dia 30 de novembro, ela poderá se tratar no Hospital Hospital Erasto Gaertner até a realização da perícia médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, o Ministério Público Federal ingressou com Ação Civil Pública em favor da paciente, solicitando imediato tratamento e fornecimento do medicamento Herceptin (trastuzumab). Em primeira instância, o processo foi extinto sem resolução de mérito, sob alegação de ilegitimidade ativa do MPF no caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ingresso de Apelação, o TRF-4 mudou este entendimento, porém, remeteu os autos novamente ao juízo federal de Curitiba, pois não havia sido feita a perícia médica judicial em primeira instância. Ou seja, o processo retornaria à primeira instância ainda sem a autorização para o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procurador regional da República Jorge Gasparini recorreu novamente, salientando que o tratamento deveria ser iniciado imediatamente, para que a paciente não sofresse maiores danos à saúde. Defendeu que ela não poderia ser penalizada, correndo risco de óbito, com a omissão do Estado, e arcar com demora do processo até a realização de perícia judicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sustentou que nenhum outro médico seria mais indicado para prescrever o referido medicamento do que aquele que já acompanhava a paciente e que o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), por meio de prova técnica, atestou a urgência do caso e a adequação do tratamento pleiteado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após avaliar os documentos apresentados nos autos, os desembargadores do TRF-4 concordaram com o pedido do procurador Gasparini. Escreveram no acórdão que é obrigação do Estado (União, Estados e Municípios) assegurar a todas as pessoas desprovidas o acesso à saúde. E determinaram que, até a realização de laudo elaborado por médico perito do juízo, o tratamento deve ser fornecido, devido à gravidade da doença. Com informações da Assessoria de Imprensa da PRR-4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7061481909399254296?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7061481909399254296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7061481909399254296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/risco-de-vida-trf-4-libera-remedio-e.html' title='Risco de vida: TRF-4 libera remédio e tratamento para câncer de mama'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8880033963682014313</id><published>2011-12-20T20:48:00.003-02:00</published><updated>2011-12-20T20:56:53.337-02:00</updated><title type='text'>Aspectos relacionados à obrigação assumida pelo cirurgião-dentista nos processos julgados no TJ/RS</title><content type='html'>&lt;em&gt;Mário Marques Fernandes - Professor do Curso de Especialização em Odontologia Legal da ABORS&lt;br /&gt;Ricardo Martins Limongi - Procurador Jurídico do CRORS.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os processos judiciais civis envolvendo a odontologia vêm aumentando nos últimos anos. Várias são as explicações para os Cirurgiões-dentistas irem para o banco dos réus ou terem que acionar os pacientes na justiça para reparações. A literatura mostra alguns motivos para esta elevação: deficiência de interação entre o profissional e o paciente, o resultado crítico da avaliação de outros profissionais, insatisfação do paciente com os resultados do tratamento propriamente dito, dentre outras. Nesse sentido, é importante que a comunidade odontológica conheça o entendimento dos julgadores sobre o tema para poder desempenhar uma prática clínica (1) consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo deste artigo é destacar os aspectos relacionados à obrigação assumida pelo Cirurgião-dentista a partir da análise dos processos julgados no TJ/RS que envolveram a responsabilidade deste profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;METODOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram analisados os julgados do Tribunal gaúcho relacionados a processos civis envolvendo Cirurgiões-dentistas, baixadas (download) e impressas através de busca eletrônica no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul do ano de 2007 até o ano de 2010. Utilizou-se na amostra apenas os textos produzidos pelos magistrados, não consultado todo o processo. Para localizar as referidas decisões, utilizou-se o site de pesquisa do TJ/RS, entrando com as palavras chave: responsabilidade civil, odontologia, dentista, cirurgião-dentista e erro odontológico. Todos os dados coletados foram inseridos em uma planilha e analisados através do Teste de Fischer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESULTADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amostra constitui-se de 67 julgamentos sendo que em alguns casos foi possível analisar tanto a sentença de primeiro grau como a decisão de segundo grau (acórdão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às características da obrigação assumida, obteve-se um patamar de 49,3% de julgados apontando uma obrigação de meio. Já em relação a uma obrigação de resultado, a amostra mostrou-se com um escore de 25, 4%, da mesma forma em relação&lt;br /&gt;aos casos em que não ficou clara essa característica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCUSSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A odontologia legal tem mostrado a importância do conhecimento sobre a responsabilidade civil dos profissionais e das legislações (2) envolvidas, no sentido de prevenir lides judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação profissional paciente é caracterizada na doutrina jurídica como de consumo. Por isso cabe aos profissionais e clínicas observarem o cumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor, especialmente aquela alusiva ao pleno esclarecimento ao paciente de todos os custos, riscos e alternativas de tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o dever de informação já se encontra definido no Código de Ética Odontológico como dever do profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já quanto ao tratamento que não produz o resultado esperado, a responsabilidade do profissional é avaliada de acordo com o que foi prometido e esclarecido. Isso porque no ordenamento jurídico nacional vigoram duas espécies de responsabilidade civil: (a) subjetiva na qual há necessidade de prova da culpa do profissional conforme consta no Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 14, parágrafo 4; e (b) objetiva, responsabilidade sem culpa, fundada no risco da atividade bastando apenas o nexo causal para ser caracterizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, para que se tenha segurança sobre a espécie de responsabilidade que será considerada, é oportuno estabelecer desde o início da relação com o paciente, inclusive na fase pré-contratual (publicidade, oferta, promessa), o tipo de obrigação assumida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obrigação será sempre de resultado quando este é assegurado para o paciente. Não adianta defender a ideia de ser uma obrigação (3) de meios se houve promessa em publicidade ou diretamente ao paciente do sucesso do tratamento. Não atingindo o resultado, o profissional assume a obrigação de reparar o dano de maneira objetiva (responsabilidade objetiva).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se o profissional esclarece, conforme preconiza os estatutos ético (Código de Ética Odontológico) e consumerista (Código de Proteção e Defesa do Consumidor), todas as possibilidades do insucesso, assim como de sua obrigação ser de meio e não de resultado, a reparação pelo eventual dano sofrido pelo paciente dependerá de prova de culpa do profissional (responsabilidade subjetiva).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os processos julgados no TJRS nos últimos quatro anos mostraram uma tendência dos magistrados entenderem a obrigação assumida pelos Cirurgiões-dentistas como de meio, ainda que exista um grande número de sentenças e acórdãos mostrando uma obrigação de resultado. Isso pode estar ocorrendo porque o profissional deixou de esclarecer adequadamente o paciente, e como este é considerado consumidor, hipossuficiente na relação, acaba se beneficiando nos processos por estar desonerado de provar a culpa do cirurgião-dentista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;1. De Paula FJ. Levantamento das jurisprudências de processos de responsabilidade civil contra o cirurgião-dentista nos tribunais do Brasil por meio da internet [Tese]. São Paulo: USP/FO; 2007. 2. Garbin CAS, Garbin AJI, Rovida TAS, Saliba MTA, Dossi AP. A responsabilidade profissional do cirurgião-dentista segundo a opinião de advogados. Rev. odontol. UNESP. 2009; 38(2): 129-134. 3. Paranhos LR, Benedicto EN, Fernandes MM, Viotto FRS, Daruge Jr. E. Implicações éticas e legais do marketing na Odontologia. RSBO. 2011; 8(2): 219-224.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal CRO/RS (com subtração das tabelas 1 e 2)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8880033963682014313?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8880033963682014313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8880033963682014313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/aspectos-relacionados-obrigacao.html' title='Aspectos relacionados à obrigação assumida pelo cirurgião-dentista nos processos julgados no TJ/RS'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1722065302545981388</id><published>2011-12-20T07:33:00.003-02:00</published><updated>2011-12-20T07:38:52.008-02:00</updated><title type='text'>Resolução CFM nº 1.980/2011 - Dispõe sobre o cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento de pessoas jurídicas</title><content type='html'>CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO CFM Nº 1.980/2011&lt;br /&gt;(Publicada no D.O.U. 13 dez. 2011, Seção I, p.225-226)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas jurídicas, revoga a Resolução CFM nº 1.971, publicada no D.O.U. de 11 de julho de 2011 e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, alterado pelo Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009, e,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei nº 12.514, de 28 de outubro de 2011;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Resolução CFM nº 997, de 23 de maio de 1980, que criou nos conselhos regionais de medicina os cadastros regionais e o Cadastro Central dos Estabelecimentos de Saúde de Direção Médica, respectivamente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Lei nº 6.839, de 30 de outubro de 1980, que instituiu a obrigatoriedade do registro das empresas de prestação de serviços médico-hospitalares nos conselhos regionais de medicina e a anotação dos profissionais legalmente habilitados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO ser atribuição do Conselho Federal de Medicina e dos conselhos regionais de medicina supervisionarem a ética profissional em toda a República, cabendo-lhes zelar e trabalhar por todos os meios pelo perfeito desempenho ético da medicina e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exerçam legalmente, conforme determina o art. 2º da Lei nº 3.268/57, e considerando que a prestação de serviços médicos, ainda que em ambulatórios e por empresa cujo objetivo social não seja a prestação de assistência médica, caracteriza atividade médica passível de fiscalização;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, que determinou que para a obtenção da autorização de funcionamento expedida pelo órgão responsável as operadoras de planos privados de assistência à saúde devem, entre outros requisitos, comprovar o registro nos conselhos regionais de medicina;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Resolução CFM nº 1.240, de 12 de junho de 1987, que reconhece o caráter tributário das anuidades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária realizada no dia 7 de dezembro de 2011,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLVE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Baixar a presente instrução, constante no anexo a esta resolução, aos conselhos regionais de medicina, objetivando propiciar a fiel execução da Resolução CFM nº 997, de 23 de maio de 1980, da Lei nº 6.839, de 30 de outubro de 1980, e da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Esta resolução e as instruções constantes em seu anexo entram em vigor na data de publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, especialmente a Resolução CFM nº 1.971, de 9 de junho de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília-DF, 7 de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO LUIZ D’AVILA                                                       &lt;br /&gt;Presidente&lt;br /&gt;JOSÉ HIRAN DA SILVA GALLO&lt;br /&gt;Tesoureiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ANEXO À RESOLUÇÃO CFM Nº 1.980/2011&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;CADASTRO E REGISTRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º A inscrição nos conselhos regionais de medicina da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento prestador e/ou intermediador de assistência médica será efetuada por cadastro ou registro, obedecendo-se as normas emanadas dos conselhos federal e regionais de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Os estabelecimentos hospitalares e de saúde, mantidos pela União, estados-membros e municípios, bem como suas autarquias e fundações públicas, deverão se cadastrar nos conselhos regionais de medicina de sua respectiva jurisdição territorial, consoante a Resolução CFM nº 997/80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. As empresas e/ou instituições prestadoras de serviços exclusivos médico-hospitalares mantidas por associações de pais e amigos de excepcionais e deficientes, devidamente reconhecidas como de utilidade pública, nos termos da lei, devem cadastrar-se nos conselhos regionais de medicina da respectiva jurisdição territorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º As empresas, instituições, entidades ou estabelecimentos prestadores e/ou intermediadores de assistência à saúde com personalidade jurídica de direito privado devem registrar-se nos conselhos regionais de medicina da jurisdição em que atuarem, nos termos das Leis nº 6.839/80 e nº 9.656/98.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Estão enquadrados no “caput” do art. 3º deste anexo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) As empresas prestadoras de serviços médico-hospitalares de diagnóstico e/ou tratamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) As empresas, entidades e órgãos mantenedores de ambulatórios para assistência médica a seus funcionários, afiliados e familiares;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) As cooperativas de trabalho e serviço médico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) As operadoras de planos de saúde, de medicina de grupo e de planos de autogestão e as seguradoras especializadas em seguro-saúde;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) As organizações sociais que atuam na prestação e/ou intermediação de serviços de assistência à saúde;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Serviços de remoção, atendimento pré-hospitalar e domiciliar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Empresas de assessoria na área da saúde;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Centros de pesquisa na área médica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Empresas que comercializam serviços na modalidade de administradoras de atividades médicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º A obrigatoriedade de cadastro ou registro abrange, ainda, a filial, a sucursal, a subsidiária e todas as unidades das empresas, instituições, entidades ou estabelecimentos prestadores e/ou intermediadores de assistência à saúde citadas nos artigos 2º e 3º deste anexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º O cadastro ou registro da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento deverá ser requerido pelo profissional médico responsável técnico, em requerimento próprio, dirigido ao conselho regional de medicina de sua jurisdição territorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º No requerimento devem constar as seguintes informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Relação de médicos componentes do corpo clínico, indicando a natureza do vínculo com a empresa, se associado ou quotista, se contratado sob a forma da legislação trabalhista ou sem vínculo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Número de leitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Nome fantasia, caso haja;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Nome e/ou razão social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Endereço completo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Natureza jurídica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Tipo de estabelecimento (hospital, clínica, laboratório, dentre outros);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Capital social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Especialidades desenvolvidas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;j) Nome e número de CRM do médico responsável técnico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;k) Nome e número de CRM do médico diretor clínico eleito, caso haja;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;l) Qualificação do corpo societário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;m) Qualificação do responsável pela escrita fiscal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;n) Número de inscrição no CNPJ do Ministério da Fazenda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o) Licença de funcionamento da prefeitura municipal, de acordo com a legislação local; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p) Alvará da vigilância sanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo primeiro. O requerimento a que se refere o “caput” do art. 6º deste anexo deverá ser instruído, no mínimo, com as seguintes documentações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Instrumento de constituição (contrato social, estatuto, ata de fundação, dentre outros);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Cópia do cartão de inscrição no CNPJ do Ministério da Fazenda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Alteração do instrumento de constituição, caso haja;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Comprovante de pagamento das taxas de inscrição, anuidade e certificado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Ata da eleição do diretor clínico e comissão de ética, quando for o caso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Alvará da vigilância sanitária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Licença da prefeitura municipal para funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo segundo. A alteração do cadastro ou registro somente será efetuada após a emissão do documento de liberação pelo setor de fiscalização do conselho regional de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º A alteração de qualquer dado deverá ser comunicada ao conselho regional de medicina competente, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da data de sua ocorrência, sob pena de procedimento disciplinar envolvendo o médico responsável técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º A regularidade do cadastro ou registro da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento é dada pelo certificado de cadastro ou registro, a ser requerido e expedido anualmente, no mês do vencimento, desde que não haja pendências no Departamento de Fiscalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo primeiro. A empresa, instituição, entidade ou estabelecimento que não renovar o cadastro ou registro por período superior a 2 (dois) exercícios consecutivos estará sujeita à suspensão de cadastro ou registro a partir de deliberação de plenária do respectivo regional, sem prejuízo das anuidades em débito até sua inativação ex officio no cadastro de pessoas jurídicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo segundo. Será permitido às empresas enquadradas no parágrafo anterior requererem sua reativação, devendo, neste caso, recolher por ocasião do pedido o total das anuidades e taxas de renovação de certidão devidas desde o primeiro exercício em débito até sua reativação, obedecidas as demais normas em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo terceiro. É obrigatória a disponibilização ao público em geral do Certificado de Inscrição de Empresa expedido pelos conselhos regionais de medicina, devidamente atualizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;RESPONSABILIDADE TÉCNICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9º O diretor técnico responde eticamente por todas as informações prestadas perante os conselhos federal e regionais de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10 A responsabilidade técnica médica de que trata o art. 9º somente cessará quando o conselho regional de medicina tomar conhecimento do afastamento do médico responsável técnico, mediante sua própria comunicação escrita, por intermédio da empresa ou instituição onde exercia a função. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11 A empresa, instituição, entidade ou estabelecimento promoverá a substituição do diretor técnico ou clínico no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contadas a partir do impedimento, suspensão ou demissão, comunicando este fato ao conselho regional de medicina – em idêntico prazo, mediante requerimento próprio assinado pelo profissional médico substituto, sob pena de suspensão da inscrição – e, ainda, à vigilância sanitária e demais órgãos públicos e privados envolvidos na assistência pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 12 Ao médico responsável técnico integrante do corpo societário da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento somente é permitido requerer baixa da responsabilidade técnica por requerimento próprio, informando o nome e número de CRM de seu substituto naquela função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;CANCELAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 13 O cancelamento de cadastro ou registro ocorrerá nas seguintes hipóteses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Pelo encerramento da atividade e requerido pelo interessado, fazendo-se instruir com:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Requerimento, assinado pelo responsável técnico, proprietário ou representante legal, solicitando o cancelamento do registro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Pagamento da taxa de cancelamento, em caso de registro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Distrato social ou documento semelhante (baixas no CNPJ do Ministério da Fazenda ou no cadastro da prefeitura municipal);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Caso os itens acima estejam corretos, o cancelamento será efetuado no âmbito do conselho regional de medicina, após homologação da plenária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Em casos especiais, desde que a fundamentação seja homologada pelo plenário do conselho regional de medicina, a baixa poderá ser sumariamente efetivada ou concedida com a supressão da letra “c” deste inciso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Como penalidade, após decisão definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 14 O pedido de cancelamento do registro ou o processo de cancelamento punitivo do registro serão decididos pelo conselho regional de medicina, cabendo, no segundo caso, recurso ao Conselho Federal de Medicina, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da data de intimação dos responsáveis técnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 15 O cancelamento punitivo não elide as penalidades sobre o responsável técnico ou clínico ou demais médicos da empresa, instituição, entidade ou estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 16 Caso a empresa, instituição, entidade ou estabelecimento não estiver quite com a anuidade quando do pedido de cancelamento de registro, pagará a última anuidade na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de atividade, entendendo-se como final da atividade a data constante do protocolo no requerimento de cancelamento ou a data do documento de baixa expedido por outro órgão oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 17 O cancelamento de cadastro ou registro da pessoa jurídica no conselho regional de medicina encerra definitivamente as atividades médicas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt;DISPOSIÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 18 A Comissão de Ética Médica e as demais comissões, bem como o Regimento Interno do corpo clínico, obedecerão às normas estabelecidas pelos conselhos federal e regionais de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 19 Os casos omissos serão decididos pelo Conselho Federal de Medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO LUIZ D’AVILA                                                       &lt;br /&gt;Presidente&lt;br /&gt;JOSÉ HIRAN DA SILVA GALLO&lt;br /&gt;Tesoureiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1722065302545981388?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1722065302545981388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1722065302545981388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/resolucao-cfm-n-19802011-dispoe-sobre-o.html' title='Resolução CFM nº 1.980/2011 - Dispõe sobre o cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento de pessoas jurídicas'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5707439495863504254</id><published>2011-12-20T00:16:00.002-02:00</published><updated>2011-12-20T00:17:33.052-02:00</updated><title type='text'>Planos de saúde passam a ter prazo para agendar consultas e exames</title><content type='html'>&lt;em&gt;Operadoras terão de garantir aos usuários o agendamento de consultas, exames e procedimentos dentro de um prazo máximo estabelecido pela ANS   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A partir desta segunda-feira, 19, as operadoras de planos de saúde terão de garantir aos usuários o agendamento de consultas, exames e procedimentos dentro de um prazo máximo estabelecido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A norma estabelece que a operadora ofereça pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada, mas não garante que a alternativa seja a escolhida pelo usuário, já que o profissional pode estar com a agenda lotada ou o laboratório, com sua capacidade máxima atingida. Assim, a obrigatoriedade está na indicação de um profissional, mas não necessariamente aquele que o cliente escolheu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agendamento de consultas básicas com clínico geral, pediatra, ginecologista e cirurgia geral, por exemplo, terá de ser feito dentro de sete dias úteis. Consultas de especialidades, como cardiologia, dermatologia ou oftalmologia, por exemplo, terão de ser agendadas em até 14 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma regra se aplica para o agendamento de consultas com nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapia. Nesses casos, entretanto, o prazo é de 10 dias (mais informações nesta página).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demora. Segundo pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) feita com 2.061 pessoas em 145 municípios, a demora no atendimento é uma das principais queixas dos usuários de planos, ao lado de negativa de cobertura e reajustes abusivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento mostra que seis entre cada dez usuários de planos tiveram alguma experiência negativa com o atendimento no último ano. E 26% se queixaram de demora no atendimento ou de fila de espera no pronto-socorro e nos serviços de laboratório. Outra queixa comum foi a demora para conseguir marcar consulta com um médico: 19% relataram o problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Joana Cruz, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a norma da ANS é um avanço, já que há relatos de casos de pessoas que demoravam até dois meses para conseguir agendar uma consulta. Para ela, o maior problema será a fiscalização dessa novas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consulta. “O consumidor precisa estar ciente dos seus direitos para poder reclamar e denunciar, se for o caso. Ele não pode escolher o médico, mas tem o direito de ser atendido dentro de um prazo já estabelecido”, diz Joana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por acaso o usuário não conseguir agendar a consulta dentro do prazo, Joana diz que a pessoa deve pedir um número de protocolo, anotar dia e hora da recusa e formalizar uma queixa na ANS. Além disso, diz Joana, o consumidor também pode procurar o Procon e, em casos mais sérios, até o juizado especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É difícil dizermos se esses prazos são longos ou não porque estamos falando da saúde das pessoas. Mas ter uma legislação que defenda o consumidor nesse sentido já é um primeiro passo”, avalia a advogada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operadoras. A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 dos maiores grupos de operadoras de planos de saúde, informou, por meio de nota, que considera os prazos estabelecidos razoáveis e que suas afiliadas estão preparadas para atender os prazos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que representa 245 operadoras de planos de saúde, informou que praticamente tudo que ficou decidido na resolução da ANS já era praticado pelo mercado. Diz ainda que o segmento que representa conta com médicos contratados em seus serviços próprios, o que facilita o cumprimento da nova regra da agência. &lt;br /&gt;Segundo a ANS, as empresas que não obedecerem aos prazos definidos sofrerão penalidades e, em casos de descumprimentos constantes, poderão passar por medidas administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S.Paulo - Fernanda Bassette&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5707439495863504254?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5707439495863504254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5707439495863504254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/planos-de-saude-passam-ter-prazo-para.html' title='Planos de saúde passam a ter prazo para agendar consultas e exames'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3930458151653850961</id><published>2011-12-20T00:16:00.001-02:00</published><updated>2011-12-20T00:16:55.249-02:00</updated><title type='text'>Hospital é condenado por trocar pulseiras de bebês</title><content type='html'>&lt;em&gt;A instituição hospitalar se defendeu, alegando a inocorrência de danos e de agir doloso   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença que mandou pagar 15 salários-mínimos de indenização, a título de danos morais, a um casal cujo bebê teve sua pulseira de identificação trocada na maternidade. A constatação da falha na prestação do serviço levou o hospital a fazer DNA do filho do casal e da outra criança que estava no quarto no dia de nascimento, para dirimir a dúvida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso é originário da Comarca de Estância Velha, distante 45 km de Porto Alegre, onde o casal ajuizou ação de indenização contra o Hospital Getúlio Vargas e contra a União – posteriormente excluída do processo. Em síntese, os autores afirmaram que, após o parto, houve a troca de bebês por alguns instantes. A imperícia foi causada por uma enfermeira, que trocou pulseiras com outro bebê do mesmo sexo. A situação foi contornada por meio de um exame de DNA, feito em sigilo pelo hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a providência, os pais da criança sustentaram abalo moral, pois experimentaram dúvidas e incertezas quanto à paternidade da criança. Para reparar o sofrimento, pediram indenização de 200 salários-mínimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instituição hospitalar se defendeu, alegando a inocorrência de danos e de agir doloso. Em síntese, garantiu não ter havido a troca de bebês, mas de pulseiras – situação que foi resolvida posteriormente. A juíza de Direito Rosali Terezinha Chiamenti Libardi, no entanto, entendeu que a má prestação de serviço restou configurada e gerou abalo nos pais, condenando o hospital a pagar indenização de 15 salários-mínimos por dano moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Tribunal de Justiça, o hospital apelou, com os mesmos argumentos exibidos na inicial. Reiterou que a eventual ciência do ocorrido por terceiros deu-se por única responsabilidade dos autores, inexistindo qualquer dano passível de indenização. Logo, pediu a reforma da sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da Apelação, desembargador Jorge Alberto Schreiner Pestana, disse que o dever de indenizar só poderia ser afastado se o hospital comprovasse que não houve defeito na prestação do serviço ou de que a culpa fosse exclusiva do consumidor ou de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tal não foi comprovado, Pestana confirmou os termos da sentença. Apoiou sua decisão no parecer da procuradora do Ministério Público com atuação na 10ª Câmara Cível, Maria de Fátima Dias Ávila. Registrou a procuradora, ipsis literis: ‘‘Nesse contexto, de acordo com o conjunto de elementos aportados aos autos, verifica-se a presença de atuação deficiente por parte dos funcionários vinculados à entidade de saúde demandada, pelo quê, não há como deixar de reconhecer o dever de indenizar no caso concreto.’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a procuradora, trata-se de dano presumível: ou seja, prescinde-se de sua de sua demonstração, ‘‘porquanto inerente à própria situação experimentada pelos autores, que tiveram sua primeira expectativa em relação ao filho recém-nascido completamente derruída em razão da conduta do réu.’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não existe um parâmetro objetivo que estabeleça o quantum indenizatório, sua fixação deve atender à capacidade econômica do causador do dano, a posição social do ofendido e a extensão e efeitos do prejuízo causado. ‘‘Tais critérios têm por finalidade não só alcançar à vítima valor que lhe amenize a dor provocada pelo ilícito, mas também ostenta caráter de sanção com sentido pedagógico’’, justificou a procuradora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o desembargador-relator não viu razões para promover quaisquer alterações na sentença, seja no mérito quanto no valor arbitrado para reparação do abalo moral. O voto foi seguido, à unanimidade, pelos desembargadores Paulo Roberto Lessa Franz e Túlio de Oliveira Martins, em sessão de julgamento realizada dia 24 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Consultor Jurídico / Jomar Martins&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3930458151653850961?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3930458151653850961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3930458151653850961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/hospital-e-condenado-por-trocar.html' title='Hospital é condenado por trocar pulseiras de bebês'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7303789092475776123</id><published>2011-12-20T00:15:00.002-02:00</published><updated>2011-12-20T00:16:15.382-02:00</updated><title type='text'>Lista de controle reduz mortalidade em cirurgias</title><content type='html'>&lt;em&gt;No entanto, é preciso que o `checklist` seja feito de forma completa, aponta estudo   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Uma espécie de ``checklist``, similar ao que os pilotos fazem antes da decolagem, pode diminuir a mortalidade de pacientes em cirurgias, mostra um estudo holandês. Mas os resultados dependem de que a equipe, de fato, complete a checagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 100 mil hospitais no mundo todo usam um checklist de segurança desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde. A lista tem 19 itens que os cirurgiões devem checar antes do procedimento, incluindo se certificar que eles estão operando o paciente certo e o lado certo do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo feito em 2009 em oito hospitais de vários países mostrou que no ano seguinte à adoção da checagem a taxa média de mortalidade entre os pacientes caiu de 1,5% para 0,8%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pesquisadores da University Medical Center Utrecht, na Holanda, descobriram uma queda menor em um hospital holandês - onde a taxa de mortalidade caiu de 3,1% para 2,8% em um ano e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``A checagem está longe da perfeição nessa instituição``, dizem os autores. ``A mortalidade foi fortemente associada à checagem, sugerindo que é preciso reduzir as variações no nível de implementação em diferentes grupos de pacientes``, continuam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ocorre porque pacientes mais críticos, precisando cirurgias de emergência, tiveram mais risco de não passar pela checagem completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro motivo sugerido pelos autores é o fato de o centro onde foi feita a pesquisa receber mais pacientes críticos do que outros hospitais da comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que erros médicos ocorram em uma em cada 75 mil cirurgias nos Estados Unidos todos os anos. No entanto, os autores ressalvam que os ``checklists`` sozinhos não bastam para reduzir a mortalidade. Alguns dos maiores problemas não são relacionados diretamente ao ato cirúrgico em si, mas envolvem infecções, erros em medicação e lesões, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S.Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7303789092475776123?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7303789092475776123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7303789092475776123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/lista-de-controle-reduz-mortalidade-em.html' title='Lista de controle reduz mortalidade em cirurgias'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7593978100335763886</id><published>2011-12-20T00:15:00.001-02:00</published><updated>2011-12-20T00:15:36.245-02:00</updated><title type='text'>Clínica e médico terão que indenizar paciente por abuso sexual</title><content type='html'>&lt;em&gt;Segundo informações do Tribunal de Justiça (TJ), o médico não apresentou defesa   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Rio - A justiça do Rio condenou a uma clínica maternidade e um médico a pagar R$ 51 mil de indenização a um casal e sua filha por abusos sexuais cometidos no local durante uma consulta médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a vítima, em 1998 ela deu entrada na clínica situada em Três Rios, na Zona Norte, em trabalho de parto. Na ocasião o médico entrou na sala e pediu à enfermeira que os deixassem sozinhos. A mulher disse que observou atitudes estranhas do médico, que acariciou sua genitália e nádegas, alisou e elogiou seus seios, lhe beijou o rosto e pescoço e tentou manter relações sexuais com a vítima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações do Tribunal de Justiça (TJ), o médico não apresentou defesa. Já a clínica alegou prescrição do fato e que não havia como saber se o evento realmente aconteceu em suas dependências. O relator, desembargador Marco Aurélio Bezerra de Melo, contestou, informando que o fato é gravíssimo com repercussões psicológicas para a vítima e que houve falha na prestação do serviço e que os réus devem responder, solidariamente, pelos danos morais suportados pela mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``A solidariedade se fundamenta não mais na conduta culposa do agente, mas no defeito do serviço prestado. Se a instituição de saúde permite a atuação de um determinado profissional em suas dependências, deve responder objetiva e solidariamente por seus atos``, completou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Dia online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7593978100335763886?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7593978100335763886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7593978100335763886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/clinica-e-medico-terao-que-indenizar.html' title='Clínica e médico terão que indenizar paciente por abuso sexual'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-568974792922132862</id><published>2011-12-15T07:23:00.001-02:00</published><updated>2011-12-15T07:24:23.341-02:00</updated><title type='text'>TJ – Portaria Nº. 8.447/2011: Fixa o valor de cada perícia médica</title><content type='html'>O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Desembargador JOSÉ ROBERTO BEDRAN, no uso de suas atribuições legais,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO o disposto no artigo 8º do Provimento do Conselho Superior da Magistratura nº 1.595/2008;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R E S O L V E&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º - Fixar o valor de cada perícia médica, realizada para fins de concessão de licença para tratamento de saúde, ou aposentadoria por invalidez de servidores e magistrados, na seguinte conformidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Perícia nas dependências do Tribunal de Justiça e no consultório do médico perito: R$ 200,00 (duzentos reais), por avaliação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Perícia em domicílio, estabelecimento hospitalar ou outros locais: R$ 270,00 (duzentos e setenta reais), por avaliação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Perícia realizada fora da sede de credenciamento do médico perito: R$ 420,00 (quatrocentos e vinte reais), além do transporte, a ser fornecido pelo Tribunal de Justiça;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – Perícia não realizada porque presente o perito e ausente o periciando e desde que seja a única designada para o perito naquela data: R$ 135,00 (cento e trinta e cinco reais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único: Os casos omissos serão decididos pela Presidência do Tribunal de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º - O pagamento será efetuado em 30 dias, contados do recebimento do laudo pericial, que deverá ser apresentado com a respectiva nota fiscal/fatura ou recibo, com indicação da inscrição do PIS, do banco, número da agência e conta corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único – Para o pagamento a nota fiscal/fatura ou recibo, deverá ser atestada definitivamente pela Diretoria de Perícias Médicas – SAS 3, e, em seguida, encaminhada à Secretaria de Orçamento, Contabilidade e Finanças – SOCF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Portaria nº 7923/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGISTRE-SE. PUBLIQUE-SE. CUMPRA-SE.&lt;br /&gt;São Paulo, 12 de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;(a) JOSÉ ROBERTO BEDRAN, Presidente do Tribunal de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Administração do Site,DJE - Cad.I Adm de 13.12.2011.Pags 01 e 02.&lt;br /&gt;13/12/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-568974792922132862?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/568974792922132862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/568974792922132862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/tj-portaria-n-84472011-fixa-o-valor-de.html' title='TJ – Portaria Nº. 8.447/2011: Fixa o valor de cada perícia médica'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5782444534534062919</id><published>2011-12-13T12:08:00.001-02:00</published><updated>2011-12-13T12:08:52.400-02:00</updated><title type='text'>Médicos uruguaios podem trabalhar na fronteira do RS</title><content type='html'>A Justiça Federal no Rio Grande do Sul negou pedido feito na Ação Civil Pública ajuizada pelo Conselho Regional de Medicina do estado contra a Fundação Hospital de Caridade de Quaraí. O juiz Belmiro Tadeu Nascimento Krieger, da Vara Federal e JEF Criminal de Sant´Ana do Livramento, autorizou a contratação de médicos uruguaios para a prestação de serviços de saúde à comunidade fronteiriça do município, independentemente de revalidação de diplomas e inscrição no Cremers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença foi publicada no Portal da Justiça Federal gaúcha no dia 28 de novembro. O juiz assinou também, na mesma data, sentença favorável em uma ação impetrada pela Santa Casa de Misericórdia de Sant´Ana do Livramento que discutia o mesmo assunto. Dessa forma, na ausência de médicos brasileiros interessados nos cargos oferecidos pelos dois municípios para atender pacientes do SUS, os hospitais podem contratar profissionais uruguaios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A negativa da prestação de serviços por médicos brasileiros, mesmo com oferecimento da remuneração do SUS acrescida de parcela pecuniária suportada com verbas do município, levou o hospital de Quaraí a contratar médicos uruguaios residentes e atuantes na cidade uruguaia de Artigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cremers ingressou, então, com a Ação Civil Pública, para questionar a ilegalidade das contratações feitas pelo hospital. Também contestou o exercício da Medicina pelos médicos uruguaios em território brasileiro sem prévia revalidação dos diplomas em universidades brasileiras e a inscrição no Conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Krieger destacou que ‘‘o impasse vivenciado não consiste na singela escolha entre o médico uruguaio e o médico brasileiro, mas sim entre o médico uruguaio ou nenhum médico, já que os profissionais brasileiros atuantes na localidade negam-se ao atendimento pelo SUS, se não complementada a remuneração nos patamares exigidos’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, de acordo com a decisão, o Ajuste Complementar para Prestação de Serviços de Saúde, promulgado pelo Decreto 7.239, de 26 de julho de 2010, ampliou o espectro do Acordo para Permissão de Residência, Estudo e Trabalho a Nacionais Fronteiriços Brasileiros e Uruguaios, de 2004, incluindo a permissão para que estrangeiro uruguaio fronteiriço, devidamente habilitado para o exercício de sua profissão em seu país, possa prestar serviços de saúde humana no Brasil. Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5782444534534062919?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5782444534534062919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5782444534534062919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/medicos-uruguaios-podem-trabalhar-na.html' title='Médicos uruguaios podem trabalhar na fronteira do RS'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2471474310544777693</id><published>2011-12-12T23:36:00.001-02:00</published><updated>2011-12-12T23:37:39.089-02:00</updated><title type='text'>Paciente é indenizada por ser medicada indevidamente</title><content type='html'>A 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Prefeitura de Indaiatuba e a empresa farmacêutica Drogal por não observarem as instruções médicas prescritas para um paciente, resultando no fornecimento e aplicação de medicamento não indicado para seu quadro clínico. &lt;br /&gt;        O autor alegou que procurou atendimento médico no Programa de Saúde da Família, no bairro onde mora, por apresentar alergias cutâneas no corpo. O médico prescreveu a utilização de um medicamento e um sabonete, para que fossem aplicados nas regiões afetadas. Contou que, de posse do receituário médico, foi até a drogaria e solicitou os remédios. Acreditando ter adquirido o medicamento prescrito, retornou ao posto médico entregando-o à enfermeira que lá atendia. Esta, sem tomar as devidas cautelas, injetou-o no paciente.&lt;br /&gt;        Logo após a aplicação do medicamento errado o autor sentiu tonturas, náuseas e teve queda de pressão, quase vindo a desmaiar, quando foi solicitada a presença de um médico. Este, após saber da troca dos remédios, tratou-o com desdém. Pelo constrangimento moral, pediu indenização por danos morais.&lt;br /&gt;        A decisão de 1ª instância julgou a ação improcedente.&lt;br /&gt;        Para o relator do processo, desembargador Nogueira Diefenthaler, o autor padeceu de constrangimento, mal estar, além da angústia de ser tratado com desdém pelo médico. “Aos profissionais da medicina e saúde pública não deveria ser ordinário ministrar medicamentos sem ao menos consultar orientação fornecida. Verificado os pressupostos da responsabilidade civil, imperioso a condenação das rés, solidariamente, ao pagamento de indenização, já que cada uma colaborou eficazmente para a ocorrência do dano moral. Assim sendo, arbitro indenização pela ofensa experimentada pelo autor em R$ 7 mil”, concluiu.&lt;br /&gt;        O julgamento também teve a participação dos desembargadores Maria Laura Tavares e Franco Cocuzza, que acompanharam o voto do relator, dando provimento ao recurso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Apelação nº 0011583-39.2008.8.26.0248&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunicação Social TJSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2471474310544777693?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2471474310544777693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2471474310544777693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/paciente-e-indenizada-por-ser-medicada.html' title='Paciente é indenizada por ser medicada indevidamente'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5029336554772096911</id><published>2011-12-12T15:14:00.002-02:00</published><updated>2011-12-12T15:15:20.823-02:00</updated><title type='text'>Justiça nega custeio de tratamento para engravidar</title><content type='html'>A 1ª Vara da Fazenda Pública de Osasco negou pedido de fornecimento de remédios pela prefeitura para custear o tratamento de uma mulher que tem dificuldades para engravidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A autora entrou com ação em junho deste ano contra a Prefeitura de Osasco alegando que há muito tenta engravidar e não consegue. Pediu o fornecimento mensal de remédios que auxiliariam na tentativa, aliviando a frustração do casal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O juiz José Tadeu Picolo Zanoni entendeu que o pedido deve ser indeferido por sua impossibilidade jurídica e julgou extinto o pedido, sem resolução do mérito, nos termos do artigo 267, IV, do Código de Processo Civil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        De acordo com o magistrado, o artigo 196 da Constituição Federal é bem claro ao dizer que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo medidas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e o acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        “Nada disso está em jogo na presente ação. Não existe risco de doença. Não são necessários os medicamentos para ‘promoção, proteção e recuperação’ da saúde. A falta da possibilidade de engravidar causa frustração na mulher e no casal, mas isso não pode ser usado como fundamento para a concessão dos medicamentos pedidos”, concluiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Processo nº 405.01.2011.024.452-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TJSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5029336554772096911?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5029336554772096911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5029336554772096911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/justica-nega-custeio-de-tratamento-para.html' title='Justiça nega custeio de tratamento para engravidar'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7647636566930516284</id><published>2011-12-12T13:27:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T13:28:06.983-02:00</updated><title type='text'>Recusa de cirurgia gera danos morais com base na perda de uma chance</title><content type='html'>A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo aplicou a teoria da perda de uma chance e manteve decisão que condenou a U. São José do Rio Preto a pagar R$ 25 mil por danos morais a um paciente. A cooperativa não autorizou em tempo hábil que o homem, portador da doença de Parkinson, fizesse uma cirurgia em hospital adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, o médico do autor da ação indicou a cirurgia como parte do tratamento e que lhe devolveria cerca de 80% de seus movimentos. O procedimento deveria ser realizado em um dos hospitais indicados pelo médico, que contavam com os equipamentos adequados. A U. autorizou a cirurgia, porém em outro local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos riscos existentes, os médicos se recusaram a fazer o procedimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de haver determinação judicial para que a cirurgia fosse realizada em local indicado pelos profissionais, isso não aconteceu. Depois disso, em meados de 2009, foi constatado pela equipe médica que o procedimento já não era mais viável, pois teria um risco elevado diante da idade avançada do paciente e do agravamento de seu quadro clínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o voto do relator do recurso, desembargador Enio Zuliani, o caso comporta a aplicação da teoria da perda de uma chance, que vem sendo utilizada na Itália em situação de erro de diagnóstico que culmina com a morte do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A teoria de uma chance perdida é a eliminação de algo que permitiria uma oportunidade real de cura. No caso, mesmo diante de um quadro grave – doença de Parkinson que acometeu idoso –, é forçoso concluir que provavelmente ele teria recuperado parte de seus movimentos se tivesse realizado cirurgia ao tempo ajustado e indicado pelos especialistas. Essa dúvida, por si só, já gera a obrigação de indenizar, o que justifica a manutenção da sentença de procedência da ação. O dano moral, nesse caso, compensa a angústia do autor que hoje, segundo relatório médico, não conta mais com a indicação da cirurgia como solução para parte dos problemas que o aflige”, afirmou o relator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desembargadores Fábio Quadros e Teixeira Leite também participaram do julgamento do recurso e acompanharam o voto do relator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Tribunal de Justiça de São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7647636566930516284?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7647636566930516284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7647636566930516284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/recusa-de-cirurgia-gera-danos-morais.html' title='Recusa de cirurgia gera danos morais com base na perda de uma chance'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-806322726663710611</id><published>2011-12-12T09:59:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T10:00:18.075-02:00</updated><title type='text'>Femproporex, mazindol e anfepramona não podem ser vendidos no Brasil</title><content type='html'>&lt;em&gt;A partir de sexta-feira (9/12), os medicamentos não podem mais ser comercializados no Brasil   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A proibição, determinada pela Diretoria Colegiada da Anvisa em outubro, consta da Resolução RDC 52/2011, que estabeleceu um prazo de 60 dias para entrada em vigor da medida. Os medicamentos a base de femproporex, mazindol e anfepramona tiveram seus registros cancelados pela Anvisa, ficando proibida a produção, o comércio, a manipulação e o uso destes produtos no país. Os três medicamentos fazem parte do grupo denominado inibidores de apetite do tipo anfetamínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A norma da Anvisa também apresenta novas restrições para medicamentos a base de sibutramina. Entre as novidades, está a obrigatoriedade dos profissionais de saúde, empresas detentoras de registro e farmácias e drogarias de notificarem, obrigatoriamente, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária sobre casos de efeitos adversos relacionados ao uso de medicamentos que contém sibutramina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.advsaude.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-806322726663710611?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/806322726663710611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/806322726663710611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/femproporex-mazindol-e-anfepramona-nao.html' title='Femproporex, mazindol e anfepramona não podem ser vendidos no Brasil'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7110685671645310987</id><published>2011-12-12T09:57:00.001-02:00</published><updated>2011-12-12T09:57:40.679-02:00</updated><title type='text'>Caos na Saúde: Juiz decreta intervenção em hospital psiquiátrico</title><content type='html'>Em caráter liminar, o juiz Federal Fabrício Antônio Soares, 1ª Vara Federal de Itaboraí (RJ), decretou a intervenção judicial em um hospital psiquiátrico. Segundo a Justiça Federal, em geral, as intervenções acontecem em decisões de mérito. No entanto, em virtude da gravidade do problema, o juiz atendeu ao pedido liminar do Ministério Público Federal e pelo Ministério Público Estadual e determinou a requisição das instalações e do serviço público prestado pelo Hospital Colônia Rio Bonito. Referência na região, o hospital atende vários pacientes de outros municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a inicial da ação civil pública, o hospital atende cerca de 300 pacientes portadores de doenças mentais e estaria sendo gerido com descaso e desrespeito em relação às normas de saúde pública, em um caso generalizado de má higiene, onde os pacientes são obrigados a andar descalços, com cortes nos pés, além de outras situações degradantes, como a presença de baratas, moscas, forte cheiro de urina e alimentação de má qualidade. Na inspeção realizada, muitos pacientes clamavam para sair da clínica e denunciaram episódios de maus tratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na decisão, foi decretada a indisponibilidade dos bens em nome do hospital e dos sócios administradores. O juiz também estabeleceu um prazo de 30 dias para que o município de Rio Bonito conclua a reforma das duas enfermarias do hospital e repare o maquinário existente, assim como adquira colchões, lençóis e cobertores, devendo prestar contas dos mais de R$ 200 mil que a União disponibilizou para este fim, de acordo com um Termo de Ajustamento de Conduta firmado em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em audiência marcada para fevereiro de 2012, União, Estado e Município deverão estar presentes para a elaboração de um plano de ação que visa a intervenção de fato do hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O direito à saúde representa consequência indissociável do direito à vida", afirmou o juiz. "Não basta portanto, que o Estado proclame o reconhecimento formal de um direito. Torna-se essencial que ele seja integralmente respeitado e plenamente garantido”, concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2011.51.070013702&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7110685671645310987?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7110685671645310987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7110685671645310987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/caos-na-saude-juiz-decreta-intervencao.html' title='Caos na Saúde: Juiz decreta intervenção em hospital psiquiátrico'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7619360256164835190</id><published>2011-12-12T09:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T09:49:30.901-02:00</updated><title type='text'>STJ trata de responsabilidade civil na cirurgia plástica e anestesiologia</title><content type='html'>&lt;em&gt;Há quadros de difícil análise, pois as competências dos especialistas da cirurgia plástica e anestesiologia se interferem e se sobrepõem  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou sua jurisprudência no sentido de não ser cabível atribuir toda a responsabilidade solidária ao cirurgião-chefe por tudo o que ocorre na sala de cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão – relativa a ação de indenização por danos materiais e morais por erro do anestesista durante cirurgia plástica – afastou a responsabilidade solidária do cirurgião-chefe, “especialmente quando comprovado, como no caso, que as complicações foram motivadas por erro exclusivo do anestesista, em relação às quais não competia ao cirurgião intervir”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações – Miguel Kfouri Neto, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e autor do livro Responsabilidade civil do médico, avalia que as especialidades de cirurgia plástica e anestesiologia demandam especial atenção quando o assunto é a responsabilidade civil do médico. “Em ambas, a repercussão de eventuais insucessos revela-se intensa”, explica, salientando que há alguns quadros de difícil análise, pois as competências do cirurgião e do anestesista se interferem e se sobrepõem. Em sua mais recente obra Responsabilidade civil dos hospitais, Kfouri esclarece que, quando o anestesiologista atua em equipe, a divisão do trabalho é horizontal, não há subordinação ou sujeição hierárquica ao cirurgião. Somente em casos excepcionais poderá haver responsabilidade solidária do cirurgião-chefe por culpa do anestesiologista. Exemplifica-se com a realização de cirurgia sem que o anestesista disponha de medicação ou aparelho cuja falta exponha o paciente a risco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora existam regras consideradas elementares a serem seguidas a fim de que os profissionais possam preservar sua responsabilidade – cuja violação pressupõe atos positivos de imperícia, negligência, imprudência e até torpeza –, haverá casos em que a urgência da intervenção e o concurso de outras circunstâncias não permitam a observância rigorosa desses princípios. “Só o exame do caso concreto indicará as conclusões apropriadas”, avalia Kfouri. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal Medicina 202 (CFM)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7619360256164835190?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7619360256164835190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7619360256164835190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/stj-trata-de-responsabilidade-civil-na.html' title='STJ trata de responsabilidade civil na cirurgia plástica e anestesiologia'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-475569113766579871</id><published>2011-12-12T09:23:00.001-02:00</published><updated>2011-12-12T09:26:04.015-02:00</updated><title type='text'>A praga das consultas a jato</title><content type='html'>&lt;em&gt;Atendimentos médicos que não duram mais do que 15 minutos tornam-se frequentes, o que provoca o erro no diagnóstico e na prescrição de remédios. O que você pode fazer se tiver sido vítima dessa prática &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por: Monique Oliveira e Luciani Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena é cotidiana nos consultórios médicos: entre o bom-dia e o até logo dados pelo profissional, passam-se apenas 20, 15 e, às vezes, inacreditáveis três minutos. Quando muito, dá tempo apenas para falar dos sintomas mais aparentes, pegar na mão uma lista de exames a ser feitos ou de remédios a ser tomados. Para que servem e quando mesmo devem ser tomados? Difícil lembrar, já que as explicações foram tão rápidas que nem deu para memorizá-las como se deveria. Também é evidente que o médico não teve tempo para avaliar com a precisão necessária o que foi prescrito. Trata-se de uma realidade cada vez mais frequente, tanto no Brasil quanto em outros lugares do mundo. Inclusive em consultórios particulares, essas consultas, que mais se parecem com um drive-thru de lanchonete, são registradas. E isso contribui para as estatísticas judiciais que mostram aumento nos casos de erros médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banalização das consultas a jato é tão grande que levou a uma distorção. Hoje, ser atendido em 15 minutos é considerado um privilégio. Um estudo da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto, em São Paulo, deixou isso claro. Os pesquisadores acompanharam 480 consultas na rede pública e mediram, de cronômetro na mão, o tempo que cada doente passava no consultório. Logo em seguida, perguntaram o nível de satisfação com a consulta. Quem foi atendido entre 11,4 e 15 minutos considerou o atendimento excelente. Os que ficaram de 7,6 a 11,3 minutos acharam a consulta boa. Já os que permaneceram com o médico de 3,8 a 7,5 minutos consideraram-na regular e apenas os que ficaram de 0,1 a 3,7 minutos – ou seja, nem quatro minutos – acharam que foram mal atendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos efeitos nocivos das consultas-relâmpago, não há no Brasil uma regulamentação que determine o tempo mínimo que uma consulta deve ter. Há apenas um consenso entre os bons médicos de que é impossível fazer uma avaliação correta do paciente em menos de 25 minutos. “Não se coloca o tempo de consulta no contrato porque se supõe que o médico agirá com consciência ética”, afirma Rogério Toledo, diretor do setor de Proteção ao Paciente da Associação Médica Brasileira (AMB). Mas como fazer isso na rede pública, por exemplo, na qual cada médico tem pelo menos 16 pacientes marcados para prestar atendimento em uma jornada de quatro horas? Ou seja, dedicar a cada doente escassos 15 minutos? Esse tempo, aliás, é usado como marcador de produtividade na rede pública, de acordo com o Manual de Auditoria de Atenção Básica do Ministério da Saúde. O documento serve para analisar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde e, segundo uma de suas fórmulas, serviço produtivo é aquele que atende em 15 minutos. Na rede conveniada, o parâmetro é que os profissionais atendam no máximo quatro pacientes por hora – ou seja, os mesmos 15 minutos para cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que nem sequer a “regra” dos 15 minutos é respeitada. “Na rede pública há médicos que atendem em dois minutos, no corredor mesmo”, relata o médico Fernando Lucchese, diretor da Santa Casa de Porto Alegre. “Já ouvi colegas dizer que eram pressionados a atender em menos de dez minutos”, completa o proctologista aposentado Albino Sorbino, que durante anos trabalhou no Hospital do Servidor Público de São Paulo. A demanda na instituição pública comprometia o atendimento em seu consultório. “Eram, no mínimo, dois casos graves por dia”, lembra. “Não tinha como fazer essa consulta em 15 minutos e eu ficava sempre três horas além do meu horário.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco, começam a surgir indicativos dos danos causados pelas consultas rápidas. Um estudo feito pela Universidade de Ghent, na Bélgica, revelou um pouco das diferenças que ocorrem quando uma consulta é rápida demais ou acontece no tempo certo. Os cientistas analisaram 2.801 gravações de consultas realizadas em 183 hospitais da União Europeia e categorizaram as relações estabelecidas durante o encontro com o médico. Nos curtos, o tempo é dividido entre perguntas e instruções. Já nos longos, observou-se mais tempo gasto no levantamento de problemas psicológicos que podem estar relacionados aos sintomas e no fornecimento de orientações gerais ao doente. Este último, é claro, é o modelo mais ideal. “A consulta não é o momento de diagnóstico preciso”, explica o gastroenterologista Rogério Toledo, da AMB. “É o momento de se inteirar dos hábitos do paciente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa consulta envolve também a coleta do histórico do paciente, exame clínico completo, indicação detalhada de exames complementares, se necessários, e orientações terapêuticas baseadas em pelo menos mais de uma hipótese de diagnóstico. “Tarefa difícil para 15 minutos”, diz o infectologista David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outros prejuízos quando esse roteiro não é cumprido. O tempo mínimo compromete a relação com o paciente e pode levar o médico a somente atenuar os sintomas sem tratar a doença. “O profissional vira um grande fazedor de receitas”, diz Lucchese, de Porto Alegre. O atendimento rápido também compromete a interligação de sintomas com situações, já que o paciente apenas responde a perguntas ou é dirigido pelo médico. “E é só deixando o paciente falar que se podem fazer conexões com uma sintomatologia que inicialmente não estaria relacionada à doença”, diz o cardiologista Múcio Oliveira, diretor de emergência do Instituto do Coração, em São Paulo. “O atendimento rápido vai comprometer o diagnóstico”, diz Rogério Toledo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros riscos são sair da consulta sem entender como tomar o remédio – e tomá-lo errado – ou receber uma prescrição incorreta. No Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde, 50% dos remédios comercializados são prescritos, dispensados ou usados de maneira errada. E, segundo especialistas, 49% dos erros são feitos pelo médico, na hora da prescrição. “O profissional faz um diagnóstico apressado, errôneo, e receita o remédio errado”, diz Fernando Lucchese. “O erro nas prescrições é uma consequência inevitável dessa consulta que não privilegia o olho clínico.” Além disso, a pressa eleva a chance de o paciente se submeter a exames desnecessários, sujeitando-se, por exemplo, a receber doses de radiação emitidas por aparelhos de imagem, sem que fosse preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de coleta de dados e um histórico mal tirado podem levar inclusive à morte. No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo indenizou uma família em R$ 30 mil por causa de um atendimento ruim em um hospital privado. Uma criança de 1 mês e 7 dias de vida, com pneumonia grave, voltou para casa apenas com uma prescrição de Novalgina. “Ela morreu de pneumonia porque o médico não coletou os dados suficientes na hora da consulta”, relata o advogado Vinicius de Abreu, representante da ONG Saúde Legal, entidade de defesa de pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma suposta falta de médicos poderia ser usada para justificar a pressa. Mas isso não é real no Brasil. Em outubro deste ano, os conselhos regionais de medicina registravam a existência de 371.788 médicos em atividade no País, um salto de 530% desde 1970, percentual cinco vezes maior que o crescimento da população. As razões apresentadas por entidades médicas para a disseminação da praga da consulta a jato repousam em outras esferas. Elas argumentam que a baixa remuneração dos profissionais é que provoca a necessidade de atender vários pacientes em um mesmo período. Isso fica mais evidente na rede pública, na qual os baixos salários não atraem muita gente. Como resultado, o número de médicos não seria suficiente para atender à demanda. “Não é novidade que faltam médicos nos serviços de urgência em hospitais públicos”, diz Aloísio Tibiriçá, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rede conveniada, que hoje já atende 9% da população brasileira, menos médicos se credenciam aos planos de saúde também por causa da baixa remuneração. Há planos que pagam menos de R$ 30 por consulta. A consequência: muitos profissionais atendem mais gente do que deveriam para conseguir um rendimento satisfatório. “O médico precisa manter o consultório, mas com os valores pagos só consegue isso aumentando os pacientes por hora ou cobrando no particular”, afirma Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa realidade vem merecendo reação dos próprios médicos. Recentemente, verificou-se uma onda de paralisações entre os profissionais vinculados a convênios. Em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, os médicos Marco Leite e João Botelho decidiram fazer o contrário. Para mostrar à população como deve ser um atendimento impecável, reforçaram o time de profissionais em uma das Unidades Básicas de Saúde da cidade em um dia de atendimento. “Tivemos um reforço de oito médicos onde antes havia quatro”, diz João Botelho. E os pacientes finalmente foram atendidos corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É direito do médico pleitear salários mais altos. Mas os governos, os profissionais e as entidades que os representam devem ficar em alerta para não permitir que a baixa remuneração e a ausência de infraestrutura continuem a ser motivos para justificar a proliferação da prática das consultas expressas e suas consequências danosas aos pacientes. As entidades médicas deveriam também – inclusive para proteger os próprios profissionais – exigir das autoridades de saúde melhorias nos sistemas de saúde público e privado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito particular, não há muita explicação para o fato de um médico receber o que quiser por uma consulta e atender seu paciente rapidamente. Uma das argumentações dos profissionais é a de que muitos trabalham em hospitais públicos ou conveniados durante o dia e acabam ficando com pouco tempo para atender à noite no consultório. Mas o paciente não tem culpa disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que também contribui para a armadilha das fast consultas é uma formação médica baseada mais na técnica do que em um atendimento mais humano. Além disso, muitos médicos são oriundos de faculdades de qualidade ruim, de onde saem às vezes sem saber sequer como realizar um exame clínico correto. Atualmente, o Ministério da Educação supervisiona 17 cursos de medicina que obtiveram conceitos 1 e 2, considerados baixos, no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. Entre elas estão quatro universidades federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não há, porém, uma determinação legal sobre o tempo mínimo de uma consulta, o paciente só poderá processar o médico quando houver um dano evidente e ficarem caracterizadas negligência, imprudência ou imperícia. “Não é porque a consulta foi rápida que o serviço foi mal prestado”, diz a advogada Joana Cruz, do Instituto de Defesa do Consumidor. No entanto, a curta duração da consulta pode ser um indício de que o médico agiu com negligência. “Nesse caso, o consumidor pode usar a curta duração como contextualização”, afirma o advogado Alexei Marqui, especializado em direito do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso é necessário que o paciente produza uma prova de que o tempo di­minuto resultou em negligência. “Ele pode pedir um comprovante da duração da consulta para o médico”, orienta Marqui. Mesmo na ausência de prova, dependendo do caso, o juiz pode determinar a inversão do ônus da prova. Nessas circunstâncias, como o paciente é considerado leigo, a Justiça entende que seria mais fácil o médico produzir uma prova que o defenda do que o paciente oferecer uma prova que acuse o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem um erro evidente, no entanto, vale registrar a queixa nas operadoras de saúde (para usuários de planos) ou no Ministério Público e secretarias de Saúde (pacientes da rede pública). O doente atendido por médico particular pode resolver na hora. A advogada especializada em saúde Rosana Chiavassa orienta só pagar a consulta depois do atendimento. “Dessa forma, se a pessoa considerar que foi mal atendida ou atendida rapidamente, é só levantar e ir embora sem pagar”, diz. Os indivíduos também têm a opção de recorrer à Justiça quando considerarem que a consulta expressa deixou consequências danosas à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denúncia aos órgãos competentes pode ser uma boa opção para detonar um movimento em massa por consultas mais extensas. Foi a partir da pressão popular, por exemplo, que a Agência Nacional Suplementar de Saúde decidiu diminuir o tempo de espera para a marcação de consultas e exames por usuários de planos de saúde.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Isto É&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-475569113766579871?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/475569113766579871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/475569113766579871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/praga-das-consultas-jato.html' title='A praga das consultas a jato'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7084016246312179308</id><published>2011-12-09T18:31:00.000-02:00</published><updated>2011-12-09T18:32:41.798-02:00</updated><title type='text'>Bebê toma vacina vencida em policlínica de Cuiabá, denuncia pai</title><content type='html'>&lt;em&gt;Pai relatou que filho foi vacinado com vacina vencida em novembro. &lt;br /&gt;Funcionária foi advertida e lote com doses vencidas foi recolhido.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bebê de dois meses tomou uma dose de uma vacina vencida em uma policlínica de Cuiabá (MT). A denúncia foi feita pelo supervisor de vendas Moacir Pinheiro, pai do menino. Ele contou que ficou assustado quando olhou no rótulo da vacina e viu que o produto estava vencido desde novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Saúde Municipal informou, por meio da assessoria de imprensa, que a funcionária que vacinou o bebê foi advertida. Ainda segundo a assessoria, o lote com as vacinas vencidas já foi retirado de circulação e não está mais à disposição na policlínica no bairro CPA 1, na capital do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de preocupado com a saúde do filho, Pinheiro ficou indignado com a situação. “Como uma pessoa pode dar uma vacina vencida?”, questionou. Ele explicou que levou o filho para ser vacinado contra o rotavírus - que protege contra infecções no intestino - no dia 5 de dezembro deste ano. Ele observou que a vacina estava vencida desde o mês passado, conforme constava na embalagem do produto. Contou ainda que foi até a policlínica e questionou os funcionários sobre a validade do produto. Porém, não ficou convencido com as respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles falaram que não existia nenhum problema, que a vacina tem uma duração de até seis meses. Foi aí que eu tomei um outro susto. A vacina tem uma data de validade. Naquele dia ela não poderia mais ser consumida”, comentou o pai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pediatra Sandra Monteiro disse que não é recomendado fazer a vacinação fora da data de validade porque isso poderia reduzir a eficácia da dose. Ela ressaltou que os pais devem observar o bebê nos próximos dias. Ainda segundo a médica, a criança não deve receber uma nova dose da vacina rotavírus, que é considerada bastante segura. Sobre a postura dos funcionários da policlínica, ela observou que os profissionais devem sempre prestar atenção em relação a data de validade do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7084016246312179308?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7084016246312179308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7084016246312179308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/bebe-toma-vacina-vencida-em-policlinica.html' title='Bebê toma vacina vencida em policlínica de Cuiabá, denuncia pai'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-17824798250858628</id><published>2011-12-09T17:55:00.003-02:00</published><updated>2011-12-09T18:02:29.484-02:00</updated><title type='text'>Resolução ANVISA/DC nº 63/2011 - Dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde</title><content type='html'>AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA&lt;br /&gt;DIRETORIA COLEGIADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO ANVISA/DC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011&lt;br /&gt;Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 28 nov. 2011, Seção 1, p.44-46&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o inciso IV do art. 11, do Regulamento aprovado pelo Decreto nº. 3.029, de 16 de abril de 1999, e tendo em vista o disposto no inciso II e nos § § 1º- e 3º- do art. 54 do Regimento Interno nos termos do Anexo I da Portaria nº. 354 da Anvisa, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, em reunião realizada em 24 de novembro de 2011, adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretora-Presidente Substituta, determino a sua publicação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º- Fica aprovado o Regulamento Técnico que estabelece os Requisitos de Boas Práticas para Funcionamento de Serviços de Saúde, nos termos desta Resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção I&lt;br /&gt;Objetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º- Este Regulamento Técnico possui o objetivo de estabelecer requisitos de Boas Práticas para funcionamento de serviços de saúde, fundamentados na qualificação, na humanização da atenção e gestão, e na redução e controle de riscos aos usuários e meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção II&lt;br /&gt;Abrangência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º- Este Regulamento Técnico se aplica a todos os serviços de saúde no país, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção III&lt;br /&gt;Definições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º- Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadas as seguintes definições:&lt;br /&gt;I - garantia da qualidade: totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos, para os fins a que se propõem;&lt;br /&gt;II - gerenciamento de tecnologias: procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de garantir a rastreabilidade, qualidade, eficácia, efetividade, segurança e em alguns casos o desempenho das tecnologias de saúde utilizadas na prestação de serviços de saúde, abrangendo cada etapa do gerenciamento, desde o planejamento e entrada das tecnologias no estabelecimento de saúde até seu descarte, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública e do meio ambiente e a segurança do paciente;&lt;br /&gt;III - humanização da atenção e gestão da saúde: valorização da dimensão subjetiva e social, em todas as práticas de atenção e de gestão da saúde, fortalecendo o compromisso com os direitos do cidadão, destacando-se o respeito às questões de gênero, etnia, raça, orientação sexual e às populações específicas, garantindo o acesso dos usuários às informações sobre saúde, inclusive sobre os profissionais que cuidam de sua saúde, respeitando o direito a acompanhamento de pessoas de sua rede social (de livre escolha), e a valorização do trabalho e dos trabalhadores;&lt;br /&gt;IV - licença atualizada: documento emitido pelo órgão sanitário competente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios, contendo permissão para o funcionamento dos estabelecimentos que exerçam atividades sob regime de vigilância sanitária;&lt;br /&gt;V - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS): documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos de saúde, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente. &lt;br /&gt;VI - política de qualidade: refere-se às intenções e diretrizes globais relativas à qualidade, formalmente expressa e autorizada pela direção do serviço de saúde.&lt;br /&gt;VII - profissional legalmente habilitado: profissional com formação superior ou técnica com suas competências atribuídas por lei;&lt;br /&gt;VIII - prontuário do paciente: documento único, constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registrados, gerados a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo; &lt;br /&gt;IX - relatório de transferência: documento que deve acompanhar o paciente em caso de remoção para outro serviço, contendo minimamente dados de identificação, resumo clínico com dados que justifiquem a transferência e descrição ou cópia de laudos de exames realizados, quando existentes;&lt;br /&gt;X - responsável técnico - RT: profissional de nível superior legalmente habilitado, que assume perante a vigilância sanitária a responsabilidade técnica pelo serviço de saúde, conforme legislação vigente;&lt;br /&gt;XI - segurança do Paciente: conjunto de ações voltadas à proteção do paciente contra riscos, eventos adversos e danos desnecessários durante a atenção prestada nos serviços de saúde.&lt;br /&gt;XII - serviço de saúde: estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência à população na prevenção de doenças, no tratamento, recuperação e na reabilitação de pacientes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;DAS BOAS PRÁTICAS DE FUNCIONAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção I&lt;br /&gt;Do gerenciamento da qualidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º- O serviço de saúde deve desenvolver ações no sentido de estabelecer uma política de qualidade envolvendo estrutura, processo e resultado na sua gestão dos serviços.&lt;br /&gt;Parágrafo único. O serviço de saúde deve utilizar a Garantia da Qualidade como ferramenta de gerenciamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º- As Boas Práticas de Funcionamento (BPF) são os componentes da Garantia da Qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados.&lt;br /&gt;§ 1º- As BPF são orientadas primeiramente à redução dos riscos inerentes a prestação de serviços de saúde.&lt;br /&gt;§ 2º- Os conceitos de Garantia da Qualidade e Boas Práticas de Funcionamento (BPF) estão inter-relacionados estando descritos nesta resolução de forma a enfatizar as suas relações e sua importância para o funcionamento dos serviços de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º- As BPF determinam que:&lt;br /&gt;I. o serviço de saúde deve ser capaz de ofertar serviços dentro dos padrões de qualidade exigidos, atendendo aos requisitos das legislações e regulamentos vigentes.&lt;br /&gt;II - o serviço de saúde deve fornecer todos os recursos necessários, incluindo:&lt;br /&gt;a) quadro de pessoal qualificado, devidamente treinado e identificado;&lt;br /&gt;b) ambientes identificados;&lt;br /&gt;c) equipamentos, materiais e suporte logístico; e&lt;br /&gt;d) procedimentos e instruções aprovados e vigentes.&lt;br /&gt;III - as reclamações sobre os serviços oferecidos devem ser examinadas, registradas e as causas dos desvios da qualidade, investigadas e documentadas, devendo ser tomadas medidas com relação aos serviços com desvio da qualidade e adotadas as providências no sentido de prevenir reincidências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção II&lt;br /&gt;Da Segurança do Paciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º- O serviço de saúde deve estabelecer estratégias e ações voltadas para Segurança do Paciente, tais como:&lt;br /&gt;I. Mecanismos de identificação do paciente;&lt;br /&gt;II. Orientações para a higienização das mãos;&lt;br /&gt;III. Ações de prevenção e controle de eventos adversos relacionada à assistência à saúde;&lt;br /&gt;IV. Mecanismos para garantir segurança cirúrgica;&lt;br /&gt;V. Orientações para administração segura de medicamentos, sangue e hemocomponentes;&lt;br /&gt;VI. Mecanismos para prevenção de quedas dos pacientes;&lt;br /&gt;VII. Mecanismos para a prevenção de úlceras por pressão;&lt;br /&gt;VIII. Orientações para estimular a participação do paciente na assistência prestada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção III&lt;br /&gt;Das Condições Organizacionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9º- O serviço de saúde deve possuir regimento interno ou documento equivalente, atualizado, contemplando a definição e a descrição de todas as suas atividades técnicas, administrativas e assistenciais, responsabilidades e competências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10 Os serviços objeto desta resolução devem possuir licença atualizada de acordo com a legislação sanitária local, afixada em local visível ao público.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Os estabelecimentos integrantes da Administração Pública ou por ela instituídos independem da licença para funcionamento, ficando sujeitos, porém, às exigências pertinentes às instalações, aos equipamentos e à aparelhagem adequada e à assistência e responsabilidade técnicas, aferidas por meio de fiscalização realizada pelo órgão sanitário local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11 Os serviços e atividades terceirizadas pelos estabelecimentos de saúde devem possuir contrato de prestação de serviços. &lt;br /&gt;§ 1º- Os serviços e atividades terceirizados devem estar regularizados perante a autoridade sanitária competente, quando couber.&lt;br /&gt;§ 2º- A licença de funcionamento dos serviços e atividades terceirizados deve conter informação sobre a sua habilitação para atender serviços de saúde, quando couber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 12 O atendimento dos padrões sanitários estabelecidos por este regulamento técnico não isenta o serviço de saúde do cumprimento dos demais instrumentos normativos aplicáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 13 O serviço de saúde deve estar inscrito e manter seus dados atualizados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 14 O serviço de saúde deve ter um responsável técnico (RT) e um substituto.&lt;br /&gt;Parágrafo único. O órgão sanitário competente deve ser notificado sempre que houver alteração de responsável técnico ou de seu substituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 15 As unidades funcionais do serviço de saúde devem ter um profissional responsável conforme definido em legislações e regulamentos específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 16 O serviço de saúde deve possuir profissional legalmente habilitado que responda pelas questões operacionais durante o seu período de funcionamento.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Este profissional pode ser o próprio RT ou técnico designado para tal fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 17 O serviço de saúde deve prover infraestrutura física, recursos humanos, equipamentos, insumos e materiais necessários à operacionalização do serviço de acordo com a demanda, modalidade de assistência prestada e a legislação vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 18 A direção e o responsável técnico do serviço de saúde têm a responsabilidade de planejar, implantar e garantir a qualidade dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 19 O serviço de saúde deve possuir mecanismos que garantam a continuidade da atenção ao paciente quando houver necessidade de remoção ou para realização de exames que não existam no próprio serviço.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Todo paciente removido deve ser acompanhado por relatório completo, legível, com identificação e assinatura do profissional assistente, que deve passar a integrar o prontuário no destino, permanecendo cópia no prontuário de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 20 O serviço de saúde deve possuir mecanismos que garantam o funcionamento de Comissões, Comitês e Programas estabelecidos em legislações e normatizações vigentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 21 O serviço de saúde deve garantir mecanismos para o controle de acesso dos trabalhadores, pacientes, acompanhantes e visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 22 O serviço de saúde deve garantir mecanismos de identificação dos trabalhadores, pacientes, acompanhantes e visitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 23 O serviço de saúde deve manter disponível, segundo o seu tipo de atividade, documentação e registro referente à:&lt;br /&gt;I - Projeto Básico de Arquitetura (PBA) aprovado pela vigilância sanitária competente.&lt;br /&gt;II - controle de saúde ocupacional;&lt;br /&gt;III - educação permanente;&lt;br /&gt;IV - comissões, comitês e programas;&lt;br /&gt;V - contratos de serviços terceirizados;&lt;br /&gt;VI - controle de qualidade da água;&lt;br /&gt;VII - manutenção preventiva e corretiva da edificação e instalações;&lt;br /&gt;VIII - controle de vetores e pragas urbanas; &lt;br /&gt;IX - manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos e instrumentos;&lt;br /&gt;X - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde;&lt;br /&gt;XI - nascimentos;&lt;br /&gt;XII - óbitos;&lt;br /&gt;XIII - admissão e alta;&lt;br /&gt;XIV - eventos adversos e queixas técnicas associadas a produtos ou serviços;&lt;br /&gt;XV - monitoramento e relatórios específicos de controle de infecção;&lt;br /&gt;XVI - doenças de Notificação Compulsória;&lt;br /&gt;XVII - indicadores previstos nas legislações vigentes;&lt;br /&gt;XVIII - normas, rotinas e procedimentos;&lt;br /&gt;XIX - demais documentos exigidos por legislações específicas dos estados, Distrito Federal e municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção IV&lt;br /&gt;Do Prontuário do Paciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 24 A responsabilidade pelo registro em prontuário cabe aos profissionais de saúde que prestam o atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 25 A guarda do prontuário é de responsabilidade do serviço de saúde devendo obedecer às normas vigentes.&lt;br /&gt;§ 1º- O serviço de saúde deve assegurar a guarda dos prontuários no que se refere à confidencialidade e integridade.&lt;br /&gt;§ 2º- O serviço de saúde deve manter os prontuários em local seguro, em boas condições de conservação e organização, permitindo o seu acesso sempre que necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 26 O serviço de saúde deve garantir que o prontuário contenha registros relativos à identificação e a todos os procedimentos prestados ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 27 O serviço de saúde deve garantir que o prontuário seja preenchido de forma legível por todos os profissionais envolvidos diretamente na assistência ao paciente, com aposição de assinatura e carimbo em caso de prontuário em meio físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 28 Os dados que compõem o prontuário pertencem ao paciente e devem estar permanentemente disponíveis aos mesmos ou aos seus representantes legais e à autoridade sanitária quando necessário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção V&lt;br /&gt;Da Gestão de Pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 29 As exigências referentes aos recursos humanos do serviço de saúde incluem profissionais de todos os níveis de escolaridade, de quadro próprio ou terceirizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 30 O serviço de saúde deve possuir equipe multiprofissional dimensionada de acordo com seu perfil de demanda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.31 O serviço de saúde deve manter disponíveis registros de formação e qualificação dos profissionais compatíveis com as funções desempenhadas.&lt;br /&gt;Parágrafo único. O serviço de saúde deve possuir documentação referente ao registro dos profissionais em conselhos de classe, quando for o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 32 O serviço de saúde deve promover a capacitação de seus profissionais antes do início das atividades e de forma permanente em conformidade com as atividades desenvolvidas.&lt;br /&gt;Parágrafo único. As capacitações devem ser registradas contendo data, horário, carga horária, conteúdo ministrado, nome e a formação ou capacitação profissional do instrutor e dos trabalhadores envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 33 A capacitação de que trata o artigo anterior deve ser adaptada à evolução do conhecimento e a identificação de novos riscos e deve incluir:&lt;br /&gt;I - os dados disponíveis sobre os riscos potenciais à saúde; &lt;br /&gt;II - medidas de controle que minimizem a exposição aos agentes;&lt;br /&gt;III - normas e procedimentos de higiene;&lt;br /&gt;IV - utilização de equipamentos de proteção coletiva, individual e vestimentas de trabalho;&lt;br /&gt;V - medidas para a prevenção de acidentes e incidentes;&lt;br /&gt;VI - medidas a serem adotadas pelos trabalhadores no caso de ocorrência de acidentes e incidentes;&lt;br /&gt;VII - temas específicos de acordo com a atividade desenvolvida pelo profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção VI&lt;br /&gt;Da Gestão de Infraestrutura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 34 O serviço de saúde deve ter seu projeto básico de arquitetura atualizado, em conformidade com as atividades desenvolvidas e aprovado pela vigilância sanitária e demais órgãos competentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 35 As instalações prediais de água, esgoto, energia elétrica, gases, climatização, proteção e combate a incêndio, comunicação e outras existentes, devem atender às exigências dos códigos de obras e posturas locais, assim como normas técnicas pertinentes a cada uma das instalações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 36 O serviço de saúde deve manter as instalações físicas dos ambientes externos e internos em boas condições de conservação, segurança, organização, conforto e limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 37 O serviço de saúde deve executar ações de gerenciamento dos riscos de acidentes inerentes às atividades desenvolvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 38 O serviço de saúde deve ser dotado de iluminação e ventilação compatíveis com o desenvolvimento das suas atividades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 39 O serviço de saúde deve garantir a qualidade da água necessária ao funcionamento de suas unidades. &lt;br /&gt;§ 1º- O serviço de saúde deve garantir a limpeza dos reservatórios de água a cada seis meses.&lt;br /&gt;§ 2º- O serviço de saúde deve manter registro da capacidade e da limpeza periódica dos reservatórios de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 40 O serviço de saúde deve garantir a continuidade do fornecimento de água, mesmo em caso de interrupção do fornecimento pela concessionária, nos locais em que a água é considerada insumo crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 41 O serviço de saúde deve garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica, em situações de interrupção do fornecimento pela concessionária, por meio de sistemas de energia elétrica de emergência, nos locais em que a energia elétrica é considerada insumo crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 42 O serviço de saúde deve realizar ações de manutenção preventiva e corretiva das instalações prediais, de forma própria ou terceirizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção VII&lt;br /&gt;Da Proteção à Saúde do Trabalhador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 43 O serviço de saúde deve garantir mecanismos de orientação sobre imunização contra tétano, difteria, hepatite B e contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores possam estar expostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 44 O serviço de saúde deve garantir que os trabalhadores sejam avaliados periodicamente em relação à saúde ocupacional mantendo registros desta avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 45 O serviço de saúde deve garantir que os trabalhadores com agravos agudos à saúde ou com lesões nos membros superiores só iniciem suas atividades após avaliação médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 46 O serviço de saúde deve garantir que seus trabalhadores com possibilidade de exposição a agentes biológicos, físicos ou químicos utilizem vestimentas para o trabalho, incluindo calçados, compatíveis com o risco e em condições de conforto.&lt;br /&gt;§ 1º- Estas vestimentas podem ser próprias do trabalhador ou fornecidas pelo serviço de saúde.&lt;br /&gt;§ 2º- O serviço de saúde é responsável pelo fornecimento e pelo processamento das vestimentas utilizadas nos centros cirúrgicos e obstétricos, nas unidades de tratamento intensivo, nas unidades de isolamento e centrais de material esterilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 47 O serviço de saúde deve garantir mecanismos de prevenção dos riscos de acidentes de trabalho, incluindo o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, em número suficiente e compatível com as atividades desenvolvidas pelos trabalhadores.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 48 O serviço de saúde deve manter registro das comunicações de acidentes de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 49 Em serviços de saúde com mais de vinte trabalhadores é obrigatória a instituição de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 50 O Serviço de Saúde deve manter disponível a todos os trabalhadores:&lt;br /&gt;I - Normas e condutas de segurança biológica, química, física, ocupacional e ambiental;&lt;br /&gt;II - Instruções para uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI;&lt;br /&gt;III - Procedimentos em caso de incêndios e acidentes;&lt;br /&gt;IV - Orientação para manuseio e transporte de produtos para saúde contaminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção VIII&lt;br /&gt;Da Gestão de Tecnologias e Processos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 51 O serviço de saúde deve dispor de normas, procedimentos e rotinas técnicas escritas e atualizadas, de todos os seus processos de trabalho em local de fácil acesso a toda a equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 52 O serviço de saúde deve manter os ambientes limpos, livres de resíduos e odores incompatíveis com a atividade, devendo atender aos critérios de criticidade das áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 53 O serviço de saúde deve garantir a disponibilidade dos equipamentos, materiais, insumos e medicamentos de acordo com a complexidade do serviço e necessários ao atendimento da demanda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 54 O serviço de saúde deve realizar o gerenciamento de suas tecnologias de forma a atender as necessidades do serviço mantendo as condições de seleção, aquisição, armazenamento, instalação, funcionamento, distribuição, descarte e rastreabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 55 O serviço de saúde deve garantir que os materiais e equipamentos sejam utilizados exclusivamente para os fins a que se destinam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 56 O serviço de saúde deve garantir que os colchões, colchonetes e demais mobiliários almofadados sejam revestidos de material lavável e impermeável, não apresentando furos, rasgos, sulcos e reentrâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 57 O serviço de saúde deve garantir a qualidade dos processos de desinfecção e esterilização de equipamentos e materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 58 O serviço de saúde deve garantir que todos os usuários recebam suporte imediato a vida quando necessário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 59 O serviço de saúde deve disponibilizar os insumos, produtos e equipamentos necessários para as práticas de higienização de mãos dos trabalhadores, pacientes, acompanhantes e visitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 60 O serviço de saúde que preste assistência nutricional ou forneça refeições deve garantir a qualidade nutricional e a segurança dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 61 O serviço de saúde deve informar aos órgãos competentes sobre a suspeita de doença de notificação compulsória conforme o estabelecido em legislação e regulamentos vigentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 62 O serviço de saúde deve calcular e manter o registro referente aos Indicadores previstos nas legislações vigentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seção IX&lt;br /&gt;Do Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 63 O serviço de saúde deve garantir ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação dos mesmos. &lt;br /&gt;Parágrafo único. O controle químico, quando for necessário, deve ser realizado por empresa habilitada e possuidora de licença sanitária e ambiental e com produtos desinfestantes regularizados pela Anvisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 64 Não é permitido comer ou guardar alimentos nos postos de trabalho destinados à execução de procedimentos de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 65 Os estabelecimentos abrangidos por esta resolução terão o prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados a partir da data de sua publicação para promover as adequações necessárias ao Regulamento Técnico.&lt;br /&gt;Parágrafo único. A partir da publicação desta resolução, os novos estabelecimentos e aqueles que pretendam reiniciar suas atividades, devem atender na íntegra às exigências nela contidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 66 O descumprimento das disposições contidas nesta resolução e no regulamento por ela aprovado constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 67 Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIA CECÍLIA MARTINS BRITO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CREMESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-17824798250858628?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/17824798250858628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/17824798250858628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/resolucao-anvisadc-n-632011-dispoe.html' title='Resolução ANVISA/DC nº 63/2011 - Dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7129417186382496269</id><published>2011-12-08T16:32:00.001-02:00</published><updated>2011-12-08T16:34:18.689-02:00</updated><title type='text'>Bebê morre após receber medicação errada em hospital em Pedreira, SP</title><content type='html'>&lt;em&gt;Enfermeira aplicou dipirona em vez de Dramin em menina de 8 meses.&lt;br /&gt;Profissional deve ser afastada durante as investigações.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma menina de 8 meses morreu em um pronto-socorro em Pedreira, no interior de São Paulo, após receber medicação diferente da prescrita pelo médico na tarde de quarta-feira (7). A Secretaria Municipal da Saúde confirma que a enfermeira que cuidava do bebê errou na aplicação do remédio. Uma sindicância foi aberta nesta quinta (8) para apurar o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a secretária da Saúde, Ana Goulart, o hospital vai aguardar o laudo conclusivo do Instituto Médico-Legal (IML) para saber se a morte do bebê está ligada ao fato de o medicamento ter sido aplicado de forma errada. A profissional deverá ser afastada durante as investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo relato da família, Camily Euzébio da Costa passou mal e foi levada para o hospital, que fica no bairro Vila Canesso. O médico que a atendeu receitou a aplicação de Dramin, mas a enfermeira ministrou dipirona no bebê. Cerca de uma hora depois, a criança morreu, de acordo com os parentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado da família, Luiz Carlos de Freitas, diz que somente após o laudo do IML será decidido com que tipo de ação entrará na Justiça contra o pronto-socorro e os responsáveis pelo erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O laudo preliminar do IML de Mogi Guaçu aponta que a garota morreu após uma parada cardíaca, decorrente do aumento de pressão sanguínea. O resultado, no entanto, não aponta se a causa da morte foi o remédio aplicado. O resultado conclusivo deve sair em 30 dias. O corpo da garota deverá ser enterrado na capela do Cemitério Municipal de Pedreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7129417186382496269?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7129417186382496269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7129417186382496269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/bebe-morre-apos-receber-medicacao.html' title='Bebê morre após receber medicação errada em hospital em Pedreira, SP'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2955675260410893206</id><published>2011-12-08T03:28:00.001-02:00</published><updated>2011-12-08T03:28:39.330-02:00</updated><title type='text'>Senado aprova projeto que fixa gastos do governo em saúde</title><content type='html'>Por 70 votos a 1, os senadores aprovaram na noite desta quarta-feira projeto que regulamenta a emenda 29 e fixa os valores mínimos a serem investidos na área da saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, que já havia sido aprovada pela Câmara, mantém a regra seguida atualmente pela União para cálculo dos recursos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o projeto, o recurso deve corresponder ao valor empenhado no ano anterior acrescido da variação nominal do PIB (Produto Interno Bruto) nos dois anos anteriores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para 2012, por exemplo, a União teria de aplicar o empenhado em 2011 mais a variação do PIB de 2010 para 2011. O projeto original estabelecia em 10% da receita corrente bruta o investimento a ser feito pela União, mas essa fórmula foi rejeitada no Senado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo, que desde o início foi contra a fixação da porcentagem, alega não ter como destinar tantos recursos (algo em torno de R$ 35 bilhões) ao setor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos percentuais a serem aplicados por Estados e municípios, o texto aprovado manteve 12% da receita corrente bruta para os Estados e 15% para os municípios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto também define o que pode ser considerado gasto com saúde e evita que investimentos em saneamento, por exemplo, sejam incluídos no cálculo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Frente Parlamentar da Saúde, formada por deputados e senadores, isso deve injetar cerca de R$ 4 bilhões no SUS (Sistema Único de Saúde) já em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na votação de hoje, os senadores também rejeitaram a possibilidade da criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde), defendida pelo líder do PT, Humberto Costa (PE). A arrecadação do tributo, segundo a proposta, seria destinado para a área da saúde, nos moldes do que previa a extinta CPMF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto agora vai para sanção da presidente Dilma Rousseff. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a votação desse projeto, o caminho fica livre para que os senadores analisem a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prorroga até 2015 a DRU (Desvinculação de Receitas da União), mecanismo que permite o Executivo aplicar livremente 20% do seu orçamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2955675260410893206?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2955675260410893206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2955675260410893206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/senado-aprova-projeto-que-fixa-gastos.html' title='Senado aprova projeto que fixa gastos do governo em saúde'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7567615626732249605</id><published>2011-12-06T23:45:00.004-02:00</published><updated>2011-12-06T23:52:30.797-02:00</updated><title type='text'>Responsabilidade objetiva do profissional</title><content type='html'>&lt;em&gt;A regra para a responsabilidade civil decorrente de erro médico é que ela seja subjetiva, entretanto, nas cirúrgicas plásticas estéticas, a situação muda e a responsabilidade civil passa a ser objetiva.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se vê e ouve a respeito de cirurgias plásticas. As novidades são quase diárias e os pacientes, um pouco como cobaias, estão cada dia mais destemidos em um pensamento do tipo "tudo pela beleza". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo os médicos passaram a incentivar (ou não desestimular) as cirurgias, logo eles que eram mais cautelosos e conscientes - inclusive chegavam a tentar desmotivar aqueles que por ventura quisessem se submeter cirurgias estéticas em excesso ou exagero. Hoje em dia o cenário mudou e pouco se sabe ou se ouve falar que esse tipo de situação ocorra - muito pelo contrário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites dos cirurgiões mais conhecidos são verdadeiros incentivos à cirurgia plástica, com literais promessas de beleza, fotos de pessoas que já passaram pelo procedimento cirúrgico e até depoimentos de pacientes felizes com os resultados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe, inclusive, um programa televisivo que aborda exclusivamente o tema, em que um dos apresentadores é um médico cirurgião estrangeiro cheio de estilo e trejeitos. &lt;br /&gt;Próteses de silicone nunca estiveram tanto em voga, podendo ser implantadas em quase qualquer parte do corpo, desde lábios até panturrilha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, as mulheres que eram o principal (ou único) alvo desse tipo de procedimento cirúrgico ganharam a concorrência dos homens, que implantam próteses nos mamilos, bíceps e tríceps visando a aparentar músculos, substituindo a necessidade de musculação na academia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um site de um cirurgião plástico famoso, que operou várias celebridades, dá a entender, sem qualquer tipo de cerimônia, que agora não se faz necessário ir à academia, já que as próteses de silicone aparentam músculos desenvolvidos com perfeição, como se frequentar uma academia de ginástica não acarretasse qualquer tipo de benefício à saúde que não somente os efeitos estéticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os benefícios à saúde que as atividades físicas acarretam? Para alguns desses profissionais médicos, parecem estar em segundo plano ou mesmo ser desnecessários, pois para eles a estética está em primeiro lugar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, muitos pacientes deixam-se seduzir diante de tais promessas de sucesso e beleza fácil, realizando cirurgias desnecessárias, submetendo-se aos riscos inerentes ao procedimento, como a anestesia, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, quando obtêm êxito na operação, as pessoas não ficam só em um procedimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela vão em busca de outras, "viciando-se" na beleza fácil, submetendo-se a várias outras cirurgias, como as de implante de silicone. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando não se alcança o resultado esperado com o procedimento, de quem é a responsabilidade? E essa responsabilidade é objetiva (independente de culpa) ou subjetiva (quando comprovada a culpa)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regra para a responsabilidade civil decorrente de erro médico é que ela seja subjetiva, entretanto, nas cirúrgicas plásticas estéticas, a situação muda e a responsabilidade civil passa a ser objetiva. Isso porque se entende que a obrigação é de resultado, enquanto que na primeira hipótese é de meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ressalve-se o caso de cirurgia plástica corretiva, pois aí se tem a necessidade em proceder com a operação. Portanto, no caso de erro médico, a responsabilidade civil seria subjetiva, ou seja, teria que restar comprovada a culpa do profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a culpa no erro médico se presume somente em cirurgias plásticas estéticas, sendo mais do que lógico esse entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém procura um médico por estar acometido de enfermidade, o profissional jamais garante que o paciente ficará curado, apenas analisa o caso, receita algum medicamente e, em casos mais graves, adverte e aconselha acerca da necessidade de procedimento cirúrgico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém procura um médico nesse tipo de situação por estar com vontade, mas sim por precisar, e o profissional não incentiva e muito menos faz promessas a esse paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cirurgia plástica estética o caso é diferente. Existe a garantia por parte do profissional acerca do sucesso no procedimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém em sã consciência se arriscaria a uma cirurgia estética no nariz, se fosse informado do risco de ter seu rosto deformado. Portanto, como já dito, a obrigação nessas situações é de resultado, porquanto existe a garantia de que o objetivo será necessariamente alcançado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro é reforçado por conta das atitudes tomadas por alguns cirurgiões plásticos no sentido de estimular de forma veemente e deliberada as pessoas a se submeterem aos implantes e demais procedimentos, visando a uma estética perfeita, como mencionado no início deste artigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, no caso de erro médico em cirurgia plástica estética, dificilmente o profissional conseguirá se refutar de arcar com os eventuais danos suportados pelo paciente, mesmo porque a responsabilidade civil objetiva nesse tipo de caso já é pacificada por doutrina e jurisprudência pátrias. Ainda, o erro médico nessas hipóteses pode ter consequências nas esferas cível e criminal e, repise-se, a culpa do profissional se presume. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se recomenda é cautela por parte de pacientes e cirurgiões, sendo deveras condenável postura de incentivo aos procedimentos cirúrgicos estéticos e até mesmo de desestímulo aos exercícios físicos, como se aqueles tivessem os mesmos benefícios à saúde que estes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Correia Lima Santiago&lt;br /&gt;Advogado militante; sócio do escritório Montezuma e Santiago Advogados, em Recife/PE - jorge.santiago@lmsadvogados.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Visão Jurídica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OBS.: com o devido respeito, NUNCA a responsabilidade civil do profissional liberal (médico) pode ser tida como objetiva. O texto traz uma clara (e equivocada) confusão entre Responsabilidade Objetiva e Obrigação de Resultado.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7567615626732249605?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7567615626732249605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7567615626732249605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/responsabilidade-objetiva-do.html' title='Responsabilidade objetiva do profissional'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1807714086756809536</id><published>2011-12-06T16:51:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T16:52:12.554-02:00</updated><title type='text'>Caso escolha médico, gestante é obrigada pagar por parto</title><content type='html'>&lt;em&gt;Medida adotada por convênio está dentro da lei, diz ANS&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma gestante de três meses, em Ribeirão Preto, foi pega de surpresa, após saber que terá que pagar aproximadamente R$ 2 mil para o médico que a acompanha no pré-natal realizar seu parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher, que não quis se identificar, questionou a Unimed da conduta e foi informada sobre a legalidade na cobrança. Mesmo assim, ela contestou a medida e disse que se sentiu lesada. “Eles falaram que era dessa forma e que não estavam de forma alguma me negando atendimento, mas que eu não teria meu médico para fazer meu parto, então, o plantonista do dia que faria o parto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessa constatação, a gestante está preocupada. “Se eu procuro médico é porque eu confio. No dia mais importante que é o do parto, eu vou ter que contar com a sorte. Eu não me sinto segura para fazer o parto com um médico desconhecido”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador de escala de plantão da Unimed, Sylvester Janowski, disse que o convênio não negou a mulher o direito ao médico na hora do parto. Porém, ela não tem direito de escolher o profissional e deve aceitar quem estiver de plantão. “O colega que eventualmente orientou a essa paciente, deve ter sugerido a ela a busca do plantão de obstetrícia que nós temos hoje [atualmente] na Maternidade Sinhá Junqueira, composto por 50 médicos cooperados. Todos com experiência na área e, no mínimo, com título de especialista. Quer dizer, não há como discutir aqui a qualificação do profissional, que atende no plantão disponibilizado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o chefe do Núcleo da Agência Nacional de Saúde (ANS) de Ribeirão Preto, Luiz Fagioni, não há infração, desde que, o plano de saúde garanta a cobertura integral do parto. “A cobertura estando integralmente garantida por parte da operadora não há infração da lei por parte do convênio de saúde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o representante da ANS, o que não pode ocorrer é a operadora cobrar do paciente taxas que não estão previstas em contrato. “Isso tem que ficar bem claro para todo beneficiário de plano de saúde”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EPTV&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1807714086756809536?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1807714086756809536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1807714086756809536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/caso-escolha-medico-gestante-e-obrigada.html' title='Caso escolha médico, gestante é obrigada pagar por parto'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1249154742482473284</id><published>2011-12-06T10:27:00.001-02:00</published><updated>2011-12-06T10:27:59.204-02:00</updated><title type='text'>Casal deve receber R$ 100 mil de indenização após perder filhos</title><content type='html'>Um casal que teve os filhos gêmeos mortos durante o parto no município de Acopiara, a 345 quilômetros de Fortaleza, deve receber R$ 100 mil de indenização. A quantia deve ser paga pelo Hospital Geral Suzana Gurgel e pelos médicos M.N.M.H. e P.G.V.F, condenados pelo juiz Antônio Cristiano de Carvalho Magalhães, da 1ª Vara do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os autos, o casal procurou a médica M.N.M.H. para iniciar o pré-natal após a comprovação da gravidez. Por conta do crescimento incomum da barriga, os pais suspeitaram da gravidez de gêmeos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obstetra teria informado ao casal que não seria necessária a realização de ultrassonografia, segundo os autos. Contudo, os pais procuraram o médico P.G.V.F. para realizar o exame e constararam que a mãe esperava um bebê do sexo masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mês antes da data prevista pelos médicos, a paciente deu entrada no hospital sentindo fortes dores, mas não foi internada por determinação da médica plantonista. Sem suportar as dores, retornou ao hospital e foi submetida ao parto com urgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher esperava gêmeos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em trabalho de parto, foi confirmada a existência de gêmeos e que os bebês já estavam mortos e o casal entrou com um pedido de indenização na Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Diário do Nordeste&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1249154742482473284?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1249154742482473284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1249154742482473284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/casal-deve-receber-r-100-mil-de.html' title='Casal deve receber R$ 100 mil de indenização após perder filhos'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-514171326833208773</id><published>2011-12-06T10:26:00.001-02:00</published><updated>2011-12-06T10:26:51.285-02:00</updated><title type='text'>Em 4 anos, SP duplica gastos com remédios por determinação judicial</title><content type='html'>Em quatro anos, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo teve quase dobrados os gastos com a compra de medicamentos e produtos diversos exigidos por determinação judicial. Em 2007, o Estado gastou R$ 400 milhões para atender a 8 mil ações; em 2010 foram gastos R$ 700 milhões para 25 mil ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os itens mais pedidos são para diabete, que não são fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de remédios de alto custo - em geral para tratamento de alguns tipos de câncer, como drogas para quimioterapia oral, ou de doenças raras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso da empresária Francisca Bruzzi, de 50 anos, que precisou recorrer à Justiça para conseguir dar continuidade ao tratamento do marido, Raimundo, de 61. Diagnosticado com mieloma múltiplo (um tipo de câncer na medula) em 2008, ele tentou vários tratamentos e passou por transplante de medula, mas nada deu certo. A única alternativa para ele é o medicamento Revlimid, que não é vendido no Brasil e custa cerca de R$ 16,5 mil - preço de uma caixa com 30 comprimidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Entrei na Justiça em março e o juiz determinou a entrega do medicamento. O Estado me entregou, em setembro, um remédio similar, bem mais barato, fabricado na Índia e sem comprovação científica``, diz Francisca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado forneceu a ela o remédio similar, chamado Lenalid, que tem o mesmo princípio ativo do de marca (lenalidomida). Teoricamente, ele oferece os mesmos efeitos ao paciente e custa R$ 790 - 5% do valor do remédio de marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``A médica do meu marido disse que não recomenda o consumo de um remédio sem comprovação científica da sua eficácia. Por isso, ele está sem receber tratamento``, conta Francisca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medida comum. O secretário de Saúde, Giovanni Guido Cerri, diz que a secretaria recorre às drogas genéricas ou similares quando o juiz não especifica na decisão o nome do medicamento de marca e sim o princípio ativo. No caso da lenalidomida, atualmente existem dez ações em andamento: em cinco delas, o Estado entrega o remédio de marca e em cinco, o indiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hematologista Celso Massumoto, da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), diz que os médicos costumam receitar o remédio de marca, mas que a maior dificuldade é o preço. ``Em geral, os laboratórios costumam seguir as exigências internacionais. Em tese, o remédio indiano produz o mesmo efeito e custa muito menos.``&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é só a lenalidomida que apresenta versões similares ou genéricas. Segundo dados da secretaria, há 118 ações para fornecimento de anastrazol - droga usada no tratamento de câncer de mama. Em 95 delas, o Estado fornece a versão genérica e para as outras 13, entrega a droga de referência (Arimidex). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma coisa acontece com 131 ações que pedem o medicamento letrozol - também para câncer de mama. Em 116 casos, o Estado fornece a droga genérica; nas 15 restantes, entrega a versão de marca (Femara).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aposentada Alda Scurzio Mantovani, de 70 anos, trata um câncer de mama e também foi à Justiça. Por dois anos, ela comprou o remédio, que custava cerca de R$ 500 por mês. Mas foi à Justiça quando se endividou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alda precisava do Arimidex, mas recebeu a versão genérica do Estado. ``Algumas vezes me peguei pensando: será que esse remédio tem o mesmo efeito do de marca? Fiquei com dúvida, porque o câncer é uma doença muito difícil, mas o meu médico me tranquilizou``, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças raras. Pacientes que sofrem com doenças raras reclamam da demora para o fornecimento de medicamentos. A Associação Brasileira de Hemoglobinúria Paroxística Noturna (ABHPN) afirma que 16 pacientes já receberam liminares ou sentenças que garantem acesso a um remédio essencial para o tratamento, mas ainda aguardam o fornecimento do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença afeta 1 a cada 100 mil pessoas e é hereditária. Causa uma anemia crônica e aumenta o risco de trombose. Fernanda Tavares, advogada que atende a ABHPN, afirma que alguns pacientes demoram mais de 60 dias para receber o remédio - prazo concedido para a secretaria cumprir a decisão. Em nota, a secretaria critica a ``enxurrada de decisões judiciárias obrigando o governo a comprar medicamentos não padronizados, alguns sem registro``. / COLABOROU ALEXANDRE GONÇALVES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S.Paulo / FERNANDA BASSETTE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-514171326833208773?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/514171326833208773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/514171326833208773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/em-4-anos-sp-duplica-gastos-com.html' title='Em 4 anos, SP duplica gastos com remédios por determinação judicial'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7607029537274472629</id><published>2011-12-03T00:31:00.001-02:00</published><updated>2011-12-03T00:31:36.377-02:00</updated><title type='text'>Aposentada dispensada sem justa causa faz jus à manutenção do plano de saúde</title><content type='html'>Em acórdão da 9ª turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), a desembargadora Vilma Mazzei Capatto entendeu que se a empregada aposentada, mas que continua trabalhando, for dispensada sem justa causa, faz jus à manutenção vitalícia do plano de saúde oferecido pela empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso analisado pela turma, a desembargadora justificou seu entendimento no fato de que a concessão do benefício previdenciário não representa ruptura do contrato empregatício vigente até então. Dessa forma, caso a empregada aposentada continue prestando serviços à mesma empresa, não há que se considerar um novo contrato de trabalho, mas tão somente a continuidade do pacto laboral que já estava em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a empregada não foi enquadrada na hipótese do artigo 30 da Lei nº 9.656/98, que prevê que o plano de saúde oferecido pela empresa deva ser mantido apenas temporariamente (24 meses) após a dispensa sem justa causa, desde que o empregado arque com o pagamento integral do benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o entendimento relativo à continuidade da relação empregatícia mesmo após a concessão da aposentadoria, o enquadramento dado ao caso foi a manutenção vitalícia do plano de saúde, nos termos do artigo 31 da mesma lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras da desembargadora “Constatando-se que a reclamante laborou por mais de 28 anos na empresa, contribuindo para o plano de saúde no qual pretende reintegrar, e ostenta a condição de aposentada, é irrelevante para o enquadramento no art. 31 da aludida norma eventual dispensa sem justa causa posterior, pois, conforme já mencionado, a aposentadoria não extingue o contrato de trabalho. Assim, faz jus a reclamante à reintegração ao plano de saúde coletivo nos moldes pleiteados na inicial, com fulcro no art. 31 da Lei 9.656/98, mediante assunção do pagamento integral que, diga-se, já havia sendo feito.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o recurso ordinário interposto pela empresa foi desprovido nesse aspecto, por unanimidade de votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: 01203002520045020501 – RO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7607029537274472629?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7607029537274472629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7607029537274472629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/aposentada-dispensada-sem-justa-causa.html' title='Aposentada dispensada sem justa causa faz jus à manutenção do plano de saúde'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8976350144303381398</id><published>2011-12-03T00:06:00.000-02:00</published><updated>2011-12-03T00:07:37.314-02:00</updated><title type='text'>Direito à saúde: STF analisará fornecimento de remédio sem registro</title><content type='html'>O Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal reconheceu a repercussão geral do recurso em que se discute a possibilidade do Estado ser obrigado a fornecer medicamento sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão se deu por unanimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relator, ministro Marco Aurélio, "o tema é da maior importância para a sociedade em geral no que, de início, cumpre ao Estado assegurar a observância do direito à saúde, procedendo à entrega do medicamento". O Tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu que remédios sem registro na Anvisa não precisam ser fornecidos pelo Estado. "Ao Supremo cabe a última palavra sobre a matéria, ante os preceitos dos artigos 6º e 196 da Constituição Federal", ressaltou o relator do Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recurso, a recorrente alega ofensa aos artigos 1º, inciso III; 6º; 23, inciso II; 196; 198, inciso II e parágrafo 2º; 204, todos da Constituição Federal. Sustenta que é dever do Estado garantir o direito à saúde, mostrando ser descabida situação em que um doente grave não tem acesso ao tratamento compatível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora afirma que o argumento de falta de previsão do remédio na lista do Sistema Único de Saúde (SUS) não é convincente, tendo em vista a responsabilidade do ente federativo. Ressalta, ainda, que a vedação de importação e de uso de medicamento é distinta da ausência de registro na Anvisa. Também afirma que a aplicação da chamada teoria da reserva do possível não exime o administrador de cumprir com as obrigações que constam da Constituição de 1988. Assim, a recorrente solicita, ao final, a concessão de tutela antecipada em virtude do estado de saúde precário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar o caso, o TJ-MG entendeu que, apesar de o direito à saúde estar previsto nos artigos 6º e 196 da Constituição Federal, não se pode obrigar o Estado a fornecer medicamento sem registro na Anvisa, sob pena de vir a praticar autêntico descaminho. O TJ ressaltou a inexistência de direito absoluto e, tendo em vista a prevalência do interesse coletivo, bem como dos princípios do artigo 37 da CF, "a competência do administrador público para gerir de maneira proba e razoável os recursos disponíveis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à repercussão geral, a recorrente salienta a relevância econômica e social da questão. Afirma que a importância da matéria requer que o Supremo examine o tema do direito fundamental à saúde quando há necessidade de fornecer medicamento imprescindível ao bem-estar e à vida de um cidadão. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RE 657.718 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Conjur&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8976350144303381398?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8976350144303381398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8976350144303381398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/direito-saude-stf-analisara.html' title='Direito à saúde: STF analisará fornecimento de remédio sem registro'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5676989701961184153</id><published>2011-12-02T23:37:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T23:38:20.838-02:00</updated><title type='text'>Médico é suspeito de degolar feto durante atendimento, diz polícia</title><content type='html'>&lt;em&gt;Jovem de 17 anos estava grávida de cinco meses quando passou mal.&lt;br /&gt;Paciente foi atendida no Hospital Municipal de Iramaia.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será ouvido na próxima semana um médico boliviano que é suspeito de degolar o feto de uma grávida de cinco meses no município de Iramaia, a 415 km de Salvador. De acordo com informações de Otenilson Fonseca, escrivão da Polícia Civil, uma jovem de 17 anos que estava grávida começou a sentir dores nas costas e ter sangramento quando foi levada para o Hospital Municipal de Iramaia no dia 19 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegou na unidade, a paciente relatou o que estava sentindo e, segundo ela, o médico lhe deu um remédio para aumentar as contrações com o objetivo de realizar um parto de emergência, relatou o agente policial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a polícia, a vítima contou que durante a tentativa de parto, o médico acabou degolando o feto e retirando o seu corpo. Diante do problema, o médico resolveu encaminhar a paciente para o Hospital Prado Valadares na cidade de Jequié para fazer uma curetagem. Foi nessa unidade que outro médico constatou que havia apenas a cabeça do feto, realizando a curetagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o escrivão, um representante do médico esteve na delegacia e marcou para a próxima semana o depoimento do suspeito. Após cometer o erro, o médico resolveu sair da cidade e informou à polícia que tomou esta atitude por temer agressões da população. Ele ainda afirmou que teve seu carro depredado por populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a polícia, a jovem está bastante abalada com a situação e o Conselho Tutelar do município se responsabilizou por providenciar um atendimento psicológico para ela. O material colhido durante a curetagem e o corpo que estava no Hospital de Iramaia foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica, em Jequié. O laudo que deve identificar a causa do aborto deverá ser emitido em 30 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O G1 procurou o Hospital Municipal de Iramaia, mas o responsável pela unidade não foi encontrado para comentar o assunto. Já o Hospital Geral Prado Valadares confirmou que a paciente deu entrada na unidade no dia 19 de novembro, mas informou que precisa de mais tempo para fornecer dados sobre o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5676989701961184153?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5676989701961184153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5676989701961184153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/medico-e-suspeito-de-degolar-feto.html' title='Médico é suspeito de degolar feto durante atendimento, diz polícia'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-4590688854685648263</id><published>2011-12-01T09:03:00.001-02:00</published><updated>2011-12-01T09:03:42.525-02:00</updated><title type='text'>Após fraturar perna, idosa recebe raio-x errado e morre depois de cirurgia tardia</title><content type='html'>Uma idosa morreu na cidade de São José do Rio Preto (440 km de São Paulo) depois de um erro médico. Áurea Conceição Facini, 73, que morava em um asilo, sofreu uma queda no último dia 9 e fraturou a perna esquerda. Ela recebeu atendimento médico no próprio asilo e, após três dias, foi levada ao Hospital Ielar (Instituto Espírita Nosso Lar), onde foi feito um raio-x na perna errada. A fratura não foi constatada e Facini foi então liberada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idosa continuou com dores durante dez dias, quando foi levada novamente ao hospital. Lá, foi constatado o erro e a mulher foi submetida a uma cirurgia na última quinta-feira (24). Um dia depois, seu quadro apresentou complicações e ela foi encaminhada à UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde permaneceu dois dias antes de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um filho de Facini, que não quis se identificar nem dar entrevistas, registrou um boletim de ocorrência alegando que houve negligência por parte dos médicos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O delegado Domingo José Marcos, do 2º Distrito Policial de São José do Rio Preto, disse ao UOL Notícias que vai aguardar o laudo do médico legista para saber as causas da morte, antes de instaurar inquérito. “É o médico legista quem vai dizer do que ela morreu”, disse. O laudo fica pronto em 30 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hospital nega negligência e diz que a idosa sofria de diabetes e hipertensão e, por isso, teve complicações pós-operatórias. Em nota, o Ielar não comenta o erro médico e afirma que a paciente “recebeu todas as condutas médicas necessárias para atendimento e recuperação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No dia seguinte à cirurgia, a paciente, que era portadora do Mal de Alzheimer, hipertensa e diabética, apresentou instabilidade no quadro de saúde e foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, onde dois dias depois faleceu. As causas do óbito serão relatadas pelo Instituto Médico Legal (IML)”, diz ainda a nota oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o asilo informa que prestou o atendimento adequado antes de encaminhar a idosa para o hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Uol&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-4590688854685648263?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4590688854685648263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4590688854685648263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/12/apos-fraturar-perna-idosa-recebe-raio-x.html' title='Após fraturar perna, idosa recebe raio-x errado e morre depois de cirurgia tardia'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7490855873096773845</id><published>2011-11-24T00:12:00.001-02:00</published><updated>2011-11-24T00:12:39.426-02:00</updated><title type='text'>Negada indenização por falta de comprovação de erro médico</title><content type='html'>A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou indenização aos pais de uma criança de um ano e 10 meses que morreu em procedimento cirúrgico para corrigir uma anomalia congênita rara na uretra. &lt;br /&gt;        Os autores alegaram falha no diagnóstico e no procedimento cirúrgico adotado pela equipe médica do hospital para solucionar o problema do filho.   &lt;br /&gt;        Pediram indenização por danos materiais das despesas com funeral do filho e tratamento médico, acrescida da renda de um salário mínimo a título de lucros cessantes, bem como indenização por danos morais na quantia de três mil salários mínimos para cada parte e por danos psicológicos consistentes em mil salários mínimos para cada um.&lt;br /&gt;        Segundo o perito, no entanto, foi correta a adoção do procedimento cirúrgico para sanar o problema, tendo ocorrido uma situação imprevisível. Uma perfuração abdominal resultou na absorção indevida pela cavidade abdominal da água destilada, ocasionando edema cerebral, constatado pelo anestesista, que suspendeu o procedimento.&lt;br /&gt;        Concluiu ainda que ocorreu uma fatalidade, que não pode ser imputada à equipe médica que acompanhou a criança, decorrendo de um evento inevitável e imprevisível. Esclareceu também que a equipe e as empresas médicas, ora apeladas, ministraram todos os esforços necessários à recuperação da saúde do menor.&lt;br /&gt;        A decisão do juiz Aloísio Sérgio Rezende Silveira, da 16ª Vara Cível de São Paulo, julgou o pedido improcedente. De acordo com o texto da sentença, “a conclusão do laudo pericial não deixa dúvida quanto à ocorrência de evento súbito e não esperado no transcorrer de procedimento cirúrgico corretamente apontado pela equipe médica das rés, para a tentativa de correção de um problema congênito identificado no filho dos autores (válvula uretro posterior), uma anomalia congênita rara”.&lt;br /&gt;        Os autores apelaram da decisão afirmando que ficou comprovada a perfuração uretral da criança, por negligência da equipe médica de onde se concluiu que houve erro no procedimento adotado.&lt;br /&gt;        De acordo com o relator do processo, desembargador, Paulo Alcides Amaral Salles, não há prova robusta da impropriedade da conduta a contrariar a ciência médica e impor a obrigação de indenizar. “Nenhum profissional da área médica poderá assumir o resultado de curar ou salvar o doente, e sim de proporcionar ao paciente o adequado tratamento dentro das especificações da ciência médica e métodos reconhecidos no exercício da profissão. Por isso é imprescindível uma robusta comprovação da imperícia, negligência ou imprudência da conduta adotada, ou do mau emprego da técnica correta, que possam ter originado danos passíveis de reparação”, concluiu.&lt;br /&gt;        O julgamento também foi acompanhado dos desembargadores Roberto Solimene (revisor) e Percival Nogueira (3º juiz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Apelação nº 0151789-72.2002.8.26.0100&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunicação Social TJSP - AG (texto)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7490855873096773845?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7490855873096773845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7490855873096773845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/negada-indenizacao-por-falta-de.html' title='Negada indenização por falta de comprovação de erro médico'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7103311008672444257</id><published>2011-11-23T10:32:00.000-02:00</published><updated>2011-11-23T10:33:29.805-02:00</updated><title type='text'>Professora morre durante cirurgia plástica em Campina Grande, PB</title><content type='html'>&lt;em&gt;Mulher de 38 anos fazia redução das mamas por recomendação médica.&lt;br /&gt;Atestado de óbito aponta embolia pulmonar e parada cardiorrespiratória.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma professora de 38 anos de idade morreu na noite da terça-feira (22) quando era submetida a uma cirurgia plástica em Campina Grande. De acordo com o atestado de óbito emitido pelo Hospital Pedro I, onde o procedimento aconteceu, Rejane Lima dos Santos Nobre sofreu uma embolia pulmonar, insuficiência respiratória aguda e parada cardiorrespiratória. A direção do hospital informou que vai se pronunciar oficialmente na manhã desta quarta-feira (23), para explicar todos os procedimentos adotados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Edson Nóbrega, amigo que a acompanhava durante a cirurgia em Campina Grande, Rejane iria fazer a cirurgia de redução das mamas por recomendação médica. Ela reclamava de dores na coluna devido ao volume dos seios. Ela teria aproveitado para fazer uma lipoaspiração no abdômen. Ainda segundo Edson, todos os exames pré-cirúrgicos da paciente haviam indicado que ela estava bem e que não haveria motivos para não se submeter ao procedimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionários do Hospital Pedro I e o amigo de Rejane informaram que ela deu entrada às 13h, mas sofreu as complicações durante a cirurgia e morreu às 18h30. O nome do médico envolvido nos procedimentos ainda não foi divulgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane trabalhava como professora em um programa social para jovens em situação de risco e também atuava como coordenadora do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Alagoa Nova, cidade do Agreste paraibano. A família decidiu doar as córneas. O enterro acontece nesta quarta-feira no município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7103311008672444257?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7103311008672444257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7103311008672444257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/professora-morre-durante-cirurgia.html' title='Professora morre durante cirurgia plástica em Campina Grande, PB'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-198667900120395834</id><published>2011-11-22T15:09:00.000-02:00</published><updated>2011-11-22T15:10:41.272-02:00</updated><title type='text'>Médicos esquecem tubo de plástico dentro de nariz de recém-nascido</title><content type='html'>&lt;em&gt;A criança ingles quase morreu enquanto tossia para expelir o tubo feito de PVC dez dias depois. Após 4 anos, família ganha indenização&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que nasceu, Owen Thomas precisou de ajuda para respirar porque seu ombro havia ficado preso durante o parto. Os médicos do Hospital Stafford, na Inglaterra, tiveram que colocar um tubo por dentro da traquéia para facilitar a respiração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dez dias depois, os pais Kev, 35 anos, e sua esposa Claire, 33, em uma das visitas ao filho na Unidade de Terapia Intensiva, a mãe percebeu que o bebê estava com expressão de dor e sua pele levemente azulada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem pensar mais, ela deu dois tapas nas costas de Owen e, então, o tubo saiu. A enfermeira colocou, então, um tubo com oxigênio em suas narinas para ajudá-lo a recuperar a respiração. “Se eu não estivesse lá, naquele momento, meu filho poderia ter morrido”, disse Clare, indignada, ao jornal britânico Daily Mail. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, a saúde de Owen, hoje com 4 anos, não teve sequelas. Ainda assim, o casal decidiu processar o hospital e teve o segundo filho em outro local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado do processo acaba de sair e a família recebeu uma indenização. Segundo o jornal, é uma quantia de cinco dígitos, mas a família revelou que recebeu apenas 3 mil libras, pouco mais de 8 mil reais. O hospital também foi processado por outros casos de negligência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-198667900120395834?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/198667900120395834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/198667900120395834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/medicos-esquecem-tubo-de-plastico.html' title='Médicos esquecem tubo de plástico dentro de nariz de recém-nascido'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7801052307588014122</id><published>2011-11-21T11:14:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T11:14:55.683-02:00</updated><title type='text'>Médico não tem obrigação com resultado, decide TJ-SP</title><content type='html'>A relação contratual envolvendo serviços médicos é sui generis e, portanto, tem obrigação de meio e não de resultado. Com esta observação, a 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou pedido de indenização contra um médico e um hospital por acusação de erro médico e sequelas físicas e psicológicas decorrentes dele. Cabe recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desembargador relator do caso, Luís Francisco Aguilar Cortez, explicou na decisão que a obrigação do médico é seguir as regras e métodos da sua profissão. “Diante da inevitável complexidade das intervenções no organismo humano, sobretudo nesse caso, onde era necessária, deve ser considerado o risco inerente a atividade e mesmo verificada qual foi a causa determinante para o constatado”, escreveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da sentença contra o seu pedido, o paciente recorreu ao Tribunal de Justiça insistindo na responsabilidade civil do médico e do hospital porque, depois da cirurgia, perdeu movimentos da mão esquerda e das pernas, abalos psicológicos e dificuldades para trabalhar. O autor da ação pedia indenização por danos morais, tratamento psicológico, cirurgia reparadora e pensão mensal vitalícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele afirma que foi ao hospital depois de um ferimento no punho esquerdo provocado por acidente com vidraça, tendo o médico feito os primeiros socorros. No entanto, constatou-se que o corte atingiu os nervos de sua mão e foi necessário fazer uma cirurgia para enxerto de nervos, extraído de suas pernas, o que, segundo o autor, causou-lhe perda de movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico alega que o sofrimento do autor é decorrente da gravidade do acidente, que, de fato, deixou sequelas, não por conta de sua conduta. Segundo ele, a cirurgia foi bem sucedida, salvando o paciente de uma possível amputação da mão esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o desembargador Aguilar Cortez, para que haja responsabilidade e possível indenização do réu, é preciso, em relação ao médico, a prova de culpa, como prevê o artigo 14 do parágrafo 4 do Código de Defesa do Consumidor (a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa). Em relação ao hospital, aplica-se também o artigo 14 do CDC, no que diz respeito aos defeitos na prestação de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesou na decisão do desembargador o fato de o próprio autor ter relatado em depoimento que fora avisado da gravidade da lesão e ainda assim não terminou o tratamento indicado pelo médico. Outro fator determinante foram as conclusões apontadas pelo laudo pericial, que também não permitiram culpar o procedimento profissional, atestando que o tratamento apontado pelo médico foi condizente com o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a perícia “pelos documentos acostados aos autos, não há como estabelecer qualquer negligência, imprudência ou imperícia por parte dos réus”. Tampouco os testemunhos orais conseguiram comprovas a culpa do médico e do hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o relator acompanhou o entendimento do juiz na sentença, a qual afirma que “não há nulidade no laudo pericial elaborado, vez que foi realizado por perito médico do Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc), em conformidade com os padrões técnicos exigidos, tendo analisado as condutas e os procedimentos adotados pelos réus, respondeu satisfatoriamente aos quesitos formulados pelas partes e abordou todos os pontos relevantes para a formação do convencimento do juiz”.&lt;br /&gt;Processo 0114905-14.2006.8.26.0000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Camila Ribeiro de Mendonça&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7801052307588014122?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7801052307588014122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7801052307588014122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/medico-nao-tem-obrigacao-com-resultado.html' title='Médico não tem obrigação com resultado, decide TJ-SP'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3055215404399997088</id><published>2011-11-21T11:11:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T11:12:34.456-02:00</updated><title type='text'>Executivo e Judiciário discutem judicialização da saúde</title><content type='html'>Executivo, Judiciário, acadêmicos e operadores do Direito se reúnem em Brasília, entre os dias 22 e 24 de novembro, para discutir a saúde no país. Esta será a primeira edição do Seminário Nacional sobre Direito e Saúde, que pretende encontrar um consenso de interpretações jurídicas no setor de direito à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos um consenso para o Direito Sanitário, abordando as principais questões administrativas e de gestão de saúde. A judicialização da saúde, por exemplo, é assunto que permeia vários debates, como prescrição de medicamentos ou assistência médica”, explica o consultor jurídico do Ministério da Saúde, Jean Uema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento foi pelo idealizado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Advocacia-Geral da União, a Fundação Oswaldo Cruz, o Conselho Nacional do Ministério Público, o Conselho Nacional de Justiça, a Universidade de São Paulo e outros órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um painel específico sobre políticas públicas vai debater a repartição de competências do Sistema Único de Saúde (SUS), como está estabelecida hoje e sua funcionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conferencistas desse dia são o juiz Ingo Wolfgang Sarlet, professor da pós-graduação em Direito da Universidade Católica do Rio Grande do Sul e da Escola Superior da Magistratura; Maria Paula Dallari Bucci, professora da Escola de Direito da FGV em São Paulo; Luiz Moreira Gomes Júnior, conselheiro do Ministério Público; e Luís Roberto Barroso, constitucionalista e professor da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei 12.401/2011, que discute a incorporação de medicamentos ou tecnologia em saúde no SUS, está no foco de outro painel. “Toda a comunidade precisa se apropriar desse processo porque existe uma política social para dar segurança e certeza à utilização de medicamentos”, diz Uema. Ele conta que quando um juiz se depara com um pedido de utilização de medicamento pelo paciente, por meio do SUS, muitas vezes não há sequer registro na Anvisa desse remédio. “Isto pode indicar, por exemplo, que faltam evidências científicas para uso desses remédios.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre a utilização desses medicamentos permite, segundo Uema, que os médicos tenham uma garantia mínima de eficácia. “Também ocorre que um medicamento é aprovado por agência estrangeira responsável, e ainda não está aprovado no país. A partir de uma comissão criada por lei, pretendemos que estudos realizados em seis meses ratifiquem a validade desse remédio para seu uso mais seguro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda será destaque do seminário a apresentação das chamadas Boas Práticas, com a entrega de prêmios aos vencedores do 1º Concurso Nacional de Práticas Exitosas na Área de Saúde. Trata-se de iniciativas jurídicas que representem melhoria aos usuários do SUS. Uema exemplifica uma ação que já se mostrou sucesso no Rio Grande do Norte, a implementação de convênios com órgãos de promovem uma conciliação na área de saúde. “Antes de ajuizada a ação, ou até mesmo depois dela, as partes reúnem tentam uma solução para o problema. O resultado é tão positivo que o ministério já buscam meios de ampliar a iniciativa para os demais estados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Líliam Raña&lt;br /&gt;Revista Consultor Jurídico, 20 de novembro de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3055215404399997088?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3055215404399997088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3055215404399997088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/executivo-e-judiciario-discutem.html' title='Executivo e Judiciário discutem judicialização da saúde'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5656146444789410073</id><published>2011-11-21T09:27:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T09:29:01.869-02:00</updated><title type='text'>Brasileiras morrem ao fazer plástica mais barata em outros países</title><content type='html'>&lt;em&gt;Atraídas pelo baixo preço, mulheres brasileiras buscam cirurgias plásticas em países vizinhos e morrem depois de operadas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho deste ano, Daniela Conceição e a filha Roberta se divertiam em uma das maravilhas da natureza: as Cataratas do Iguaçu. Elas são de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, mas a viagem não foi só de passeio. Roberta, de 27 anos, tinha três cirurgias plásticas marcadas em Cuidad del Este, município paraguaio na fronteira com o Paraná. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta pesava 58 kg quilos e brilhava em concursos de beleza na cidade dela, mas queria um retoque no nariz, uma lipoaspiração e a colocação de próteses de silicone no bumbum. Tudo foi feito em um único dia, em uma clínica no Paraguai. Roberta ficou apenas 24 horas em observação. Depois, mesmo se queixando de fortes dores no corpo, foi liberada pelo médico. “Ele não olhou a perna dela e estava inchada. Mesmo leiga, eu vi que estava inchada”, revela Daniela Conceição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas deixaram a clínica e voltaram para um hotel em Foz do Iguaçu. Roberta pediu então para a mãe um cachorro-quente. O pedido foi a última conversa entre mãe e filha. Era a hora da refeição no pós-operatório improvisado. Quando voltou com o lanche para o quarto, Daniela encontrou a filha desmaiada. Pediu a um atendente do hotel que chamasse ajuda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionário do hotel: A gente tem uma hóspede aqui, ela é brasileira, lá de Mato Grosso, mas ela passou, acho que, por uma cirurgia. Agora ela está no apartamento, se sentiu mal e parece que ela não tem mais sinal de vida. &lt;br /&gt;Atendente do SAMU: E você está ao lado dela agora ou não? &lt;br /&gt;Funcionário do hotel: Não, eu estou na recepção do hotel. Ela está no apartamento. &lt;br /&gt;Atendente do SAMU: E quem que está do lado dela? &lt;br /&gt;Funcionário do hotel: É a mãe dela. &lt;br /&gt;Atendente do SAMU: E ela não está respirando... &lt;br /&gt;Funcionário do hotel: Não. Parece que ela não tem mais respiração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a equipe médica que tentou socorrer Roberta, ela morreu de embolia pulmonar causada por uma trombose na perna. Daniela acha que no pós-cirúrgico, ainda no Paraguai, a filha foi abandonada pelo médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que mais me chocou foi quando ele falou para mim que o hospital não tinha mais responsabilidade com ela. Na hora, eu não sei, eu deveria ter respondido para ele: ‘então, quem é responsável? O senhor’. Porque quem fez a cirurgia dela foi ele”, afirma Daniela Conceição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O cirurgião é o responsável. Ela só pode ser liberada, quando ela estiver efetivamente de alta”, declara o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico que operou Roberta continua a atender em Ciudad del Este. As investigações ainda não começaram. Procurado pelo Fantástico, ele não quis dar entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repórter: A Roberta precisava fazer essa cirurgia? &lt;br /&gt;Daniela conceição, mãe de Roberta: Precisar, não precisava, mas a vaidade hoje em dia é tanta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicitária Laura do Amaral também é de Campo Grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repórter: Por que você fez cirurgia plástica? O que te incomodava? &lt;br /&gt;Laura do Amaral, publicitária: Gordura localizada difícil de tirar na academia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantástico percorreu três países (Argentina, Bolívia e Paraguai) e constatou que Roberta e Laura são exemplos de uma grande movimentação nas fronteiras. É cada vez maior o número de pacientes brasileiras de cirurgiões plásticos estrangeiros. O motivo são os preços mais baixos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje operei duas. Ontem, operei três. Anteontem, operei quatro. Na minha agenda, todos os dias têm cirurgia”, revela o médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Cruz de la Sierra, a maior cidade boliviana, é um dos destinos mais procurados. A maioria das brasileiras escolhe as clínicas pela internet. Um médico usa um site, em português, para fazer propaganda, prática condenada pelo Código de Ética da Medicina. “Isso não é medicina, isso é comércio”, critica o presidente do Conselho Federal de Medicina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A venda casada, proibida no Brasil, é comum nos países vizinhos. Um hotel no centro de Santa Cruz é conhecido entre as brasileiras que procuram cirurgia plástica. Ele pertence ao irmão do médico que é dono de uma clínica a poucos quarteirões do local. No pós-operatório, ao invés de um leito de hospital, as mulheres ficam nos quartos do hotel. No lugar de enfermeiros, atendentes comuns fazem curativos e dão banhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há meninas que vêm com pacote, tudo incluído, cirurgia e hospedagem”, aponta o dono do hotel. Ele conta ainda que recebe 25 brasileiras por mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repórter: Quanto tempo você ficou na clínica? &lt;br /&gt;Laura do Amaral, publicitária: Um dia. &lt;br /&gt;Repórter: E depois disso? &lt;br /&gt;Laura do Amaral, publicitária: Depois, eu vim para o hotel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recibos pelas cirurgias saem em nome do hotel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há a intenção de oferecer um bom serviço, até porque você vai embora, vai desaparecer, não vai mais reclamar com ele. Então, é a sedução por um preço baixo, para fazer de qualquer forma”, ressalta José Horácio Abudib, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produtora dessa reportagem telefonou para outro médico na Bolívia. “Meu filho e minha sobrinha têm todo o esquema montado para oferecer para a senhora: pegar a senhora do aeroporto rumo à hospedagem e toda a cirurgia”, informa o médico pelo telefone. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa espécie de turismo médico movimenta uma cidade onde cintas cirúrgicas são vendidas em qualquer barraca e onde a fiscalização é pequena, segundo o presidente da Associação Boliviana de Cirurgiões Plásticos, Marcelo Salvatierra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele afirma que algumas operações são feitas por médicos que não têm especialização em cirurgia plástica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi também em Santa Cruz que a produtora do Fantástico fez uma descoberta assustadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médico: Tem gente que morre, e tiram a prótese. Ou tem gente que não aceita, tira a prótese, esteriliza e vende a US$ 100. Esse que é o problema. &lt;br /&gt;Produtora: Como é? As pessoas que morrem, eles tiram ... &lt;br /&gt;Médico: Tiram e reesterelizam (a prótese), mas não o cirurgião. E vem o cara e vende. Vendem aqui também. &lt;br /&gt;Médico: Tem muito cara sem-vergonha aqui. Nossa, tem muito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banalização das operações plásticas põe em risco todo o processo cirúrgico. O processo começa no pré-operatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa produtora faz a primeira consulta com um médico boliviano em uma quinta-feira. Uma câmera escondida registra: ele diz não ter tempo para operá-la nos dias seguintes. “Estão chegando dez pacientes amanhã. Sábado, eu não tenho tempo. Domingo, segunda, terça, quarta, está tudo lotado”, diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produtora insiste e ele de repente muda de ideia. “Amanhã à tarde, sim, ela pode”, aponta o médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assistente do médico rapidamente marca os exames que serão feitos às pressas no dia seguinte: “Amanhã você vem cedo, às 8h30, para fazer exames. E faz a cirurgia à tarde”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, um telefonema basta para o acerto de mais uma cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médico: Se você vai realizar toda a cirurgia que você falou para mim, vou fazer um pequeno desconto: US$ 2,5 mil. &lt;br /&gt;Produtora: Toda a cirurgia? &lt;br /&gt;Médico: Nariz, peito, lipo. Se você preferir, ponho um pouco de glúteo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É também uma conduta antiética: o médico não pode receitar por telefone, não pode aceitar aquilo que o paciente diz. No final tem um até que oferece colocar gordura nos glúteos, para aumentar o bumbum de graça, o que ele daria como brinde. É algo totalmente antitético e absurdo”, condena o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa equipe vai a Porto Iguazú, na Argentina. É a primeira vez que o médico vê a produtora do Fantástico. Em 10 minutos, a cirurgia está marcada. Ele trabalha em uma pequena clínica, onde não há Unidade de Terapia Intensiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtora: Aqui tem UTI? &lt;br /&gt;Médico: Na clínica, não. Tem no hospital em frente. As clínicas aqui são pequenas, não têm UTI. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio do processo é o que os médicos chamam de intra-operatório. É o que acontece na mesa de cirurgia. Em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, uma funcionária brasileira nos recebe em outra clínica sem UTI. “Nós não temos mesmo UTI. Eu já aviso de cara que não temos. É só a sala de cirurgia”, informa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pequenos procedimentos podem ser feitos em clínicas sem UTI. Agora, quando você tem procedimentos conjuntos, como lipo, plástica no abdômen, mama, face, tem que ser feito em clínica, em hospital que tenha UTI”, aponta o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A funcionária confirma outro risco causado pela banalização das cirurgias plásticas: o acúmulo de trabalho desses médicos. “Agora mesmo, no final de novembro, ele tem dez cirurgias marcadas. Cinco na quinta, cinco na sexta”, informa a funcionária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Sociedade Boliviana de Cirurgiões é contra o alto número de cirurgias diárias e repete o conselho que garante ter ouvido do brasileiro Ivo Pitanguy: “O melhor conselho que posso te dar é que durma bem, que descanse bem, antes de uma operação”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No turismo médico da fronteira, o pós-operatório é a etapa mais abandonada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médico: Amanhã, faço à tarde a cirurgia. &lt;br /&gt;Produtora: Quanto tempo eu fico aqui internada? &lt;br /&gt;Médico: Um dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse é o maior absurdo que eu estou vendo até agora. É você operar em um dia e no dia seguinte viajar, por terra, por avião, não importa. É você se submeter a algumas horas em que vai ficar com as pernas para baixo, a gente chama de êxtase venosa, ou seja, o sangue caminha muito lentamente e tende a se coagular”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em telefonema para uma clínica boliviana, a nossa produtora é atendida por uma brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtora: Eu quero fazer lipoescultura, prótese de silicone. &lt;br /&gt;Atendente: Você faz a cirurgia, que ele sempre opera em uma sexta, e sábado de manhã você vai embora para a sua casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O descaso dos médicos e a desinformação das pacientes podem fazer com que um simples pós-operatório se torne emergência hospitalar. A situação encontrada pelo Fantástico em todas as cidades visitadas se repete na Tríplice Fronteira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos, as mulheres atravessam a Ponte da Amizade com pontos e curativos e deixam para fazer o pós-operatório do lado brasileiro, sem acompanhamento do médico paraguaio responsável pela cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitas pacientes acabam que, quando têm um problema, não conseguem retornar ao seu médico e ficam meio que vagando pela cidade procurando alguém que consiga resolver”, revela o cirurgião plástico Augusto Capobianco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Augusto Capobianco trabalha em Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira. De tanto atender a brasileiras operadas fora do país, se especializou em fazer cirurgias reparadoras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma paciente teve uma rejeição em um lado das próteses. Se ela tivesse próximo ao seu médico no dia em que ela teve esse problema, o médico facilmente poderia ter entrado com algum remédio, um antiiflamatório qualquer. Assim, foi necessário remover a prótese”, explica o cirurgião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, não é a paciente quem vai embora logo depois da cirurgia. Às vezes, é o médico quem deixa a cidade. O resultado é o mesmo: o abandono no pós-operatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado de Guajará Mirim, em Rondônia, cirurgiões de Santa Cruz de la Sierra alugam um hospital, do lado boliviano, para operar. As brasileiras só precisam atravessar o Rio Mamoré. Em março deste ano, a mulher de Francisco Oliveira morreu no hospital boliviano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônia, de 33 anos, tinha passado por três procedimentos no mesmo dia: colocação de silicone, lipoescultura e aumento do bumbum. Morreu por embolia pulmonar. Deixou dois filhos: um de 13 anos, um de 8 anos. “Ela já era muito bonita. Não precisava”, comenta Valdelice Araújo Silva, irmã da vítima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico que operou Antônia ainda não está sendo investigado. “As pessoas têm que procurar segurança. Não é um cirurgião plástico mais barato, não é a clínica mais bonita, nada disso adianta se não houver segurança”, aponta o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, a brasileira Eunice, de 57 anos, morreu depois de ser operada em Santa Cruz de la Sierra. A filha Rosangela Lemos dos Santos de lembra da dificuldade para conseguir informações em outro país: “Outra língua, outra legislação. Você não tem acesso. É muito difícil, principalmente para a gente que está aqui no interior”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Eunice entrou em coma, a família, que é de Rondônia, tentou trazê-la de volta em um avião com UTI, mas ela sofreu embolia pulmonar e não resistiu à viagem. O cirurgião, que não está sendo investigado, também não quis dar entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela fez rosto, ela fez lipo, fez tudo, colocou silicone. Como é que uma pessoa dessa anda, deita? Como é que sobrevive depois? Mais louco é o médico que faz esse tipo de coisa, que o paciente vai na ânsia. ‘Eu quero ficar bonita, eu quero isso’. Mas o médico tem que ter cautela. É uma vida que está na mão dele”, lembra a filha de Eunice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5656146444789410073?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5656146444789410073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5656146444789410073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/brasileiras-morrem-ao-fazer-plastica.html' title='Brasileiras morrem ao fazer plástica mais barata em outros países'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-4506813724721778834</id><published>2011-11-19T01:55:00.000-02:00</published><updated>2011-11-19T01:56:00.299-02:00</updated><title type='text'>MEC determina corte de 514 vagas de medicina em cursos com baixa qualidade</title><content type='html'>O Ministério da Educação (MEC) deu início ao processo de supervisão dos cursos com baixo desempenho nas avaliações da pasta, anunciado ontem (17). No Diário Oficial da União de hoje (18) foram publicadas as medidas cautelares que suspendem 514 vagas de 16 cursos de medicina que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC). O indicador varia em uma escala de 1 a 5 e é calculado com base no desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e em outros critérios como a infraestrutura e o corpo docente da instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cursos que sofreram o corte determinado hoje são todos de instituições privadas de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Maranhão, de Rondônia, do Tocantins e de Mato Grosso. O ministério pretende suspender até o fim do ano 50 mil vagas em graduações na área da saúde, ciências contábeis e administração que tiveram resultado insatisfatório nas avaliações de 2009 ou 2010. Os dados do Enade 2010 divulgados ontem (17) mostram que 594 dos 4.143 cursos avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considera satisfatória e os CPCs 4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O percentual de vagas reduzidas em cada curso variou entre 20% e 65% do total, de acordo com o desempenho no CPC. A redução no número de vagas de ingresso passa a valer para o próximo processo seletivo de cada instituição. Elas passarão por um processo de supervisão e terão o prazo de um ano para cumprir um termo de saneamento de deficiências para melhorar a qualidade da oferta. Se as exigências não forem atendidas, o MEC poderá abrir um processo administrativo para encerrar a oferta do curso. A partir da notificação, as instituições têm 30 dias para informar o ministério sobre as providências que serão tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-4506813724721778834?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4506813724721778834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4506813724721778834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/mec-determina-corte-de-514-vagas-de.html' title='MEC determina corte de 514 vagas de medicina em cursos com baixa qualidade'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8647440272170152368</id><published>2011-11-17T15:36:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T15:36:59.512-02:00</updated><title type='text'>Paciente tem negada indenização por suposto erro médico</title><content type='html'>A 1ª Câmara de Direito Privado do TJSP negou pedido de indenização por suposto erro médico em cirurgia de histerectomia, que causou à paciente dores intensas e incontinência urinária. &lt;br /&gt;        A autora alegou que se submeteu à intervenção cirúrgica para retirada do útero e da trompa direita, mas que, em razão da imperícia do médico responsável, houve lesão em sua bexiga, causando-lhe intensas dores e incontinência urinária. Para resolver a situação, realizou outro procedimento cirúrgico para correção de uma fístula, com subsequentes complicações à sua saúde. Sob tais fundamentos, pleiteou a condenação do médico ao pagamento de indenização pelos danos materiais e morais.&lt;br /&gt;        O laudo pericial concluiu que a lesão no órgão urinário é suscetível de ocorrer quando da submissão ao procedimento cirúrgico, sem que decorra necessariamente de imperícia médica.&lt;br /&gt;        A decisão da 3ª Vara Cível de Marília julgou a ação improcedente. Inconformada, a autora recorreu da decisão, atribuindo a lesão que sofreu à cirurgia a que foi submetida, causada por falha no serviço médico prestado a ela. &lt;br /&gt;        Para o relator do processo, desembargador Hélio de Faria, o nexo de causalidade entre o dano experimentado pela autora e a conduta do profissional médico não ficou comprovado, razão pela qual a sentença apreciou a questão acertadamente, merecendo ser mantida.&lt;br /&gt;        O julgamento teve a participação dos desembargadores Rui Cascaldi e De Santi Ribeiro, que acompanharam o voto do relator, negando provimento ao recurso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Apelação nº 9173342-60.2004.8.26.0000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Comunicação Social TJSP – AG (texto)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8647440272170152368?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8647440272170152368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8647440272170152368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/paciente-tem-negada-indenizacao-por.html' title='Paciente tem negada indenização por suposto erro médico'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3015900706463095592</id><published>2011-11-12T00:52:00.001-02:00</published><updated>2011-11-12T00:52:36.387-02:00</updated><title type='text'>Médico gaúcho engana paciente para ter relação sexual</title><content type='html'>A 8ª Câmara Criminal do Tribunal da Justiça do Rio Grande do Sul aumentou de um ano e quatro meses para três anos de reclusão a pena de um médico em Caxias do Sul acusado de enganar uma paciente para fazer sexo durante a consulta. A pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de 10 dias-multa, à razão de um salário-mínimo. O julgamento ocorreu na última quarta-feira (9/11). O processo corre sob segredo de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vítima, que é agricultora, procurou o médico para tratar da coluna, pois sentia fortes dores. Conforme seu depoimento, o réu pediu que ficasse de costas e baixasse a calça e a calcinha, segurando seus braços para trás, imobilizando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de apalpar as costas e nádegas da paciente, o médico informou que teria que fazer um exame e que ela poderia sentir um pouco de dor, mas não deveria se mover nem virar-se. O médico colocou luva em uma das mãos e passou gel na coluna, pernas e vagina da vítima, afirmando que seria para amenizar a dor — o que a teria deixado anestesiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, o médico apoiou-se na paciente, que passou a desconfiar do procedimento. Passando a sentir muita dor e sem conseguir se mover, a agricultora pediu que ele parasse, mas o réu teria dito que ele ainda não tinha terminado o exame. Quando ela finalmente conseguiu se desvencilhar e virar-se, deparou-se com o homem com as calças e cueca abaixadas, com o pênis ereto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciente contou que entrou em desespero e começou a chorar, tendo o médico pedido que ela se acalmasse, afirmando não ser nada que ela estava pensando e que ela não podia deixar o consultório naquele estado. Ainda, conforme a vítima, teria dito que ela era muito nova para não ter mais relações sexuais (a mulher tinha 49 anos à época) e deu-lhe uma água para beber, a qual ela suspeitou que tivesse outra substância, pois estranhou o gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condenação&lt;br /&gt;Na primeira instância, a juíza Sonáli da Cruz Zluhan condenou o réu por posse sexual mediante fraude, crime diferente do estupro por não envolver violência ou ameaça. A pena foi fixada em um ano e quatro meses de reclusão, em regime aberto, e de 10 dias-multa, no valor unitário mínimo legal. A privativa de liberdade foi substituída por prestação de serviços à comunidade e o pagamento de multa de 10 dias-multa, à razão de um salário-mínimo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recurso&lt;br /&gt;No recurso ao Tribunal de Justiça, a defesa alegou que o médico realizou somente um exame físico, não havendo provas das alegações da paciente. Apontou que a agricultora toma diversos remédios psiquiátricos e que sua doença pode prejudicar seu julgamento da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relatora da Apelação, desembargadora Isabel de Borba Lucas, ressaltou inicialmente que, neste tipo de delito, em que geralmente não há testemunhas, a palavra da vítima tem relevante valor de prova quando suas declarações são coerentes e seguras, como no caso. Além disso, ponderou que as afirmações da paciente estão apoiadas em outras provas, como a presença, na secreção vaginal, de sêmen e de gotículas de gordura que seriam do gel referido pela vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na calcinha usada no dia, também foram encontrados vestígios de sêmen e ainda de sangue da mulher, permitindo a conclusão de que houve relação sexual. O exame nas roupas íntimas revelou também a existência de cromossomo Y, exclusivamente masculino. Confrontado com o DNA do réu, concluiu-se que o material biológico foi fornecido por ele ou algum homem de sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena aumentada&lt;br /&gt;Comprovado o crime e seu autor, a desembargadora passou à dosimetria da pena, conforme pedido do MP para que fosse aumentada. Entendeu que cabe razão à promotoria, considerando a culpabilidade (grau de censurabilidade do ato ilícito) e as consequências do fato. A respeito desse último vetor, salientou que "‘as sequelas são inevitáveis, e várias delas já evidentes, não só na vítima como nos seus familiares, muito embora não se saiba a profundidade destas’".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a pena foi aumentada para três anos de reclusão, em regime aberto, substituídos por prestação de serviços e ao pagamento de 10 dias-multa, à razão de um salário mínimo. A segunda multa que havia sido arbitrada em primeira instÂncia foi afastada, pois não diz respeito a esse delito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desembargadora Fabianne Breton Baisch e a juíza convocada Marlene Landvoigt acompanharam o voto da relatora. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico, 11 de novembro de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3015900706463095592?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3015900706463095592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3015900706463095592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/medico-gaucho-engana-paciente-para-ter.html' title='Médico gaúcho engana paciente para ter relação sexual'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2013595850980304941</id><published>2011-11-10T21:54:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T21:54:39.326-02:00</updated><title type='text'>Justiça nega pedido de liminar para obrigar Santa Casa a realizar cirurgias</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ministério Público alega que 574 pessoas correm risco de morrer&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de liminar feito pelo Ministério Público de Franca obrigando o Estado a atender pacientes que estão na fila de cirurgias eletivas da Santa Casa de Franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de outubro, a Promotoria entrou com ação civil pública contra o Departamento Regional de Saúde para forçar a realização de cirurgias em 574 pessoas que precisam do procedimento com urgência, alegando que elas correm risco de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a decisão do TJ, não há como impor obrigação ao Estado para a realização de procedimentos médicos e cirúrgicos. Ainda segundo a sentença, se a cirurgia for urgente, o paciente pode procurar a Justiça individualmente para garantir o direito ao atendimento médico assegurado por lei. O MP irá recorrer da decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, lista de espera por uma cirurgia eletiva Santa Casa de Franca tem 12,5 mil pessoas, de 22 municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EPTV.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2013595850980304941?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2013595850980304941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2013595850980304941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/justica-nega-pedido-de-liminar-para.html' title='Justiça nega pedido de liminar para obrigar Santa Casa a realizar cirurgias'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-8270851207713935262</id><published>2011-11-10T21:49:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T21:49:52.151-02:00</updated><title type='text'>Empresa de implantes dentários é condenada a indenizar paciente</title><content type='html'>A 8ª Vara Cível do Fórum de Santo Amaro condenou uma empresa de implantes odontológicos a ressarcir cliente que alegou ter tido problemas estéticos após a realização de uma cirurgia.&lt;br /&gt;        Segundo a autora, após a realização do procedimento cirúrgico, sua dentição apresentou problemas estéticos, em razão da retirada de parte da gengiva e que a empresa, para sanar os danos, sugeriu a troca e outros dois ‘pivôs’ que a mulher já possuía. Para tanto, foi celebrado novo contrato, mas o novo procedimento não corrigiu o problema. Ela reclamou novamente, afirmando que houve má prestação de serviço, que lhe causou danos estéticos, materiais e morais.&lt;br /&gt;        De acordo com a decisão, “a verba indenizatória decorrente dos danos moral e estético tem objetivo de minimizar a dor e aflição suportada. O valor da indenização apresenta caráter compensatório, não podendo constituir fonte de enriquecimento ilícito, defeso por lei”.&lt;br /&gt;        A sentença fixou a quantia de R$ 7 mil por danos morais e estéticos e reembolso do valor de R$ 2.375,00 pago pelo tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Processo:0019675-94.2010.8.26.0002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Comunicação Social TJSP – HS (texto)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-8270851207713935262?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8270851207713935262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/8270851207713935262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/empresa-de-implantes-dentarios-e.html' title='Empresa de implantes dentários é condenada a indenizar paciente'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1898131838298907337</id><published>2011-11-10T21:19:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T21:19:35.074-02:00</updated><title type='text'>SP: Família acusa médico de negligência</title><content type='html'>&lt;em&gt;Paciente foi atendido e liberado 2 vezes; santa casa vai investigar o caso    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A família de um homem de 35 anos, que morreu na manhã desta quarta-feira (9), na Santa Casa de Santa Rita do Passa Quatro, acusa um médico de negligência. O hospital vai investigar o caso. De acordo com familiares, na terça-feira (8), Randal Claro Silva esteve na santa casa duas vezes reclamando de fortes dores no peito. Nas ocasiões, ele foi atendido e liberado pelo mesmo médico. &lt;br /&gt;Segundo parentes da vítima, Silva fez um eletrocardiograma no primeiro atendimento e recebeu uma aplicação de soro no segundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico disse que se tratava de uma gastrite, apesar disso o paciente não melhorou. Ele voltou ao local na manhã desta quarta-feira (9), mas não resistiu e morreu minutos depois. Um boletim de ocorrência por morte suspeita foi registrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota, a santa casa informou que realizou os procedimentos necessários e que a conduta médica nos atendimentos será investigada de acordo com as normas do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). A reportagem da EPTV tentou contato com o médico que fez o atendimento, mas não conseguiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a nota na íntegra: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicado A Respeito do Atendimento ao Sr. Randal Claro Silva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicamos que o paciente Randal Claro Silva foi atendido pela Santa Casa de Santa Rita do Passa Quatro em 8/11/2011 as 12:55h, através do Pronto Atendimento. Foi para casa e retornou as 19:30h. Às 5:52h do dia 09/11/2011 deu entrada novamente com sinais vitais inaudíveis, sendo constatado o óbito as 6:10h. Informamos ainda que esta instituição realizou todos os procedimentos e utilizou todos os recursos disponíveis, através de sua equipe de funcionários administrativos, enfermagem e profissional médico de plantão. Quaisquer dúvidas acerca da conduta médica nos atendimentos, será apurada de acordo com as normas do Cremesp. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Lira Jr - Diretor Administrativo &lt;br /&gt;Santa Casa de Santa Rita do Passa Quatro-SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EPTV&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1898131838298907337?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1898131838298907337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1898131838298907337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/sp-familia-acusa-medico-de-negligencia.html' title='SP: Família acusa médico de negligência'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2621903872002300182</id><published>2011-11-10T21:18:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T21:18:59.604-02:00</updated><title type='text'>Cirurgiões desistem de regras de segurança</title><content type='html'>&lt;em&gt;Manual da sociedade de cirurgia plástica excluiu novas normas de conduta para operações   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lança nesta semana um manual de segurança, elaborado após dois anos de debate. A entidade, porém, excluiu as recomendações que haviam sido apresentadas à Folha em março pelo cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, como o limite de horas e de procedimentos em uma mesma operação. O manual também deixou de fora outros pontos ligados a procedimentos cirúrgicos, como a necessidade de o local da cirurgia ser próximo a um banco de sangue e a uma UTI e exames que o paciente deve fazer antes da operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio, Sebastião Guerra, presidente da sociedade, já havia recuado da recomendação de limite de horas e procedimentos. A versão final do documento priorizou a defesa dos médicos contra processos.``Eu pretendia fazer um manual mais abrangente, mas esbarrei num paredão de problemas``, afirma Guerra. ``Se eu colocasse parâmetros numéricos para algo que é relativo, complicaria a vida dos médicos``, afirma. Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, presidente da comissão de ciência e segurança da entidade, porém, diz acreditar que, em breve, a sociedade deve lançar um segundo volume do manual, com regras para as operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de S.Paulo / Mariana Versolato&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2621903872002300182?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2621903872002300182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2621903872002300182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/cirurgioes-desistem-de-regras-de.html' title='Cirurgiões desistem de regras de segurança'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-2815301444873036294</id><published>2011-11-10T21:17:00.002-02:00</published><updated>2011-11-10T21:18:19.398-02:00</updated><title type='text'>TJ-RS nega indenização a paciente em ação contra médica</title><content type='html'>&lt;em&gt;A paciente recorreu ao Tribunal de Justiça   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou pedido de indenização por danos morais em ação movida contra médica que prescreveu água benta e ajuda espiritual. O TJ gaúcho manteve sentença da juíza Andréia da Silveira Machado, da Comarca de Guaporé. A decisão é do dia 19 de outubro. Cabe recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora da ação declarou que, no dia 7 de abril de 2009, ao procurar atendimento médico-hospitalar após uma tentativa de suicídio, foi atendida pela médica. Esta, em vez de lhe receitar medicamentos, indicou água benta para que tivesse a ‘‘cura da alma’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testemunhas afirmaram que a autora estava bastante alterada quando chegou ao hospital local. Ao ser encaminhada para a sala de emergência, a médica conversava no intuito de acalmá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o atendimento, a autora solicitou o medicamento Dolantina, utilizado em caso de dores muito forte. A profissional negou-se a ministrar-lhe o remédio, considerando não ser necessário. E prescreveu água benta. E ainda: aconselhou ajuda religiosa para o tratamento da depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inconformada, a paciente alegou ter sofrido abalo moral, já que seu namorado, ao se dirigir a farmácia para comprar o que havia sido indicado, sofreu deboche do vendedor do estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira instância, a juíza Andréia da Silveira Machado disse que não ficou comprovado que a prescrição da médica tenha causado transtornos e sofrimento de natureza psicológica na autora. ‘‘Talvez tenha pecado a ré na forma de agir, sendo mal interpretada pela autora, mas tal não se consubstancia em agir ilícito, nem dano indenizável’’, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciente recorreu ao Tribunal de Justiça. A Apelação foi encaminhada para a 9ª Câmara Cível. A relatora do caso, desembargadora Íris Helena Medeiros Nogueira, ponderou que, mesmo que a indicação de água benta não seja uma prática médica, pode ser vista como um ato de preocupação com o tratamento de doença psiquiátrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a julgadora, o simples relato de que o namorado, ao levar a receita à farmácia, tenha sido motivo de risos não é o bastante para caracterizar abalo à dignidade ou à imagem da autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voto foi acompanhado, por unanimidade, pelos desembargadores Leonel Pires Ohlweiler e Ivan Balson Araujo. Com informações da Assessoria de Imprensado TJ-RS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Consultor Jurídico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-2815301444873036294?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2815301444873036294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/2815301444873036294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/tj-rs-nega-indenizacao-paciente-em-acao.html' title='TJ-RS nega indenização a paciente em ação contra médica'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5059766415366508932</id><published>2011-11-10T21:17:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T21:17:36.168-02:00</updated><title type='text'>Hospital não cumpre ordem de juiz e paciente morre</title><content type='html'>&lt;em&gt;Em Juína, magistrado culpa o Estado por situação ``caótica e gravíssima`` da Saúde Pública em MT    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Após a morte de um cidadão de Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá) por falta de atendimento médico necessário, mesmo após a intervenção da Justiça, o juiz substituto da 3ª Vara de Juína, Gabriel da Silveira Matos, determinou à Delegacia de Polícia que realize a abertura de inquérito policial para apurar eventuais responsabilidades na esfera criminal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua decisão, o magistrado condena a necessidade de intervenção da Justiça - ação que vem sendo constante - para que os atendimentos de Saúde sejam feitos na Capital e define a situação da Saúde no Estado como ``caótica e gravíssima``. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``O paciente não pode ser atendido somente porque o Estado (Poder Público) recebe uma decisão judicial determinando sua internação. Ele tem que ser atendido sempre que e tão logo um médico (doutor no assunto) requisitar a internação. Caso contrário, passará o Poder Judiciário a ser o filtro de prioridades de atendimento médico que, sem qualquer critério clínico, atenderá os que primeiro aqui chegarem e tiverem acesso à Justiça``, diz trecho da decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Matos, a Secretaria de Estado de Saúde respondeu ao Juízo que ``o Município de Juína pactuou com o Município de Cuiabá, inclusive, destinou seus recursos através da PPI (planilha anexa), sendo assim, conforme referência, caberia ao Município de Cuiabá provisionar o imediato atendimento, independentemente de ação judicial``, o que não foi feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado ressaltou ainda, em sua decisão, que a demora no atendimento do paciente levou à sua morte e, por isso, faz-se necessária a apuração dos responsáveis. ``Se as autoridades competentes não conseguirem resolver tais problemas, eles desaguarão mais e mais no Poder Judiciário. Ocorre que as urgências médicas exigem ação, tomadas de decisão imediata, ou seja, atos que não se coadunam com a natural burocracia processual exigida pelos tramites legais``, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do inquérito, o magistrado também solicitou que os Ministérios Públicos Estadual e Federal fossem notificados do caso, bem como o procurador-geral de Justiça do Estado e os deputados estaduais, federais e senadores, a fim de que tomem as providências cabíveis em relação ao caos na saúde estadual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lavrador José Gomes da Silva, 65, deu entrada no Hospital da Juína (748 km de Cuiabá) no dia 15 de outubro deste ano, onde ficou internado, vítima de infarto. O paciente precisava ser transferido para Cuiabá, com urgência, para ser submetido a um exame de cateterismo, mas não agüentou a espera e faleceu no dia 6 de novembro, por ``infarto agudo do miocárdio, insuficiência coronariana e hipertensão arterial crônica``. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requisições dos médicos locais foram feitas para que o paciente fosse transferido, mas a vaga não foi fornecida pela Capital. O Ministério Público precisou intervir, por meio de ação civil pública ajuizada no dia 3 de novembro, para que a internação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Cuiabá fosse realizada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira (4), o magistrado determinou a condução de José Gomes para internação. Os médicos responsáveis pelo caso em Juína tentaram contato com os responsáveis pela regulação do paciente na Capital, mas não tiveram êxito. Com a demora no atendimento, segundo conclusão do juiz, o paciente não resistiu e faleceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Lislaine dos Anjos – Midia News&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5059766415366508932?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5059766415366508932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5059766415366508932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/hospital-nao-cumpre-ordem-de-juiz-e.html' title='Hospital não cumpre ordem de juiz e paciente morre'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5613031898109800104</id><published>2011-11-10T21:15:00.000-02:00</published><updated>2011-11-10T21:16:36.160-02:00</updated><title type='text'>Erro médico deixa criança com sequelas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Apesar do tempo passado, o médico – cujo nome não foi revelado – deverá ser responsabilizado judicialmente   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Ao invés de fazer uma cesariana de emergência, um médico optou pelo uso do fórceps. O procedimento considerado errado pela família, além de causar hematomas na mãe, deformou o crânio da criança atingindo o cerebelo, resultando em lesões irreversíveis. O menino, que hoje tem 5 anos de vida, não pode se locomover, não fala, tem graves problemas respiratórios, e vai ser totalmente dependente para o resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tempo passado, o médico – cujo nome não foi revelado – deverá ser responsabilizado judicialmente. O caso está na Defensoria Público do Estado, que está juntando provas e estudando a medida judicial. O defensor Rogério Borges Freitas quer a condenação do profissional e está investigando também informações relatadas por outro médico que apontam que o obstetra já tem histórico negativo em outros partos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O defensor, no entanto, denunciou que uma das dificuldades encontradas pela Defensoria Pública, neste caso, tem sido obter laudos que confirmem o erro e a imperícia praticada. “Os médicos procurados atestam a negligência, mas não querem assinar nada, para não se indispor com a classe” - afirma Borges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele vai pedir indenização para garantir o suporte ao tratamento necessário à vida da criança. A mãe, que deixou o emprego para se dedicar ao filho, tem altas despesas com fraldas, consultas e frequentes internações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma sucessão de falhas. A mãe, T.C.L., na época com 29 anos, estava no nono mês de gestação quando sofreu uma queda. Ao procurar o médico que acompanhava sua gestação foi informada que deveria apenas ficar em casa, apesar das intensas dores. Após insistir em ser avaliada, por causa das constantes dores, foi realizado um exame de ultrassom e o médico confirmou que ela poderia ir para casa, pois não havia problema nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete dias após a queda, não suportando mais as dores – sem saber se era por causa do tombo ou da gravidez – a mãe foi ao Hospital e entrou em trabalho de parto. Não levando em conta fatores como tamanho do feto e a estrutura física da mãe, o médico optou pelo parto normal, prática tida como não aconselhável em literatura sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T.C.L. estudou muito sobre o caso do filho e assegura que, se tivesse pleno acompanhamento do médico no período entre a queda e o parto, a situação não seria a mesma. Além, é claro, de defender que se o monitoramento fosse adotado, o parto seria feito devidamente, já que não poderia de modo algum conceber o filho de forma normal. “Ele não monitorou meu filho e não podia ter feito fórceps”, reclama indignada a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma médica acompanhava as conversas entre o defensor e a mãe. A especialista, juntamente com a genitora, listou as necessidades primordiais do menino. Entre os pedidos está uma cadeira de rodas, banheira, colchão d’água, fraldas, medicamentos de uso contínuo e alimentação especial, além de acompanhamento de profissionais como neurologista, fonoaudiólogo, terapeuta e outras medidas que contribuirão para uma melhora significativa da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: 24 Horas News / Edilson Almeida&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5613031898109800104?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5613031898109800104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5613031898109800104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/erro-medico-deixa-crianca-com-sequelas.html' title='Erro médico deixa criança com sequelas'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-788866985390744274</id><published>2011-11-10T21:14:00.000-02:00</published><updated>2011-11-10T21:15:30.803-02:00</updated><title type='text'>Bebê morre ao receber leite materno na veia por engano</title><content type='html'>&lt;em&gt;Alimento deveria ter sido dado ao recém-nascido por uma sonda no nariz   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Um bebê com 13 dias de vida morreu na manhã de anteontem no Hospital Municipal e Maternidade Professor Mario Degni, no Rio Pequeno (zona oeste de SP), vítima de erro médico, segundo informações da polícia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê deveria receber leite materno por uma sonda no nariz, mas 10 ml do alimento foram aplicados na veia do recém-nascido. Kauê Abreu dos Santos nasceu no último dia 25 e estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da unidade. Jovenita de Abreu, 32, mãe da criança, ia todos os dias ao hospital para retirar o leite. O bebê recebia o soro por uma veia do pescoço e o leite pela sonda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela diz que, no dia da morte, duas médicas e um médico disseram que ele havia morrido devido a uma hemorragia. Ela foi informada de que Kauê começou a ter complicações respiratórias e cardíacas por volta das 2h30 e morreu cinco horas depois. Quando os documentos sobre a morte ficaram prontos, ela e o marido, o encarregado de produção Admilton dos Santos, 31, foram chamados de novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Um médico disse que queria dormir com a consciência tranquila e falou o que aconteceu``, disse a mãe.&lt;br /&gt;Procurada, a Secretaria Municipal da Saúde admitiu o erro e disse que uma auxiliar de enfermagem foi demitida (leia texto abaixo). Roberto Moraes, delegado do 51º DP (Butantã), diz que o hospital ainda não passou os nomes dos integrantes da equipe que trabalhava no momento do erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, dois médicos, uma enfermeira-chefe e cinco auxiliares estavam atuando. O caso foi registrado como homicídio culposo (sem intenção de matar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Maria de Jesus Harada, professora de enfermagem da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo), houve erro médico. ``O procedimento de aplicar leite na veia não existe.``&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRO LADO&lt;br /&gt;Prefeitura diz que auxiliar foi demitida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DO ``AGORA``&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde afirma que uma auxiliar de enfermagem envolvida no erro que resultou na morte do bebê foi demitida. O nome da funcionária não foi divulgado. A pasta também diz que ``considera inaceitável esse tipo de ocorrência`` e que a direção do hospital está à disposição da família para outros esclarecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com a pasta, que lamentou a morte do bebê, foi instaurado um processo administrativo na unidade de saúde para ``apurar todos os procedimentos adotados`` pelos funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de S.Paulo / Agora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-788866985390744274?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/788866985390744274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/788866985390744274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/bebe-morre-ao-receber-leite-materno-na.html' title='Bebê morre ao receber leite materno na veia por engano'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-4445022126164519949</id><published>2011-11-10T21:13:00.000-02:00</published><updated>2011-11-10T21:14:01.020-02:00</updated><title type='text'>EUA: Ativistas pregam pelos direitos dos embriões</title><content type='html'>&lt;em&gt;Movimento antiaborto nos EUA realiza referendo popular sobre o tema hoje   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  O movimento antiaborto mudou de tática nos Estados Unidos. A estratégia agora é conseguir a aprovação de leis que garantam ao embrião os direitos de ``pessoa`` -juridicamente, hoje isso só ocorre após o nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamado de ``Personhood USA``, o movimento está em mais de 30 Estados dos EUA. Organizado pelo grupo Pro Vida, que também atua no Brasil, é mais forte no Mississipi, na Flórida, em Ohio e em Winconsin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Mississipi realiza o primeiro referendo popular com a pergunta: ``o termo pessoa deve incluir todo ser humano desde o momento da sua fertilização, clonagem ou equivalentes?``&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa é que a maioria da população vote ``sim``. O Estado tem a maior taxa de cristãos (82%) do país. O passo seguinte deve ser a elaboração de uma lei estadual sobre os direitos do embrião, como: direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ohio e na Flórida, ativistas antiaborto esperam referendos em 2012. Em Winconsin, onde é maior a resistência, não há previsão de quando a votação ocorrerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIREITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo entidades de defesa dos direitos sexuais, isso ameaça o direito ao aborto (legalizado nos Estados Unidos em 1973), e os métodos contraceptivos e de reprodução assistida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``Se perdermos, até em casos de incestos e estupros ou mesmo de risco à vida, a mulher será obrigada a levar adiante a gestação. Sem contar que alguns métodos anticoncepcionais [DIU e pílula do dia seguinte] também estão ameaçados``, afirmou, por e-mail, à Folha, Felicia Brown-Williams, diretora da organização Healthy Families.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERSEGUIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à rede pública de rádio, o porta-voz do ``Personhood USA``, Walter Hoye, disse que ``se um método anticoncepcional colocar fim a vida de um óvulo fecundado [em outro trecho, se refere à pílula do dia seguinte], ele também deve ser vetado.`` A fundadora da National Advocates for Pregnant Women, Lynn Paltrow, diz que a medida vai afetar todas as mulheres grávidas, mesmo aquelas que desejam o filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela relata casos de gestantes com de doenças, como câncer, que corriam risco de morte com a gravidez, mas que foram impedidas de abortar em Estados onde há leis de proteção ao feto (acima de oito semanas de gestação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada Suzanne Novak, do Center for Reproductive Rights, também vê perigo em casos de abortos espontâneos. Ela cita o caso de uma mulher que abortou ao cair da escada e foi presa sob a acusação de provocar a queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto de lei parecido aguarda votação no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, tramita um projeto de lei parecido com a proposta americana, que pretende definir que a vida já começa na concepção. Conhecido como Estatuto do Nascituro (ser humano concebido, mas ainda não nascido), o projeto já passou pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, mas ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e de Constituição e Justiça. Só depois será votado no plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito inclui também embriões produzidos por fertilização in vitro não transferido para o útero. ``Trata-se da mesma estratégia de forçar o reconhecimento do embrião como pessoa`` , afirma a pesquisadora Magaly Pazello, da Escola Nacional de Saúde Pública da UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entidades que defendem a descriminalização do aborto entendem que o projeto elimina a hipótese de aborto inclusive nos casos autorizados pelo Código Penal -estupro ou risco de vida para a mãe. Também está em curso no país uma campanha por um Projeto de Emenda Constitucional que trata da inclusão no texto do artigo 5º da Constituição o direito à vida ``desde a concepção``. CC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de S.Paulo / Cláudia Collucci&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-4445022126164519949?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4445022126164519949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/4445022126164519949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/eua-ativistas-pregam-pelos-direitos-dos.html' title='EUA: Ativistas pregam pelos direitos dos embriões'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-196721191668342848</id><published>2011-11-10T21:11:00.000-02:00</published><updated>2011-11-10T21:12:41.060-02:00</updated><title type='text'>PEC estabelece piso de R$ 15 mil para dentistas do serviço público</title><content type='html'>&lt;em&gt;A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 74/11   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  A Câmara analisa proposta que estabelece piso salarial de R$ 15.187,00, reajustável anualmente, para os cirurgiões-dentistas do serviço público e transforma essa carreira em típica de Estado. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 74/11, dos deputados Mendonça Prado (DEM-SE) e Ronaldo Caiado (DEM-GO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados explicaram que as carreiras típicas, que hoje já incluem a diplomacia e a magistratura, por exemplo, constituem o núcleo estratégico do Estado. “Ao se incluir os cirurgiões-dentistas na categoria de carreira típica de Estado, o legislador permitirá que esses agentes tenham garantias para o exercício pleno de seus cargos contra decisões discricionárias do Poder Público.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parlamentares consideram ainda que o fortalecimento dos profissionais que atuam nas áreas exclusivas de Estado “é um requisito fundamental para garantir a qualidade e a continuidade da prestação de serviços oferecidos pelo Estado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela proposta, os cirurgiões-dentistas deverão ingressar na carreira somente por meio de concurso público de provas e títulos e poderão progredir por meio de critérios alternados de merecimento e antiguidade. Além disso, deverão ter dedicação exclusiva ao cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o texto, após sua aprovação, aqueles profissionais que tiverem sido contratados pela União de acordo com as regras antigas poderão migrar para o novo regulamento. Já os cirurgiões-dentistas dos estados ou dos municípios não poderão migrar e suas carreiras serão extintas ao longo do tempo, à medida que seus profissionais forem se aposentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A admissibilidade da PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, a proposta será analisada por uma comissão especial, antes de ser votada em dois turnos pelo Plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-196721191668342848?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/196721191668342848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/196721191668342848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/pec-estabelece-piso-de-r-15-mil-para.html' title='PEC estabelece piso de R$ 15 mil para dentistas do serviço público'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-7445253836066449998</id><published>2011-11-08T00:33:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T00:34:55.163-02:00</updated><title type='text'>Conrad Murray é culpado pela morte de Michael Jackson</title><content type='html'>O cardiologista Conrad Murray, 58 anos, foi condenado por homicídio culposo (não intencional) do cantor Michael Jackson, nesta segunda-feira (7), em Los Angeles. A sentença final, aguardada para o dia 29 de novembro, pode determinar a prisão por até 4 anos e a perda da licença médica de Murray.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murray ouviu o veredicto com a expressão imóvel, saiu algemado do tribunal e foi levado em custódia, sem direito a fiança. Durante todo o julgamento, que durou seis semanas, a acusação sustentou que o cardiologista foi irresponsável no tratamento de Jackson, usando métodos "bizarros", como a aplicação sistemática do anestésico propofol fora de um ambiente hospitalar, na casa do cantor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jackson sofria de insônia crônica, e precisava do auxílio de calmantes para dormir. O resultado da necropsia do cantor, que morreu em 25 de junho de 2009, apontou como causa da morte uma overdose provocada pela mistura de lorazepan e propofol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A defesa afirmava que Michael provocou a própria morte, ao aproveitar a ausência temporária do médico para tomar uma dose extra de medicação e anestésicos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do anúncio da decisão do júri, uma multidão se reunia na entrada do tribunal com placas de apoio e condenação a Murray. Em uma delas, lia-se: "Murray, queime no inferno!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de 12 jurados chegou ao veredicto da condenação unânime após menos de nove horas de deliberação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa rápida entrevista após o anúncio da decisão, o promotor David Walgren agradeceu o juiz e os jurados. Também citou a família Jackson, que "sofreu a perda de um filho, de um pai, de um irmão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Familiares do cantor emitiram um comunicado por volta das 20h desta segunda. "Esperamos este momento por muito tempo, e não pudemos segurar as lágrimas de alegria no tribunal. Mesmo que nada possa trazer nosso filho de volta, a justiça finalmente foi feita!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comunicado continua. "Não vemos a hora de ir para casa e dividir esse dia com as crianças de Michael."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a rede de TV Fox News, os familiares do cantor choraram ao ouvir o veredicto. La Toya Jackson, irmã do cantor,  falou à Associated Press na saída do tribunal, e disse que "Michael estava olhando por nós".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão "Conrad Murray culpado" se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o site TMZ, citando fontes policiais, Murray receberá proteção especial enquanto estiver na prisão. Ele será mantido em uma cela individual, acompanhado por um agente responsável por monitorar suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Uol&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-7445253836066449998?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7445253836066449998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/7445253836066449998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/conrad-murray-e-culpado-pela-morte-de.html' title='Conrad Murray é culpado pela morte de Michael Jackson'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-1532023013240545098</id><published>2011-11-07T18:56:00.000-02:00</published><updated>2011-11-07T18:57:33.262-02:00</updated><title type='text'>Armador norte-americano morre em Santos após complicação de problema dentário</title><content type='html'>Ala-armador da Internacional/Santos, o norte-americano Laurence Young morreu neste domingo em hospital do Litoral paulista. A causa da morte foi uma endocardite bacteriana, que teve origem em uma infecção bucal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 30 anos, Young atuou durante vários anos no basquete brasileiro e acumulou passagens por Cetaf/Vila Velha, Saldanha da Gama, São Bernardo e Americana, além da equipe de Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua passagem pelas equipes capixabas, Young disputou o Campeonato Nacional organizado pela CBB nas temporadas 2006/07 e 2008. Em sua primeira participação na competição, atuando pelo Cetaf, manteve médias de 16,1 pontos, 4,6 rebotes e 2,8 assistências, sendo o 11º principal pontuador do torneio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Young estava afastado das quadras desde o dia 15 de outubro, quando participou da derrota para Jacareí por 91 a 85 pelo Campeonato Paulista e marcou 20 pontos. Desde então o jogador estava internado em um hospital de Santos, onde não resistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Uol&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-1532023013240545098?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1532023013240545098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/1532023013240545098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/armador-norte-americano-morre-em-santos.html' title='Armador norte-americano morre em Santos após complicação de problema dentário'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-3206781856481332565</id><published>2011-11-07T00:04:00.001-02:00</published><updated>2011-11-07T00:07:05.919-02:00</updated><title type='text'>Médico garante transformar olhos castanhos em azuis</title><content type='html'>Esqueça as lentes de contato. Um médico na Califórnia disse ter desenvolvido um método capaz de transformar olhos castanhos em azuis sem o artifício da lente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No procedimento a laser, que teria levado uma década para ser aprimorado, Gregg Homer e sua equipe retiram o a melanina das íris, revelando por baixo dela o pigmento azul. E é tudo muito rápido! Pode levar apenas 20 segundos!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você não vai sentir nada", garantiu o médico de Laguna Beach, em reportagem do "New York Daily News".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma pesquisa do jornal com 2.000 pessoas, 17,5% disseram que vão recorrer ao procedimento inovador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Globo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-3206781856481332565?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3206781856481332565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/3206781856481332565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/medico-garante-transformar-olhos.html' title='Médico garante transformar olhos castanhos em azuis'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3403299279809092538.post-5538672888666011411</id><published>2011-11-04T13:40:00.002-02:00</published><updated>2011-11-04T13:41:05.853-02:00</updated><title type='text'>Neurocirurgião é denunciado por cobrar cirurgia do SUS</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ele é acusado de cobrar R$ 27 mil da família de uma paciente para realizar uma cirurgia pelo SUS no ano passado    &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;  Um médico neurocirurgião de Londrina foi denunciado criminalmente pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) pelo crime de concussão. Segundo os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Promotoria de Proteção da Saúde Pública de Londrina, ele teria cobrado R$ 27 mil da família de uma paciente para realizar uma cirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (3) pela Assessoria de Comunicação do MP-PR. A denúncia foi encaminhada à 2ª Vara Criminal de Londrina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao JL no dia 14 de outubro, o delegado do Gaeco em Londrina, Alan Flore, disse que o médico teria realizado o atendimento a uma paciente em sua clínica particular. Após a constatação feita por exames de que havia a necessidade de um procedimento cirúrgico, ele teria informado à família que o custo seria de R$ 40 mil. O filho da paciente solicitou, então, que a cirurgia fosse feita pelo SUS. O médico concordou, mas teria cobrado, indevidamente, o valor de R$ 27 mil pelos honorários de sua equipe. O valor foi parcelado em três vezes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cirurgia foi realizada na Santa Casa de Londrina em 21 de dezembro de 2010. Na mesma semana, foram compensados três cheques no valor total de R$ 9 mil como parte do pagamento. “A família chegou a fazer rifa para arrecadar o dinheiro”, disse Flore. Os outros cheques foram apreendidos por ordem judicial após denúncia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvido pelo Gaeco, o médico informou que a cobrança era referente a locação de instrumentos para a realização da cirurgia. No entanto, a Santa Casa de Londrina, segundo apurou a investigação, disponibiliza todo o equipamento necessário para tal procedimento cirúrgico. Após o indiciamento formal do profissional, Flore disse que o inquérito será encaminhado ao Ministério Público (MP) para o oferecimento de denúncia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Policiais militares do Gaeco apreenderam no consultório do médico seis cheques da família da paciente, totalizando um valor de R$ 18 mil. Segundo informações do MP, o crime de concussão equipara-se ao de extorsão, só que é praticado por funcionário público. A pena varia de 2 a 8 anos de reclusão e multa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Promotoria de Justiça informou que encaminhará cópia do inquérito policial ao Conselho Regional de Medicina do Paraná, para a Secretaria Municipal de Saúde, a 17ª Regional de Saúde e a Santa Casa de Londrina, e também para a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, para que médico seja punido por improbidade administrativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro lado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao JL no dia 14 de outubro, o advogado do médico indiciado pelo Gaeco informou que Santa Casa disponibilizava os aparelhos necessários à cirurgia, mas, mesmo assim, a família da paciente optou por fazer o aluguel dos equipamentos que pertenciam ao médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acrescentou que os cheques da primeira parcela, no valor de R$ 9 mil, foram compensados normalmente. No entanto, aqueles referentes à segunda parcela voltaram, por falta de fundo e por problemas com a assinatura. “Isso foi em junho. Meu cliente procurou a família, que já era cliente antiga, para fazer a cobrança e nada foi resolvido. Então, um mês depois, eles [familiares] decidiram procurar o Ministério Público denunciando o médico.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal de Londrina/Gazeta do Povo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3403299279809092538-5538672888666011411?l=direitomedico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5538672888666011411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3403299279809092538/posts/default/5538672888666011411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitomedico.blogspot.com/2011/11/neurocirurgiao-e-denunciado-por-cobrar.html' title='Neurocirurgião é denunciado por cobrar cirurgia do SUS'/><author><name>MARCOS COLTRI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__lxEQeVLotw/TAzq3bSyy9I/AAAAAAAAAEw/PI7a4VCt0is/S220/Foto.jpg'/></author></entry></feed>
